Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

27 de setembro de 2007

Mais de 1.500 municípios podem perder recursos do FPM a partir de janeiro



Da Comissão da Amazônia :

"Cento e trinta e um dos 449 municípios da Região Norte e mais de 1.500 em todo o Brasil vão perder recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) a partir de janeiro de 2008, se a metodologia da contagem populacional adotada não for revista. A afirmação é do presidente da Associação Amazonense dos Municípios, Anderson José de Souza, feita hoje na audiência pública realizada pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional (CAINDR), pesidida pela deputada Vanessa Grazziotin. O debate atendeu a requerimentos das deputadas Rebecca Garcia (PP-AM) e Perpétua Almeida (PcdoB-AC).

Para Vanessa Grazziotin é de extrema importância que juntos IBGE, legislativo e prefeitos seja possível buscar uma metodologia alternativa que não prejudique os municípios e que reflita a real condição de cada um deles seja de crescimento ou não.

No próximo dia 3 de novembro o Tribunal de Contas da União (TCU) definirá a distribuição dos recursos do FMPE para 2008, baseado nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos 62 municípios do Amazonas, por exemplo, 15 vão entrar na taxa negativa de crescimento e perderão recursos do FMPE e 11 precisarão de redutor. “A metodologia do coeficiente da taxa negativa e da taxa positiva tem que ser revista, ambos os coeficientes são prejudiciais aos muncípios porque levam eles a apresentarem ora um resultado positivo ora um resultado negativo de crescimento. Ambos irreais”, criticou Anderson de Souza.

O presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, admitu que a metodologia pode apresentar falhas, mas deixou claro que o IBGE apenas cumpre uma determinação constitucional e que a mudança dessa metodologia depende de Lei. Ele ressaltou que no próximo dia 5 de outubro serão divulgados os resultados do censo de 2007 e que até o dia 25 qualquer interessados poderá paresentar recursos constestando os resultados da contagem. Garantiui que nos casos das reclamações que tiverem fundamento, o processo será revisto.

O presidente explicou que a contagem hoje adotada pode apresentar falhas nos períodos entre recenseamentos, uma vez que a metodologia não detecta grandes fluxos migratórios. “Nesses períodos, o IBGE aplica a tendência verificada no último levantamento: se foi registrado aumento da população do município, é projetado um crescimento anual de acordo com os dados. O mesmo ocorre se houve queda. Entre um censo e outro, pode haver uma mudança nesse movimento populacional, e o IBGE não tem condições de incorporá-la em suas projeções”, informou.

Na avaliação de Nunes o legislativo precisa atualizar tanto a legislação da metodologia, que é de 1992, “como as taxas de população que definem quem recebe o coeficiente, que hoje são baseadas num tal múltiplo de três, que eu nem mesmo sei porque foi adotado”, desabafou.

Solução- Nunes disse que o a solução será a longo prazo. “O IBGE está estudando a possibilidade de aplicar o censo contínuo, que é a atualização anual por meio de contagem de parcelas da população. Ao longo de 10 anos toda a população terá sido contada. É um modelo já adotado nos Estados Unidos e na França”, informou.

Nunes disse ainda que o método em estudo é parecido com o utilizado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Mas, como a Pnad é feita em âmbito estadual, o IBGE terá que criar uma maneira de fazer a amostragem por município.

A deputada Perpétua Almeida defendeu uma maior precisão nos critérios adotados pelo IBGE para evitar distorções, uma vez que mudanças no repasse do FPM afetam os investimentos das prefeituras em diversas áreas, como saúde, educação e segurança. Ela questionou ainda se, devido as grandes distâncias na Amazônia, não haveria populações que estariam deixando de ser contadas. O presidente do IBGE disse que dificuldades existem tanto na ára rural como na urbana, onde e a violência leva as pessoas a não permitirem que o censeador entre suas casas. Explicou que as pessoas não são contadas individualmente mas que todas as famílias são entrevistadas."

