Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

11 de outubro de 2007

MEIO AMBIENTE - Debatedores sugerem compensação por desmatamento



Da Agência Câmara :

"Representantes do governo, do setor produtivo, de ONGs ambientalistas e do Parlamento estão de acordo sobre a falta de efetividade da legislação que regulamenta a reserva legal no País, mas ainda não entraram em consenso sobre como a lei pode ser modificada. As divergências ficaram evidentes em audiência pública ocorrida hoje na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A principal sugestão é permitir que o produtor rural compense em uma outra área o desmatamento que efetuou, pela compra de cotas.

Prevista no Código Florestal, a reserva legal estabelece percentuais de floresta nativa que devem ser preservados em propriedades rurais. No caso da Amazônia, o índice é de 80% da terra. No Cerrado localizado na Amazônia, de 35%. E nas demais regiões do País, de 20%.

Ecossistemas diferentes
Segundo o assessor técnico da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) Rodrigo Justus, muitos produtores, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, não conseguem cumprir esses percentuais. Por isso, a CNA defende que, nesses casos, os proprietários possam compensar o desmatamento em outras áreas, inclusive de ecossistemas diferentes. "Na região Sul e Sudeste não há reserva legal nem estoques florestais suficientes para que haja compensação em um mesmo estado. Nossa idéia é que, nessas regiões, os produtores que desmataram mais do que a lei autoriza possam contribuir com a conservação da Amazônia, pagando um rendimento anual aos proprietários que estão lá, conservando. Claro que isso depende da produção de um cadastro, de um sistema de certificação, de validação, para evitar fraudes", propõe. A idéia é que produtores que consigam manter índices de reserva legal maiores que o previsto em lei possam "vender cotas" para outros que não consigam.

O governo é contra essa proposta, segundo o diretor do Departamento de Articulação de Ações da Amazônica do Ministério do Meio Ambiente, André Lima. "Para a área ambiental do governo, não faz sentido fazer compensações entre coisas que não se comunicam. Não faz sentido compensar Mata Atlântica com Cerrado, Cerrado com Floresta Amazônica, com Pantanal. Cada ecossistema tem sua importância intrínseca e precisa ser ou recuperado ou conservado", defendeu.

Leis mais duras
As sugestões do diretor são no sentido de endurecer ainda mais a legislação: ele propõe que o desmatamento em reserva legal seja transformado em crime; que seja obrigatória a comprovação da reserva legal para isenção do Imposto Territorial Rural; que o desmatamento em reserva legal e em áreas de proteção permanente (APP) seja expressamente caracterizado como descumprimento da razão social da propriedade; e, ainda, que seja feito um cadastro geo-referenciado dos imóveis rurais por município, a fim de monitorar por satélite a manutenção das reservas.

O representante do Instituto Sociambiental (ISA), Raul do Valle, também discorda de flexibilizações que beneficiem o produtor em detrimento do meio ambiente, mas é mais flexível na solução. O ISA sugere que, a partir de um zoneamento ecológico-econômico em todo o território nacional, sejam monitoradas as propriedades rurais e indicadas as áreas prioritárias para a conservação e as melhor adaptadas à agricultura. Com isso, o dono de uma área propícia à atividade agrícola não precisaria, necessariamente, manter reserva legal em sua propriedade, mas teria que compensar a ausência em outro local da região apontado como importante à manutenção daquele ecossistema.

Atualmente, a lei determina que a compensação seja feita na mesma microbacia. Mas o Projeto de Lei 6424/05, do Senado, em discussão na Comissão de Meio Ambiente, estende a possibilidade de compensação para áreas dentro do mesmo estado. O projeto permite a reposição florestal e a recomposição da reserva legal com o plantio de palmeiras que podem ser exploradas economicamente, como o açaí.

O relator do projeto, deputado Jorge Khoury (DEM-BA), já apresentou alguns pareceres sobre a matéria, mas a falta de consenso tem dificultado a votação do texto na comissão."

10 de outubro de 2007

MEIO AMBIENTE - Comissão Mista irá debater a criação de produtos biodegradáveis



Da Agência Senado :


A Comissão Mista Especial de Mudanças Climáticas aprovou, nesta quarta-feira (10), quatro requerimentos. O primeiro deles, de autoria da deputada Rebecca Garcia, solicita audiência pública em Manaus (AM) para discutir um modelo de criação de produtos biodegradáveis, especialmente em substituição a sacolas plásticas convencionais, para o consumidor. Os outros requerimentos foram apresentados pelo presidente da comissão, deputado Eduardo Gomes.

Rebecca Garcia sugere em seu requerimento que sejam convidados para o debate sobre embalagens biodegradáveis o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva; o secretário estadual do Meio Ambiente, Virgílio Viana; o presidente da Associação de Reciclagem e Preservação Ambiental (Arpa) de Manaus, Raul Lima Miranda; e ainda o diretor-superintendente da RES Brasil, Eduardo Van Roost.

