Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

1 de novembro de 2007

MEIO AMBIENTE - Alemanha lança 30 medidas para reduzir emissão de CO2

Da Efe, em Berlim :

"O governo da Alemanha apresentou nesta quarta-feira (31) um catálogo de 30 medidas que, segundo o ministro do Meio Ambiente do país, Sigmar Gabriel, poderão fazer com que as emissões de CO2 (dióxido de carbono) diminuam em 36,6% até 2020, em relação ao volume registrado em 1990.

As medidas estão relacionadas à promoção das fontes ecológicas de energia renováveis, e também com o aumento da eficiência energética.

Segundo Gabriel, o fomento das fontes alternativas pode evitar emissões de 50 milhões de toneladas de CO2 até 2020. O aumento da eficiência energética nas novas construções pode gerar a redução de 35 milhões de toneladas do gás.

O ministro disse que os planos no longo prazo não só favorecerão o ambiente, mas também s indústria.

De início, disse Gabriel, será preciso fazer investimentos, mas até 2020 o conjunto de medidas para a proteção do clima levará às empresas uma economia de 5 bilhões de euros (R$ 12,6 bilhões).

A indústria, no entanto, é menos ambiciosa e considera que uma redução das emissões em 30% são o máximo que se pode financiar e alcançar.

O governo quer aprovar seus planos de forma definitiva no máximo em dezembro."

MEIO AMBIENTE - Derrubada de floresta aumenta 700% em Rondônia, diz Ibama

O analista ambiental Marcelo Sauwen Cruz, assessor da Diretoria de Proteção Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), afirmou que a derrubada de florestas aumentou 700% em Rondônia nos três últimos meses, em comparação com igual período de 2003. No Amazonas, afirmou, houve um aumento de 40%, que considerou pouco significativo, se comparado com o de Rondônia.Sávio José Barros de Mendonça, assessor para a área de Desenvolvimento Sustentável do governo do Amazonas, informou que a maior pressão por desflorestamento ocorre no sul do estado, devido à expansão da fronteira agrícola.
Os municípios mais atingidos são Humaitá, para plantio de soja, e Japuí, onde crescem as pastagens. Barros de Mendonça sustentou ainda que, atualmente, o estado conta com aproximadamente 3 milhões de hectares desmatados.Durante audiência pública promovida pela Comissão da Amazônia para discutir ações sustentáveis de reflorestamento e sistemas agroflorestais, Mendonça afirmou, no entanto, que seu estado apresenta a maior área contínua preservada do País.
De acordo com Barros de Mendonça, hoje o estado conta com 18 mil hectares de unidades de preservações, dos quais cerca de 90% seriam de uso sustentável.Agricultura sustentável Para o aproveitamento dessas áreas, Barros de Mendonça disse que o Amazonas conta com projetos para plantação alternada de espécies nativas e exóticas, como açaí, pupunha, cupuaçu e mogno. "Também estudamos entrar no mercado de crédito de carbono com esses programas de recomposição de florestas", afirmou.
Segundo o biólogo Marcio Silveira Armando, da Embrapa Transferência de Tecnologia, os "compradores típicos de carbono no mercado mundial" pagam entre 10 e 20 dólares (entre R$ 17,59 e R$ 35,18) por tonelada do produto.Armando enfatizou que o principal objetivo da Embrapa na Amazônia é redesenhar o sistema de produção agrícola para que adote formas de manejo sustentáveis. Como as mudanças envolvem tanto aspectos ambientais, como sociais e culturais, ele afirma que "é fundamental a participação da comunidade na definição desses novos modelos". Uma das alternativas propostas pela Embrapa é o cultivo alternado de produtos com ciclos de colheita diferentes.

31 de outubro de 2007

POLITICA : Evento discute PEC/89 e a Reforma Tributária



Participei nesta quarta-feira (31) de um evento realizado na Câmara dos Deputados que discutiu a PEC/89 e a Reforma Tributária. A primeira, de autoria do Dep. João Eduardo Dado-PDT-SP, trata da instituição do teto remuneratório único nacional aos servidores do Fisco.

MEIO AMBIENTE - Mudança climática terá grave impacto sobre a saúde, diz estudo





Da Ansa, em Sidney


A mudança climática terá grave impacto sobre a saúde, com a ocorrência de um crescente número de vítimas por ataques cardíacos e a multiplicação de casos de asma, envenenamento por alimentos, enfermidades infecciosas, obesidade, diabetes e distúrbios mentais.