IBGE deve mudar metodologia para cálculo populacional




Da Agência Câmara

"O presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Pereira Nunes, anunciou que o órgão vai desenvolver uma metodologia que permitirá a redução das distorções verificadas nas projeções da população dos municípios brasileiros. Os novos critérios valerão a partir de 2010 e deverão substituir o sistema atual, baseado na variação dos dois últimos censos populacionais.

Nunes participou de audiência pública promovida pelas comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e de Desenvolvimento Urbano sobre os métodos utilizados pelo instituto no cálculo da população nos municípios da Amazônia. Ele disse que o novo sistema deverá ser parecido com o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Como a Pnad é feita em âmbito estadual, Nunes informou que o IBGE terá que criar uma maneira de fazer a amostragem por município.

Repasses do FPM
A deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), autora de um dos requerimentos para a realização do debate, defendeu mudanças nos critérios adotados pelo IBGE para evitar distorções, uma vez que o cálculo da população é base para os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e afeta os investimentos das prefeituras em diversas áreas, como saúde, educação e segurança.

Segundo o presidente do instituto, o IBGE vai concluir amanhã o trabalho de campo relativo ao censo de 2007. No dia 5 de outubro, serão divulgados os resultados. De 5 a 25 de outubro, qualquer interessado poderá apresentar recursos contestando as populações de municípios. E, no dia 3 de novembro, o TCU, baseado nos dados do IBGE, definirá a distribuição dos recursos do FPM.

Queda em repasses
O anúncio de Eduardo Pereira Nunes foi uma resposta aos representantes dos prefeitos da região que participaram da audiência. Segundo o presidente da Associação dos Municípios da Amazônia, Anderson José de Souza, prefeito de Rio Preto da Eva (AM), 131 municípios da região Norte deverão sofrer queda dos repasses a partir de 2008 com os dados do novo censo. "Se não mudar a metodologia, vai ser o caos", definiu.

O prefeito de Urucurituba (AM), Edivaldo Silva, salientou que, em muitos casos, o sistema atual faz com que prefeitos que não se reelegem ou que vão deixar o cargo evitem ajudar os técnicos do IBGE nas pesquisas, provocando uma suposta diminuição da população, o que leva a uma redução das receitas da próxima administração.

Nunes lembrou que o IBGE apenas cumpre determinação da Constituição, que obriga o levantamento anual para os repasses do FPM "sem ter oferecido condições de fazer o trabalho", e, por isso, faz a projeção. Ele admitiu que a projeção populacional sob os critérios atuais apresenta falhas nos períodos entre recenseamentos, uma vez que a metodologia (adotada internacionalmente) não detecta grandes fluxos migratórios.

Critérios
Nunes explicou ainda que, nesses períodos entre recenseamentos, o IBGE aplica a tendência verificada no último levantamento: se foi registrado aumento da população do município, é projetado um crescimento anual de acordo com os dados. O mesmo ocorre se houver queda. Entre um censo e outro, pode haver uma mudança nesse movimento populacional, e o IBGE não tem condições de incorporá-la em suas projeções."

MEIO AMBIENTE - Livro explica as causas e efeitos do aquecimento global sobre o planeta


da Folha Online

Uma década atrás, o aquecimento global era apenas uma hipótese. Hoje é uma realidade. O último século foi o mais quente do milênio e a última década, a mais tórrida em 100 anos. Os efeitos do aumento da temperatura podem ser vistos dramaticamente nos pólos. Lá, o gelo marítimo está se fundindo mais cedo e congelando mais tarde a cada ano, enquanto a sua massa total também diminui.

O livro "O Aquecimento Global", da "Série Mais Ciência", da Publifolha, examina os impactos dessa mudança no clima, nas paisagens e nos ecossistemas, e propõe medidas para evitar essa tragédia ambiental.

SOCIEDADE - IBGE e AMM se únem para mudar lei do índice redutor populacional

Do site Rede Fatos :

http://redefatos.com/noticias/setembro/ibge_amm_unem_mudanca_lei_indice_redutor_260907.htm


26 de setembro de 2007

Entrevista



Entrevista concedida à Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional - CAINDR.