Outra audiência pública foi proposta em um dos requerimentos de autoria de Eduardo Gomes. O presidente do colegiado quer promover um debate em Vitória com representantes de entidades e instituições do setor florestal do Espírito Santo, a fim de analisar os efeitos das mudanças climáticas em áreas urbanas e metropolitanas. O senador Magno Malta (PR-ES) disse que irá sugerir ao relator da Comissão, senador Renato Casagrande (PSB-ES), que essa audiência seja realizada no dia 1º de novembro.

Outro requerimento de Eduardo Gomes pede a designação de uma delegação de parlamentares para representar a comissão mista na 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP 13), a ser realizada em Bali, Indonésia, entre os dias 3 e 14 de dezembro deste ano.
O terceiro requerimento de autoria do presidente da comissão mista solicita que seja designado um parlamentar para representar o colegiado na 7ª Feira Krao, em Tocantins. O parlamentar escolhido deverá fazer uma palestra sobre projetos que tratem do bioma Cerrado e que estejam em tramitação no Congresso Nacional. A Feira acontecerá entre os dias 22 e 24 deste mês.

A próxima reunião da comissão mista, que será destinada a debater a educação ambiental e mudanças climáticas, está marcada para o dia 16 de outubro, às 14h30, na Sala 3 da Ala Alexandre Costa.

Deputada Rebecca concede entrevista à TV Câmara - Programa Bastidores


Programa Bastidores



Deputada Rebecca concede entrevista à TV Câmara - Programa Bastidores, comentando sobre a audiência pública ocorrida no dia 09.10, na Comissão de Ciência e Tecnologia sobre o projeto de lei 882/07 do Senador Tião Viana.

MEIO AMBIENTE - TV Carta Maior transmite debate sobre aquecimento global



Da Agência Carta Maior :

"SÃO PAULO - Aquecimento Global e Alternativas Energéticas será o tema do próximo "Debates Carta Maior", a ser realizado nesta próxima quarta-feira, 10 de outubro.

O evento acontece no hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, às 19h30, e terá entrada franca. Estão confirmadas as participações de Thelma Krug, Secretária Nacional de Mudanças Climáticas do MMA, Jean Marc Van der Weid, Economista Assessor da AS-PTA, Célio Bermann, Professor do Programa de Pós-graduação em Energia e do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, Edward Ferreira Filho, Promotor Membro do Movimento do Ministério Público Democrático, e Flávio Jesus Luizão, Pesquisador do INPA e da LBA.

A mediação será feita por Bernardo Kucinski, jornalista da Carta Maior e Professor da ECA/USP.

A TV Carta Maior (www.tvcartamaior.com.br) fará a transmissão do evento ao vivo.

O que: Debate "Aquecimento Global e Alternativas Energéticas"
Quando: quarta-feira, 10 de outubro
Onde: Hotel Maksoud Plaza, Alameda Campinas, 150, São Paulo Horário: 19h30
Contato: José Paulo Borges (11 3281 7087 ou 11 8413 1413)
Participam:
Thelma Krug (Secretária Nacional de Mudanças Climáticas do MMA)
Jean Marc Van der Weid (Economista Assessor da AS-PTA)
Prof. Célio Bermann (Professor do Programa de Pós-graduação em Energia e do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP)
Edward Ferreira Filho (Promotor Membro do Movimento do Ministério Público Democrático)Prof. Flávio Jesus Luizão (Pesquisador do INPA e da LBA)

Carta Maior
Av. Paulista, 1439 Conj. 113Cep 01311-200 - São Paulo - SP

Sucursal Brasília
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Salas 515/516Cep 70070-030 - Asa Sul - Brasília - DF

Fuso Horário - Relatora proporá menos diferenças no Norte







Do Jornal da Câmara :

"A deputada Rebecca
Garcia (PP-AM), relatora do Projeto de Lei 882/07, que altera o regime de fusos horários vigente no País, apresentará, nos próximos dias, a versão final de seu substitutivo. No novo texto, a relatora propõe o mesmo fuso horário para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e toda região Norte – excluído o Pará.

Para tomar uma decisão final, a parlamentar aguarda apenas um último parecer técnico do Ministério de Minas e Energia, mensurando o impacto de outra proposta: a de uniformização do fuso horário de toda a região Norte, tomando como referência o horário de Brasília. Segundo a relatora, essa mudança está praticamente descartada.

A proposta da deputada, que foi discutida hoje em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, mantém ainda a previsão original do projeto, do Senado, de extinguir o fuso horário com duas horas de atraso em relação ao horário de Brasília que vale apenas para o Acre. Se aprovado, o antigo território seguirá o horário dos demais estados da região Norte, com uma hora de atraso em relação à capital federal.