A constatação é de um estudo realizado por 13 pesquisadores, que recebeu o título "Saúde do Planeta, dos Lugares e das Pessoas". De acordo com a pesquisa, os estudiosos estão conseguindo somente agora reconhecer as repercussões do aquecimento global sobre a saúde.


O estudo calcula que o aumento na freqüência das ondas de calor acarretará uma duplicação ou até mesmo em uma triplicação até 2050 dos casos de infarto e doenças respiratórias.


Aumentará também a quantidade de pessoas afetadas pela asma, as infecções transmitidas por mosquitos, os casos de envenenamento por alimentos e as infecções virais, como a gripe aviária e a Sars (síndrome respiratória aguda grave).


Impacto
"A rápida expansão do impacto humano sobre o ambiente natural está projetando uma grande sombra sobre a saúde das gerações futuras", escreveu o autor do estudo, o professor Tony McMichael, da Universidade Nacional de Canberra.


As investigações sobre a saúde e a medicina estão se desenvolvendo junto à mudança climática, pois, já não se podem fundamentar na mesma premissa de que o mundo natural é essencialmente constante, acrescentou o estudioso.


"Hoje as ações humanas estão obstaculizando o trabalho da natureza. Necessitamos compreender melhor como as mudanças induzidas pelo homem, sobre o clima e o ambiente global, têm efeito em nossa vida e na das próximas gerações", concluiu.

POLÍTICA - Reunião da Executiva do Partido Progressista


Participei nesta quarta-feira (31) de Reunião da Executiva do Partido Progressista. Os temas discutidos foram as inserções de propaganda televisiva nas próximas eleições e as estratégias de marketing para o partido em âmbito nacional.


PP Ambiental
Através de minha iniciativa, está sendo criado um grupo político (PP Ambiental) dentro do partido para discutir e dirimir ações referentes à area ambiental, políticas públicas de governo que contemplem a sustentabilidade, a energia limpa, o saneamento urbano, a equalização das mudanças climáticas, a preservação e o manejo de florestas e áreas agrícolas, a gestão de bacias hidrográficas, o sequestro de carbono, entre outros. Este grupo será desenvolvido e gerido pelos membros do partido e terá o trabalho também de fomentar a discussão dentro das esferas regionais.

MEI AMBIENTE/SOCIEDADE - Debatedores querem integrar educação e prática ambiental




Os participantes do Seminário de Boas Práticas Ambientais no Legislativo defenderam, na tarde desta segunda-feira, que as práticas ambientalmente sustentáveis sejam adotadas de forma integrada e permanente, acompanhadas de projetos de educação que sustentem novos hábitos de consumo e de comportamento.No caso da gestão de resíduos sólidos, o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Recicladoras de Papel (Abirp), Manoel Padreca, destacou que "não basta a separação do lixo, mas um conjunto de atividades - da coleta ao tratamento adequado".Ele citou ainda a reciclagem de papel como "medida emblemática" para evitar o desmatamento e reduzir o volume de lixo. "A cada resma de papel reutilizada, haverá menos árvores a serem cortadas para a produção de celulose e menos resíduos nos aterros", explicou.


O seminário - promovido conjuntamente pela Câmara (EcoCâmara), Senado Federal (Senado Verde) e Tribunal de Contas da União (TCU Ambiental) - tem o objetivo de discutir a adoção de programas de gestão ambiental nas instituições do Poder Legislativo.


Os debates continuam nesta terça-feira, a partir das 9 horas, no auditório Nereu Ramos.Formação de consciênciaGenebaldo Freire Dias, professor de Educação Ambiental da Universidade Católica de Brasília, destacou o papel da educação na formação de hábitos ambientalmente sustentáveis. "Todas as práticas favoráveis ao meio ambiente exigem formação de consciência, o que só é possível pela educação ambiental", frisou.


O consultor legislativo da área ambiental do Senado Ivan Dutra Faria chamou atenção para a necessidade de democratizar a linguagem ambiental. Segundo ele, os técnicos, as instituições e até mesmo a mídia usam termos científicos sem a preocupação de traduzi-los de forma adequada à população. "O termo impacto ambiental é um exemplo de como a linguagem não é acessível. Ele aparece em todos os documentos, relatórios e noticiários, mas nem sempre as pessoas entendem de fato o que são impactos ambientais", argumentou.