Veja no endereço abaixo:

www2.camara.gov.br/internet/comissoes/caindr/informativo/Edicao%2083.pdf


POLÍTICA - A criação de um novo Pólo de Desenvolvimento no Amazonas e a homenagem ao Dia Internacional do idoso





Apresentei nesta quarta-feira, (26.09), dois requerimentos importantes na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional - CAINDR. As iniciativas sugeridas e aprovadas, seguem abaixo:

REQUERIMENTO Nº 260/07 - da Sra. Rebecca Garcia - "requer que esta Comissão participe da Sessão Solene em homenagem ao dia internacional do idoso, que será realizado no dia 01 de outubro de 2007 no plenário do senado federal".

REQUERIMENTO Nº 258/07 - da Sra. Rebecca Garcia - que "requer realização de Audiência Pública com a presença do Ministro da Integração Nacional, Sr. Gedel Vieira Lima, do Diretor-presidente, do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Amazonas (Idam), Sr. Edson Barcelos, do Secretário Executivo Adjunto de Pesca e Aquicultura do Estado do Amazonas, Sr. Geraldo Bernardino e do Superintendente da Área de Institutos Tecnológicos e Pesquisa (AITP) da FINEP, Sr. Avílio Antônio Franco para discutir a criação de um novo Pólo de Desenvolvimento no Amazonas".


MEIO AMBIENTE/ECONOMIA - Banco holandês paga R$ 34 milhões por créditos de carbono em SP


Do site G1 :

Leilão foi o primeiro do mundo realizado no âmbito do Protocolo de Kyoto. Créditos são de aterro de lixo em SP; dinheiro será usado pela prefeitura.
"O banco holandês Fortis Bank NV/SA desembolsou R$ 34 milhões pelo lote de 808.450 créditos de carbono colocados em negociação pela Prefeitura de São Paulo na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM$F) nesta quarta-feira (26).

O leilão foi o primeiro de créditos de carbono do mundo realizado no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) instituído pelo Protocolo de Kyoto.

Pelo documento, países desenvolvidos, além de se comprometerem com metas internas de redução de gases poluentes, têm condições de comprar crédito de carbono gerado por países em desenvolvimento: quem polui menos acumula créditos e pode vender para os países que não conseguem reduzir a emissão dos gases.

Os créditos leiloados nesta quarta-feira são do Aterro Sanitário Bandeirantes, em Perus, na Zona Norte de São Paulo, e equivalem à quantidade de despoluição que o aterro conseguiu ao canalizar gases tóxicos antes de serem jogados na atmosfera."

25 de setembro de 2007

MEIO AMBIENTE - Aluguel de floresta começa em Rondônia






Da Folha de S.Paulo :

"O governo federal anunciou ontem qual será a primeira floresta de aluguel do país. As concessões para a exploração de madeira em reservas públicas da Amazônia começarão no ano que vem, numa área de 90 mil hectares da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia. Se tudo correr como planejado, o primeiro contrato de exploração será assinado em março.

A decisão de começar por Rondônia contraria a expectativa de que as primeiras licitações aconteceriam na região da BR-163, no Pará, onde o governo criou o primeiro Distrito Florestal Sustentável do país.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a decisão de começar por Rondônia se deve aos índices de desmatamento do Estado, que estão aumentando --na contramão da média da devastação amazônica, que, se confirmada, será, em 2007, 30% inferior à de 2006. A expectativa é que, ao trazer empresas para explorar a madeira de forma sustentável, o governo iniba o corte ilegal (que abre caminho para o desmate).

Outro motivo foi o atraso na implantação do distrito da BR-163, causado principalmente pela greve do Ibama, no primeiro semestre. A greve impediu a realização dos estudos para o plano de gestão da área no Pará.

"A Flona do Jamari já era uma área prioritária para o manejo muito antes da Lei de Florestas Públicas. Além disso, tem uma logística muito boa", explica Tasso Azevedo, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro. A floresta de Rondônia está a 13 quilômetros da rodovia BR-364, que é asfaltada. A BR-163 não é pavimentada.
Segundo Azevedo, as concessões na região da BR-163 acontecerão na segunda rodada do processo, ainda em 2008.

No lote disponibilizado ontem constam três unidades de manejo localizadas na Flona.