Rebecca Garcia afirmou que a diversidade de fusos na região Norte, hoje com três horários diferentes, provoca muitos problemas, sobretudo, nos serviços bancários. O coordenador-geral de Monitoramento do Sistema de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Elizeu Pereira Vicente, disse que a unificação do fuso horário na região Norte, nos limites sugeridos no substitutivo, “não tem impacto significativo”.

Porém, Elizeu Vicente não se posicionou sobre a proposta que Rebecca Garcia diz ter recebido de empresários da região Norte para alinhar os fusos do Norte ao de Brasília. A deputada reforçou que aguardará posição definitiva do ministério, mas sinalizou que dificilmente uma proposta mais arrojada será acatada. O chefe da divisão do serviço da hora do Observatório Nacional, Ricardo José de Carvalho, já rechaçou a idéia dos empresários.
O projeto também contempla regra proposta em projetos de lei do deputado Lira Maia (DEM-PA) e da deputado Elcione Barbalho (PMDB-PA), que reduzem para um o fuso horário do Pará. Hoje a metade leste do estado rege-se pelo horário de Brasília, e a outra metade, pelo fuso horário da maior parte da região Norte. (Edvaldo Fernandes)


Economia com horário de verão está caindo, diz debatedor

Dados apresentados ontem pelo coordenador-geral de Monitoramento do Sistema de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Elizeu Pereira Vicente, demonstram que a economia de energia com o horário de verão vem caindo desde a edição que durou de outubro de 2000 a fevereiro de 2001. Naquele período, a economia de consumo foi de 1%, mas, no último horário de verão (2006/2007), a economia caiu pela metade. Segundo ele, no horário de verão, há uma redução significativa do consumo de energia ao longo do dia, em média 2 mil megawatts nos últimos sete anos. Como o País só consegue acrescentar ao setor elétrico 4 mil megawatts por ano a essa capacidade, sem o horário de verão o governo teria que investir R$ 1 bilhão por ano.

Os argumentos não convenceram o deputado Manoel Salviano (PSDB-CE). Para ele, a mudança provoca uma desordem total no relógio biológico dos brasileiros, além de expor o cidadão a riscos, por sair muito cedo de casa.

Para o chefe da divisão do serviço da hora do Observatório Nacional, Ricardo José de Carvalho, as mudanças propostas no texto original do Projeto de Lei 882/07 são viáveis. Ele lembrou que, em razão da diferença entre a inclinação do sol entre as faixas limítrofes das localidades mais ao leste do País incluídas no fuso da capital federal e as diametralmente opostas, situadas no Acre, poderia haver uma diferença de até três horas dentro do Brasil.

O procurador do Acre Roberto Ferreira considera a diferença muito grande. Ele defendeu a unificação de fuso com os demais estados da região Norte, menos o Pará, nos termos do substitutivo. "



9 de outubro de 2007

ECONOMIA - AM e ES puxam alta da produção industrial em agosto, diz IBGE





Do Portal Terra :

"A produção industrial brasileira cresceu em 10 das 14 regiões do País pesquisadas em agosto sobre julho e em 12 locais na comparação com igual mês do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.
Na comparação mensal, os destaques foram Amazonas (7,5%) e Espírito Santo (6,4%). Em São Paulo, a alta da produção foi de 0,4%.
Rio Grande do Sul, região Nordeste e Bahia foram os únicos locais a apresentar queda em relação a julho. No resultado acumulado do ano, apenas o Ceará registra declínio na produção industrial.
Na semana passada, o IBGE informou que a atividade industrial brasileira cresceu 1,3% em agosto ante julho e 6,6% sobre igual período do ano passado. Nesta manhã, o instituto detalhou os dados por região."

Ciência e Tecnologia debate redução de fusos horários




Da Agência Câmara:

"A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informação realiza audiência pública nesta terça-feira (9) sobre as alterações no fuso horário brasileiro propostas pelo senador Tião Viana (PT-AC) no Projeto de Lei 882/07. O projeto reduz os fusos brasileiros de quatro para três, adiantando em uma hora o horário do Acre e unificando o horário do Pará.

A audiência foi proposta pela deputada Rebecca Garcia (PP-AM). Para ela, o projeto precisa ser analisado em todas as duas dimensões, pois tem repercussões econômicas, sociais, de saúde pública, políticas e também de consumo de energia elétrica.

Foram convidados o governador do Acre, Arnóbio Marques de Almeida Júnior; a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa; ministro de Minas e Energia, Nelson José Hubner Moreira; presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann; chefe da divisão do serviço da hora do Observatório Nacional, Ricardo José de Carvalho.