Transportes

O diretor-executivo da Confederação Nacional de Transportes (CNT), Bruno Batista, falou sobre o programa "Despoluir" da CNT, que envolve indústrias, caminhoneiros, taxistas e trabalhadores do setor com o objetivo de reduzir a emissão de poluentes. Uma das metas do programa é aferir um milhão de veículos nos primeiros cinco anos, para evitar os fatores de risco que propiciam a emissão de gases, como motores desregulados.O setor de transportes, o segundo maior poluidor no Brasil, é responsável por 9% das emissões de gases de efeito estufa (GEE), concentrados sobretudo nos meios rodoviários. O primeiro lugar é ocupado pelas queimadas e desmatamentos, com 75% das emissões.

MEIO AMBIENTE - Comissão da Amazônia debate política sustentável de reflorestamento




O Brasil é o segundo maior do mundo em cobertura florestal, 48% de sua área é coberta por vegetação nativa. A afirmação é do chefe de gabinete da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Leonel Graça, feita hoje à tarde durante a audiência pública “Política Sustentável de Reflorestamento e Sistemas Agro-Florestais”. O evento foi uma realização da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional (CAINDR), atendendo a solicitação das deputadas Perpétua Almeida (PCdoB-AC), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AC) e Rebecca Garcia (PP-AM) e do deputado Eduardo Valverde (PT-RO).


De acordo com Leonel Graça o Brasil só perde para Rússia em termos de cobertura florestal e quando se trata de América do Sul a superfície florestal é incomparável. “Porém, em termos de floresta plantada, a China tem 45 milhões de hectares e nós (Brasil) só temos 5 milhões de hectares. Estamos em sétimo lugar, atrás de China, Índia, Rússia, EUA, Japão e Canadá”, alerta .


Leonel Graça disse que hoje o Brasil pensa num novo modelo de desenvolvimento sustentável em que a floresta nativa possa ser inserida na economia nacional e mundial. Entre outros exemplos, que evidenciam este novo modelo, ele citou o Plano Nacional de Silvicultura com Espécies Nativas e Sistemas Agroflorestais (PENSAF) que faz parte das prioridades do Programa Nacional de Florestas (PNF). “É uma opção para expansão das plantações florestais com espécies nativas para fins produtivos e recuperação de áreas degradadas”, explicou.


Além do Ministério do Meio Ambiente, o PENSAF envolve os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Ciência e Tecnologia (MCT), do Desenvolvimento Agrário (MDA) e organizações da Sociedade Civil. Graça evidenciou que nenhuma atividade agrícola é mais rentável que a florestal. “Porém ela tem retorno financeiro mais demorado”, esclareceu.


Desmatamento

O representante da Diretoria de Projeto Ambiental do Ibama, Marcelo Sawen Cruz, disse que nos últimos três meses deste ano houve elevação de 40% da área desmatada no sul do Estado do Amazonas em comparação com o mesmo período de 2003. Segundo ele, no entanto, esse crescimento é pouco significativo se comparado ao de Rondônia, onde o aumento foi de 700% no mesmo período.


Sawn Cruz, porém, ressaltou que com a implantação do Plano de Controle e Prevenção de Desmatamento da Amazônia, implantado em 2003, o desmatamento diminuiu. “O Amazonas, por exemplo, vinha apresentando uma ascensão no desmatamento, mas em 2004 diminuiu”, afirmou. Ele disse, ainda, que há uma ação para melhorar a atuação do Ibama nas cidades de Apuí e Boca do Acre, municípios de maiores registros de desmatamento. “O objetivo foi descentralizar a atuação no sul do Amazonas, passando a responsabilidade para a superintendência do Acre, mais próxima dos municípios”, explicou.


O assessor para a Área de Desenvolvimento Sustentável do Governo do Estado do Amazonas, Sávio José Barros de Mendonça, disse que o Estado tem cerca de 3 milhões de hectares desmatados. O que, segundo ele, proporciona oportunidade para: plantio consorciado de açaí, dendê, cupuaçú e outras espécies econômicas; priorizar o plantio nas áreas de roça; e desenvolver programas na área de crédito de carbono.