Serão três tamanhos diferentes: 45 mil, 30 mil e 15 mil hectares. Cada área só poderá ser explorada por empresas brasileiras, que assinarão contratos com prazos de até 40 anos e um ciclo de corte de 30 anos: uma área explorada precisará passar três décadas se regenerando antes de um novo corte.

Nenhuma empresa poderá explorar mais de uma unidade de manejo, medida que serve "para evitar a concentração econômica", segundo Azevedo."

MEIO AMBIENTE - Lula defende biodiesel na ONU e oferece Brasil para nova reunião ambiental




Do site G1 :

"O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, fez um discurso focado na questão ambiental na abertura da 62ª Assembléia Geral da ONU, na manhã desta terça-feira (25) em Nova York, nos Estados Unidos.

"O mundo não modificará sua relação irresponsável com a natureza sem modificar a relação com o desenvolvimento e a repartição das riquezas", afirmou Lula, relacionando o consumo (principalmente dos países ricos e industrializados) à produção de bens que geram poluição e gases que levam ao aquecimento global.

Lula defendeu a realização de uma nova conferência para o meio-ambiente em 2012, assim como ocorreu na Eco 92 (também conhecida como Rio 92) e na Rio+10, esta última realizada na África do Sul em 2002.

"O Brasil sediou a conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Meio-Ambiente, a Rio 92. Precisamos avaliar o caminho percorrido e estabelecer novas metas. Proponho em 2012 uma nova conferência que o Rio se propõe a sediar, a Rio+20", afirmou Lula.

A proposta de Lula de sugerir a Rio+20 se espelha num procedimento que tem se tornado comum -a condução de reuniões internacionais de "seqüência" à gigantesca cúpula ambiental que se deu no Rio de Janeiro em 1992.

A Rio+10 aconteceu em Johanesburgo, na África do Sul. A despeito dos muitos debates, nada de concreto saiu dela, exceto a conclusão de que pouco os países tinham avançado com relação às metas ambientais estabelecidas na Rio 92.

A cinco anos de um potencial novo encontro, que o presidente quer trazer de volta para o Brasil, não há no momento indícios de que os resultados da próxima reunião possam ser muito diferentes.

Catástrofe humana
Em seu discurso, o presidente brasileiro chegou até a falar em "catástrofe humana", caso o crescimento das economias continue nos níveis atuais. "Não nos iludamos: se o modelo de desenvolvimento global não for repensado, crescerá o nível de uma catástrofe humana", afirmou o presidente brasileiro.

Em sua apresentação de cerca de 15 minutos, minuciosamente discutida com assessores e diplomatas brasileiros na tarde de ontem, Lula disse que cada país deve assumir sua responsabilidade. "Cada um de nós deve assumir nossa parte nessa tarefa. Os países mais industrializados devem dar o exemplo. Têm que fazer o que assumiram em Kyoto. Mas isso não basta. Precisamos de metas mais severas", afirmou Lula.

"Também os países em desenvolvimento devem participar do debate sobre mudanças climáticas. O Brasil lançará em breve seu plano nacional de mudanças climáticas. A floresta amazônica pode sofrer demais com as mudanças. O Brasil tem feito esforços notáveis para diminuir os impactos. Basta dizer que nos últimos anos reduzimos pela metade o desmatamento da Amazônia. E isso não é pouco", afirmou.

Biocombustível
Lula continuou seu discurso na abertura da 62ª Assembléia Geral da ONU falando sobre os combustíveis alternativos.

"Os biocombustíveis são uma opção. O etanol e o biodisel podem oferecer muitas oportunidades a países emergentes, podem gerar emprego e renda e favorecer a agricultura familiar, além de equilibrar a balança comercial", afirmou o presidente brasileiro.

Lula disse que sua administração fez um estudo para definir em quais áreas é possível plantar cana. "O Brasil pretende organizar em 2008 uma conferência sobre biocombustíveis. Faço um convite a todos os países para que participem."

