11 de agosto de 2007
8 de agosto de 2007
quarta-feira, agosto 08, 2007
Artigo

A economia verde e a construção de uma nova realidade.
Rebecca Garcia
Vivemos uma nova revolução industrial, em que as tecnologias apresentam-se como instrumento facilitador do desenvolvimento social, trazendo oportunidades de trabalho e inclusão social nas comunidades marginalizadas. O Estado do Amazonas, possuidor de um volumoso extrato florestal e de condições favoráveis ao surgimento de novas atividades econômicas (sobretudo pela ação do atual governo estadual), não pode ser agente passivo neste processo de construção de uma nova realidade.
Nos anos 70 (tempos crônicos na degradação da floresta amazônica) o mote desenvolvimentista era o de dominar a floresta a qualquer custo. No Brasil daquele tempo as questões sócio-ambientais não eram pautas de primeira página e o que importava era se “desenvolver”. A estratégia era baseada na abertura de estradas para acessar os recursos naturais: um programa de colonização dirigido às enormes massas de pessoas pobres, que ocupariam os espaços considerados “vazios”.
Mais adiante, criou-se a idéia de que a floresta deveria ser intocada, intangível e não produtiva. As populações locais foram taxadas de criminosas, pelo processo crescente e desordenado de extrativismo e desconstrução da paisagem arbórea. Quem não se lembra do slogan “a Amazônia é nossa”? E ela continua sendo, de cada um e, principalmente, das populações que lá habitam e dependem de seus subprodutos para continuarem a viver.
O Bolsa-floresta, projeto desenvolvido pelo governo do Amazonas com objetivo de comercializar créditos de carbono provenientes da preservação da floresta, é uma iniciativa que vem romper com esta dialética (preservação x crescimento). Ele contempla não só a questão da mudança climática (já que fortalece a permanência da floresta em pé) , mas também o surgimento de uma nova matriz produtiva - a economia verde. O uso responsável dos recursos existentes, o manejo de áreas florestais e a inserção do programa de novas energias (biodisel e biomassa).
Entretanto, para que consigamos este desenvolvimento sustentável é necessário conjugar esforços de toda a sociedade, sem a exclusão de qualquer de seus segmentos. O elemento humano é papel primordial na construção dessa nova realidade. E o que se constata através de uma análise, é que o maior estímulo a devastação é o estado de pobreza, miséria. Atacar a questão social, criando novas oportunidades, torna-se então dever ímpar de um estado que tenha compromisso com a sociedade. Este é o papel do executivo e também do legislativo. Criar condições para que as famílias possam viver dignamente.
Nesse contexto, entendo que há uma necessidade eminente do diálogo político com as diferentes esferas da sociedade civil na construção de uma parceria permanente. Conhecer as experiências vividas e as soluções encontradas por países ricos ou mesmo nações que estão em processo de desenvolvimento. Investir em pesquisas, apropriar-se de novos modelos, investigar, questionar, produzir conhecimento, tendo como parceiras instituições de ensino e organizações não-governamentais engajadas na discussão de propostas inovadoras. Buscar alternativas e ter a tecnologia como ferramenta vital para a transformação da realidade.
Não podemos pensar em preservação e desenvolvimento como temas excludentes e sim complementares. Esse é o novo paradigma, o novo desenho da sociedade que queremos para nosso Estado e para o Brasil. Investir na floresta é colocar um pé no presente e outro no futuro. Pensar na população amazonense, é certeza de um projeto bem-sucedido.
quarta-feira, agosto 08, 2007
TECNOLOGIA/SOCIEDADE - Reunião com Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (ABERT)

Participei de uma reunião nesta Terça-feira com o presidente da ABERT (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão, Dr. Flávio Cavalcanti Jr, em que discutimos a portaria de nº 1220 - reguladora da nova classificação indicativa da TV e, também, da alteração do fuso horário das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste.
7 de agosto de 2007
terça-feira, agosto 07, 2007
Beth Tiscoski assume a presidência nacional da Mulher Progressista
Participei da reunião realizada nesta Terça-feira, 07.08, na sede do PP em Brasília , em que a companheira Elizabeth Tiscoski assumiu a presidência nacional da Mulher Progressista. Seu objetivo imediato é buscar o maior número de candidaturas de mulheres para as eleições de 2008. Beth Tiscoski é também presidente da Mulher Progressista de Santa Catarina e ocupava a 1ª vice-presidência nacional. Ana Cavalcanti, que ocupava a presidência, pediu afastamento do cargo porque ocupa uma função importante no governo de Pernambuco. Ana assume agora a presidência da Mulher Progressista do seu estado.
Nas próximas semanas, Beth e Elizete comandarão os trabalhos para o crescimento nacional da Mulher Progressista. Para isso, distribuirão cartazes folders e cartilhas para os estados e municípios incentivando a participação da mulher na política.
Veja a íntegra da atual executiva nacional da Mulher Progressista:
Presidente de Honra: Lúcia Balestra
Presidente: Elizabeth Tiscoski
1ª vice-presidente: Elizete Fassarela
2ª vice-presidente: Rebecca Garcia
3ª vice-presidente: Rita Zonta
4ª vice-presidente: Ana Cristina Cavalcanti
Secretária-Geral: Aline Corrêa
1ª secretária: Marli Dornelas
2ª secretária: Fátima Mosqueira
Conselho Consultivo
Verônica Magalhães
Clarice Corrêa
Vilma Negromonte
Conselho de Ética
Márcia Fomariz Lage
Orleanes de Lira Paes Ângelo
Alda Rosa
Conselho Fiscal
Tereza de Lira
Salete Longo Sato
Ediamar Leal Cruz
Consultoria Jurídica
Heliete Leal
Ivete Lacerda
6 de agosto de 2007
segunda-feira, agosto 06, 2007
CULTURA - Produção cultural amazônica nas teias da web

Para quem nao conhece o site Overmundo (http://www.overmundo.com.br/), basta acessar o mesmo e adentrar num universo de culturas múltiplas. Idealizado pelo antropólogo Hermano Vianna , possui 27 correspondentes no país (um em cada Estado), escrevendo notas e reportagens sobre as respectivas produções locais e atraindo colaboradores diversos para uma página que tem a descentralização como idéia central.
"O Overmundo tenta atacar os problemas da circulação da informação e da produção e incentivar uma forma de reflexão sobre esses problemas. Não é uma revista, não é um banco de dados, não é a solução. É um laboratório aberto de criação de ferramentas para as pessoas utilizarem", diz Vianna. Inspirado em sites como o britânico Collective e o sul-coreano OhmyNews, mas buscando um modelo próprio, o Overmundo é resultado das possibilidades oferecidas pela internet e das transformações em curso na produção e transmissão de informações.
VEJA A PRODUÇÃO CULTURAL AMAZONENSE
http://www.overmundo.com.br/home/busca_tag.php?estado=AM
http://www.overmundo.com.br/home/busca_tag.php?estado=AM