A reunião será realizada às 14h30, no plenário 14."

8 de outubro de 2007

Propostas para o Brasil - Dep. Rebecca fala sobre projeto da Meia Passagem

Propostas para o Brasil - Dep. Rebecca Garcia fala sobre projeto que estabelece em 50% do valor integral, a passagem paga por estudantes e professores do ensino superior para participação em cursos de aperfeiçoamento, especialização, pós-graduação e congressos.


ECONOMIA - Desastres naturais afetaram 6,6 mi desde janeiro



Do Portal Terra:


"Os desastres naturais no Brasil afetaram 6,6 milhões de pessoas entre janeiro e setembro deste ano, de acordo com levantamento da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional. No total, foram 730 desastres naturais, entre inundações, deslizamentos, vendavais, tempestades, estiagens, secas, pragas, incêndios florestais. Como conseqüência, 146 mil pessoas ficaram desalojadas e 40 mil desabrigadas."

7 de outubro de 2007

Revista Época - 07.10



MEIO AMBIENTE - Por mercado, empresas de tecnologia viram ciberverde

Da Folha de S.Paulo:

"Embora seja difícil determinar até que ponto a política verde de uma empresa realmente interfere na escolha de um produto, os consumidores são cada vez mais encorajados a optar por empresas atentas aos problemas ambientais.

Um reflexo disso é o empenho de muitas companhias de informática em adotar programas de reciclagem, em reduzir o consumo de energia de seus aparelhos e de dispensar o uso de elementos tóxicos nos processos de produção.

Das oito fabricantes ouvidas pela Folha --Apple, Dell, HP, LG, Motorola, Nokia, Sony e Sony Ericsson-- apenas uma disse não contar com programas relacionados com a preservação ambiental, a LG (www.lge.com.br).

Projetos

"Uma Apple Mais Verde" é o nome do projeto ecológico da Apple (www.apple.com.br), que engloba o fim do uso de elementos químicos tóxicos e o aumento do número de toneladas recicladas.

A Dell (www.dell.com.br) promove um programa de coleta de equipamentos usados que é encadeado em projetos de inclusão digital. Em parceria com a Fundação Pensamento Digital (www.pensamentodigital.org.br), as máquinas são recolhidas, recondicionadas e doadas, criando uma opção ao descarte. Além disso, a empresa afirma seguir as normas de redução de chumbo.

Já a HP conta com um programa de devolução de baterias usadas (www.hp.com.br/baterias) e vem diminuindo o uso de resinas plásticas nos cartuchos de impressão e nas embalagens. Há reciclagem para cartuchos de jato de tinta e toners, e papéis usados são revertidos em embalagens.

A Motorola (www.motorola.com.br) investe na reciclagem de baterias e de celulares e dá informações aos interessados em participar do programa pelos telefones 4002-1244 ou 0800-773 1244.

Outra a investir na reciclagem é a Nokia (www.nokia.com.br), que afirma que as caixas de seus produtos contêm explicações sobre como descartar baterias e usar a rede de coleta de portáteis usados. A empresa também restringe o uso de substâncias tóxicas.

Mercúrio, cádmio e chumbo foram removidos dos produtos da Sony, que coleta pilhas e baterias em postos autorizados.

A Sony Ericsson (www.sonyericsson.com.br) conta com sistema semelhante e recolhe baterias e aparelhos em assistências ou postos de coleta. A solicitação para retirada pode ser feita no www.gmcons.com.br/baterias"

MEIO AMBIENTE - Amazônia "queima" e América do Sul "sufoca", diz jornal


da BBC Brasil

"Uma reportagem do jornal britânico "The Independent" afirma nesta sexta-feira (5) que "várias áreas do Brasil e do Paraguai, e a maior parte da Bolívia estão sufocando sob espessas camadas de fumaça". O fato estaria sendo causado por incêndios que se multiplicam pela Amazônia.

Segundo o jornal, imagens de satélite mostraram "grandes nuvens de fumaça" causadas pela disseminação das queimadas.

"A cada ano, no fim da estação seca, em antecipação às primeiras chuvas do inverno, fazendeiros e pecuaristas em toda a América do Sul fazem queimadas para "renovar as áreas de pasto", relata a publicação.

"Mas esse ciclo histórico saiu do controle, porque o desflorestamento e a mudança climática criaram um barril de pólvora."

Além disso, afirma o jornal, a atividade pecuária tem se expandido para dentro de áreas de floresta, levando consigo a técnica de "limpar" a terra com as queimadas.

O diário nota que a atividade econômica na Amazônia se expande com o apoio e os benefícios do governo brasileiro. O país também não teria metas de redução de emissões de gases que causam o efeito estufa, embora esteja entre os primeiros em emissões de gás carbônico por causa do desflorestamento."