Crescimento brasileiro

A seguir, Lula passou a elencar dados positivos sobre a economia brasileira.
"O país voltou a crescer, criando empregos. Ao mesmo tempo em que resgatamos uma dívida secular, investimos em educação, honramos o programa do Fome Zero. Com 10 anos de antecedência, superamos a primeira das metas do milênio. O combate à fome e à pobreza devem ser preocupação de todos os povos. Não haverá paz duradoura sem o progresso para reduzir a desigualdade", afirmou Lula, ecoando as palavras ditas minutos antes por Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU."

MEIO AMBIENTE - Mudança climática já suscita reestruturação econômica, aponta estudo



Da Folha de S.Paulo :

"A mudança climática já provoca uma vasta reestruturação econômica e industrial planetária induzida pelas regulamentações públicas e as ações das empresas que se encaminham para esta postura, afirma uma pesquisa realizada com grandes grupos industriais mundiais.

O estudo foi feito pelo Carbone Disclosure Project (CDP), organismo sem fins lucrativos com sede em Londres que representa 315 grandes investidores, como companhias de seguro e bancos.

O relatório do CPD, que vem sendo lançado anualmente há cinco anos, será apresentado nesta segunda-feira em Nova York pelo ex-presidente Bill Clinton, em paralelo à cúpula sobre clima realizada na esfera das Nações Unidas.

"Essa reestruturação [econômica e industrial] já começou a redefinir as bases competitivas e das atuações financeiras das empresas e de seus investidores", destaca o documento.

"Nós representamos os investidores e, em nome deles, pedimos às maiores companhias mundiais que revelem o volume de suas emissões de gás que produzem o efeito estufa e digam também como lidam com os riscos relacionados à mudança climática", explicou Paul Dickinson, diretor-geral do CDP.

A análise das respostas das 1.300 empresas que atuam nos setores de energia automobilística mostra que os grandes grupos industriais do mundo "elaboraram nos últimos anos estratégias e construíram estruturas para minimizar as conseqüências financeiras potencialmente negativas do aquecimento global e para melhorarem sua competitividade", de acordo com o relatório.

A pressão sobre as empresas para se adaptarem vem dos investidores "porque eles querem proteger seu dinheiro e se beneficiar o mais rápido possível das indústrias do futuro", explicou Dickinson.

De acordo com o diretor-geral do CDP, o valor dos investimentos na "energia verde" já está na casa dos bilhões de dólares."

24 de setembro de 2007

SOCIEDADE - Comissão discute métodos do censo populacional na Amazônia





A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional promoverá audiência pública na quinta-feira (27) para discutir as metodologias de contagem populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos municípios da Amazônia. O debate foi sugerido pelas deputadas Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e Rebecca Garcia (PP-AM).

É com base no número de habitantes de cada cidade que se calcula o repasse dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). As parlamentares questionam os dados do IBGE e ressaltam que, em diversos casos, tem havido redução nos repasses do fundo, que representam a maior fonte de recursos financeiros da grande maioria das cidades da Amazônia brasileira.

Ausência de recenseadores
Segundo Perpétua Almeida, há reclamações de que os recursos continuam os mesmos ou até diminuíram, embora as prefeituras relatem o aumento da população, tendo como referência a procura pelos serviços médicos e educacionais. A deputada argumenta que tem se verificado a ausência de recenseadores nas zonas rurais dos municípios, devido à dificuldade de acesso a essas localidades.

Rebecca Garcia diz que o censo do IBGE não reflete a atual realidade demográfica do Amazonas e pede uma imediata readequação no índice populacional das localidades prejudicadas. Ela dá como exemplo o município de Urucurituba, cujo coeficiente de participação no FPM caiu pela metade, de 1,2 para 0,6. De acordo com a parlamentar, por intermédio de programas sociais estaduais e federais, a população desse município e de outros recebeu um atrativo econômico para permanecer em seu local de origem, diminuindo assim o êxodo urbano que antes tinha Manaus como foco receptor.

Participantes
Foram convidados para discutir o tema o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes; o presidente da Associação dos Municípios, Anderson José de Souza; e o prefeito de Urucurituba (AM), Edivaldo Silva.

A audiência está marcada para as 10 horas, no plenário 14.

MEIO AMBIENTE/SOCIEDADE - II Encontro Nacional dos Povos das Florestas - imagens












Créditos : Ascon Evento

SAÚDE - GEAP E REBECCA GARCIA TRABALHANDO JUNTOS






Do Portal Geap (www.geap.com.br) :


A Comissão de Ação Parlamentar e Institucional tem realizado audiências com Senadores, Deputados Federais, gestores de Patrocinadoras e dirigentes de órgãos governamentais em busca do aumento do per capita patronal no orçamento para 2008.

Audiências já realizadas: gestores do Ministério da Justiça, que inclui os órgãos vinculados DPF, DPRF, CADE e FUNAI; do Ministério da Previdência Social; do Ministério do Trabalho e Emprego; assessores da Secretaria de Orçamento Federal.

Em todas as audiências os gestores demonstraram sensibilidade com a reivindicação apresentada pela CAPI e compromisso de análise da matéria.
Em audiência com o Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, a Comissão foi informada sobre a inclusão de orçamento para os servidores técnico-administrativos das universidades a partir de novembro deste ano.

No Congresso Nacional, os parlamentares têm manifestado apoio à luta em prol da elevação do custeio para a assistência à saúde suplementar dos servidores públicos no orçamento da União.

Destaca-se o apoio da Deputada Rebecca Garcia (PP/AM), que solicitou da área técnica da Câmara a elaboração de emenda ao relatório preliminar de orçamento, inclusive estudo visando a unificação do per capita entre os três poderes da União.

A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público agendará audiência pública para tratar da assistência a saúde suplementar dos servidores públicos e do projeto de lei sobre a previdência complementar dos servidores públicos.

O Projeto de Lei Orçamentária para 2008 deverá ser encaminhado pelo Governo ao Congresso Nacional até o final de agosto/07. Segundo informações obtidas junto a Consultoria de Orçamento da Câmara cabem emendas ao Relatório Preliminar do Relator-Geral, deputado José Pimentel (PT/CE).

A Comissão de Ação Parlamentar e Institucional solicita a colaboração dos Conselheiros para orientar os gestores de suas Patrocinadoras quanto à necessidade de contato e sensibilização dos dirigentes do Ministério do Planejamento para o assunto. Ainda, solicita aos Conselhos Estaduais de Representantes a indicação de parlamentares para agendar audiência em busca de apoio.

As sugestões podem ser feitas via e-mail: condel@geap.com.br


Fonte : http://www.geap.com.br/comun_condel.asp?AnoInforme=04&NroInforme=48&NroArtigo=2

MEIO AMBIENTE - ONU tenta hoje quebrar gelo do pós-Kyoto




Da Folha de S.Paulo :

Secretário-geral Ban Ki-moon reúne 70 chefes de Estado para buscar um acordo sobre o substituto do tratado do clima

Reunião acontece à véspera de Assembléia-Geral e é a maior cúpula já feita sobre o tema; EUA ganham elogio de chefe do Pnuma

"A maior reunião de chefes de Estado já realizada para discutir o aquecimento global acontece hoje em Nova York, no âmbito da 62ª Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), sob bons auspícios: na última sexta-feira, 191 nações, ricas e pobres, concordaram em acelerar o processo de eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), gases que contribuem tanto para o efeito estufa quanto para a destruição da camada de ozônio.
"É um avanço histórico", afirmou à Folha Achim Steiner, diretor-executivo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente). Para ele, isso é um sinal de que pode haver acordo entre todos os países também para atacar as emissões de gás carbônico -muito mais volumosas que as de HCFCs, muito mais danosas ao clima e muito mais atreladas à economia, já que são produzidas pela queima de petróleo e outros combustíveis fósseis.
"Nesta segunda-feira, o secretário-geral Ban Ki-moon, que decidiu realizar o primeiro grande encontro entre chefes de Estado para discutir o aquecimento global, dirá a eles: nós podemos fazer, mas precisamos do apoio de todos", disse.
Steiner faz elogios cautelosos à participação americana no processo. Antes, o presidente George W. Bush colocava em dúvida os alertas de pesquisadores de que o mundo está ficando mais quente. Neste ano, ele finalmente endossou a ciência e convocou um encontro entre os 15 maiores poluidores (inclusive o Brasil) para esta semana, para discutir o combate aos gases-estufa.
"Os EUA se encontram mais perto de serem um parceiro pró-ativo nos esforços multilaterais. Isso sem dúvida é um movimento muito importante tendo em vista as negociações em Bali, no final do ano, sobre o que vem após o Protocolo de Kyoto. Não estava claro que teríamos condições de realmente dar início aos entendimentos ainda em 2007."
O objetivo da reunião de hoje, da qual participam representantes de 150 países, é dar um "sinal político" para que as negociações formais do acordo substituto de Kyoto comecem em dezembro, durante um encontro da Convenção do Clima da ONU em Bali, Indonésia.
Kyoto, que determina que os países industrializados cortem suas emissões de gases-estufa em 5,2% em relação a 1990, expira em 2012. Sua extensão precisa ser negociada neste ano, se o mundo quiser evitar os piores efeitos da mudança climática, mas nações como China, Rússia e os próprios EUA ainda têm resistências a um novo tratado -que, dizem, pode prejudicar suas economias. É essa resistência que Ban planeja dirimir hoje.
A reivindicação feita pelos países pobres de que as nações ricas, que são as maiores poluidoras, abracem maiores responsabilidades, é um dos principais assuntos na pauta.

Oportunidade
"Os países industrializados já aceitaram o seu papel de líderes no combate ao aquecimento global. A questão que se impõe neste momento é como todos juntos podem se ajudar para resolver um problema que não é mais apenas do hemisfério Norte. Não há solução a não ser que encontremos um enfoque coletivo", ponderou Steiner. "A parte difícil será justamente estruturar um sistema que seja aceitável para todos, sem uma nação ficar achando que outra está tirando vantagem dela."
Para convencer as partes envolvidas de que é preciso tomar uma atitude imediatamente, Ban colocará três argumentos sobre a mesa. Primeiro, ninguém quer viver em um mundo no qual o aquecimento global continua crescendo e afetando a todas as pessoas.
Segundo, a mudança climática não precisa ser vista apenas como um ônus. "Ela também cria oportunidades econômicas e tecnológicas", frisou o diretor do Pnuma, citando como exemplo o álcool brasileiro, que, na sua opinião, depende da criação de um mercado internacional com padrões bem definidos para se firmar como alternativa viável aos combustíveis fósseis.
Terceiro, o custo de não agir será sentido desproporcionalmente. "A África, que é a que menos emite gases-estufa, também é a menos preparada para enfrentar as conseqüências do aquecimento", frisou.
Os presidentes Lula e George W. Bush não comparecerão à discussão na ONU hoje (o Brasil será representado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva). À noite, os líderes vão a um jantar para 20 chefes de Estado."

DIRETO DE MANAUS - Brasil e Venezuela têm interesse em acordos na área energética, diz Lula


Da Agência Nacional :

"Brasília - Durante encontro hoje (20), em Manaus, os governos do Brasil e da Venezuela ratificaram o interesse dos dois países em intensificar acordos na área energética.

"Brasil e Venezuela ratificaram aqui os compromissos que tínhamos assumido há tempos atrás. Por problemas técnicos, nossos acordos andam mais devagar do que aquilo que Chávez e eu esperamos. Para nós, é extremamente significativa a parceria da construção de duas empresas mistas, uma no Brasil e outra na Venezuela, entre PDVSA e Petrobras. Com a construção desta parceria, estamos mostrando que é possível resolver os problemas energéticos dos países da América do Sul, que tem problemas energéticos e tem carências de petróleo, de gás", disse Lula, em declaração à imprensa, após encontro com o presidente Hugo Chávez.

Integrantes dos dois governos voltarão a se reunir em dezembro, em Caracas, para assinar acordos na área energética. "Iremos fazer todo o esforço para que Brasil e Venezuela possam se tornar cada vez mais países integrados. Temos mais coisas para fazer do que divergências para criar", acrescentou Lula.

O projeto das refinarias de petróleo Carabobo 1 e Abreu e Lima, o gasoduto do Sul e a produção de etanol foram temas da conversa dos presidentes dos dois países, que incluiu ainda comércio bilateral, cooperação técnica e Banco do Sul. A adesão da Venezuela ao Mercosul também fez parte da pauta do encontro, que ocorreu por sugestão do presidente brasileiro.

Chávez destacou a integração ao Mercosul: "A Venezuela ratifica sua vontade de integrar-se plenamente ao Mercosul e, assim, desenvolvermos nossos países e a nossa integração sul-americana. O Mercosul é um começo para a integração sul americana", disse, também em declaração à imprensa.

Ainda em Manaus, o presidente Lula se reunirá com o presidente do Equador, Rafael Correa, para tratar do andamento de iniciativas bilaterais nas áreas de infra-estrutura, comércio, energia e cooperação técnica.

O intercâmbio comercial entre Brasil e Equador registrou, de 2003 a 2006, aumento de 141,6%, passando de US$ 375,75 milhões para US$ 909,89 milhões."

DIRETO DE MANAUS - Recursos do PAC no Amazonas permitirão tratamento e prevenção de doenças, diz Temporão




Da Agência Nacional:

"Manaus - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem (20) à noite em Manaus que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será capaz de trazer significativas melhorias às condições de vida das populações mais carentes, além de avanços nas questões relativas à saúde em todo país. Acrescentou que os investimentos vão permitir o tratamento e a prevenção de doenças como dengue, malária e doença de Chagas.

"Todas essas doenças estão dentro do planejamento do PAC. É por isso que, além de ter um grande impacto na qualidade de vida, esse programa tem grande impacto na melhoria das condições de saúde da população. Vamos melhorar os indicadores de saúde, acabar e reduzir infecções, diarréias e muitas doenças que levam cotidianamente a população a procurar o serviço de saúde", disse o ministro.

A afirmação foi feita durante cerimônia para assinatura dos acordos que prevêm, por meio do PAC, investimentos de R$ 335,5 milhões no estado. Os recursos do PAC serão repassados pelo Ministério das Cidades que prevê, até 2010, a liberação de mais de R$ 690 milhões para obras de infra-estrutura no Amazonas. Em contrapartida, o governo estadual e a prefeitura de Manaus, juntos, devem injetar aproximadamente R$ 64 milhões, que devem benefeciar pelo menos 1, 4 milhão de pessoas.

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, destacou o apoio do governo Lula ao estado e informou que o PAC vai possibilitar a construção de novos portos no interior. "Assinei agora a ordem de serviço para construção de portos em mais 22 municípios. Com isso, teremos 53 municípios a receber essas obras porque 31 já estão recebendo esses benefícios. Estamos muito gratos ao apoio recebido", concluiu."

AL/AM: Rebeca e Arhur dicsutirão com deputados sobre divórcio

Da Agência Norte Online :

"Manaus - Hoje, 24, os deputados estaduais discutirão em audiência pública a PEC que propõe a supressão do instituto da separação judicial no direito brasileiro, possibilitando aos casais que assim o desejarem o acesso imediato ao divórcio, sem o qual não é possível contrair novo casamento.

A audiência está prevista para começar a partir das 10 horas. O deputado Arthur Bisneto (PSDB) foi quem solicitou a discussão, e confirmaram presença os parlamentares federais, o senador Arthur Virgílio Neto (PSDB), e a deputada federal Rebecca Garcia (PP). Ambos integram a Comissão Especial que aprecia a PEC.

- "Esse é um assunto de extrema relevância para a sociedade, pois atinge diretamente o núcleo familiar. Por isso espero contar com a participação dos nossos congressistas, de representantes dos poderes Executivo e Judiciário do Estado, de representantes da classe clerical e da sociedade civil organizada para discutir o assunto", justificou Bisneto.

Para os especialistas em Direito de Família, essa questão se coloca como um avanço na legislação brasileira, pois representará uma economia de custos para os casais, não apenas financeiros, mas também emocionais", observa Bisneto.

Hoje, a separação judicial pode ser considerada uma etapa antes do divórcio. Só depois que estiver separado judicialmente há um ano ou quando o casal não mora mais junto há pelo menos dois anos, é que é possível conseguir o divórcio."