Sávio Mendonça enfatizou que, em área contínua de florestas nativas, o Amazonas é o estado mais preservado do País, possui 18 mil hectares de unidades de conservação ambiental, sendo que 2,3 mil hectares são de uso sustentável.


Políticas Públicas

O coordenador geral de Monitoramento e Avaliação da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Márcio Fontes Hirata, destacou que o objetivo do MDA é ser um gestor de políticas públicas na agricultura familiar e no assentamento agrícola. Disse que o foco principal das políticas do Ministério para a Amazônia concentra-se em três áreas: acesso ao conhecimento, acesso ao crédito e desenvolvimento do biodiesel.


Com relação ao acesso ao crédito, Mário Hirata informou que a meta é ampliar o crédito (Pronaf) e aperfeiçoar as linhas de crédito para silvicultura. No que se refere ao biodiesel explicou que há toda uma ação vinculada ao aporte financeiro para a produção do biodiesel a base de dendê, assim como o estabelecimento do Selo Social.


Tecnologia

Márcio Silveira Armando, Biólogo da Embrapa Transferência de Tecnologia, disse que a empresa trabalha focada na agroecologia. “Desde de 2006, quando foi editado um macro-referencial em agroecologia não cabem mais pacotes prontos, em que o agricultor recebe a tecnologia pronta, é necessário a construção em conjunto com a sociedade”, defendeu. De acordo com ele as diretrizes na transição agroecológica foram: conservar e restaurar os recursos naturais, manejar os recursos produtivos e restaurar o sistema.


O engenheiro florestal do Banco da Amazônia, Marcelo Lúcio Silva, disse que, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), o Banco da Amazônia financia planos de manejo florestal sustentável, de reflorestamento, de sistemas agroflorestais e de industrialização.
Ele destacou entre os objetivos do Fundo o incentivo e o apoio às iniciativas que visem à reabilitação de áreas degradadas, especialmente aquelas que incorporem sistemas agroflorestais ou reflorestamento

30 de outubro de 2007

MEIO AMBIENTE - Comissão discute ações de reflorestamento na Amazônia




Da Agência Câmara:

"A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional promove nesta tarde audiência pública para discutir ações sustentáveis de reflorestamento e sistemas agroflorestais na Amazônia. O objetivo do debate, proposto pelos deputados Eduardo Valverde (PT-RO), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Rebecca Garcia (PP-AM) e Perpétua Almeida (PCdoB-AC), é discutir degradação de áreas de florestas na Amazônia, ações de reflorestamento e mecanismos de fomento à implantação de sistemas agroflorestais sustentáveis econômica, social e ambientalmente, entre outros assuntos.

Foram convidados para o debate representantes dos ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda e do Desenvolvimento Agrário, da Embrapa, do Banco da Amazônia e do governo do Amazonas.

A audiência está marcada para as 14 horas, no plenário 16."

CULTURA - 2ª Edição da Mostra de Filme Etnográfico revela uma Amazônia pouco conhecida



Tratar de cinema e de uma Amazônia ‘escondida’. Esses são os dois grandes objetivos da 2ª Mostra Amazônica de Filme Etnográfico, que vai começar na sexta-feira, 26, no Teatro Gebes Medeiros (Centro Cultural Ideal Clube), a partir das 19 horas. Durante os seus dias do evento, que vai até 1º de novembro, vão ser feitas exibições de filmes, palestras e homenagens, além da apresentação dos projetos que vão competir na mostra competitiva, que este ano reúne 15 documentários, escolhidos entre 40 inscritos nas categorias de longa, média e curta-metragem.

O evento é uma realização do Núcleo de Antropologia Visual da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e do Centro Universitário do Norte (Uninorte) e conta com o apoio do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Petrobras, Copa Airlines, ISA/SESC Amazonas e Coordenação das Organizações Indigenas da Amazônia Brasileira (Coiab).

A mostra competitiva da 2ª Mostra Amazônica de Filme Etnográfico vai trazer 15 produções de diferentes localidades como São Paulo, Pará, Rio de Janeiro, Roraima, Amapá, Pernambuco, Amazonas, além do Peru e Colômbia. Todos os documentários serão julgados por um júri formado pelo escritor Márcio Souza, pela antropóloga e professora da Ufam Márcia Calderipe, pelo cineasta peruano e vencedor da 1ª Mostra em 2006 com o filme ‘Buscando o Azul’, Fernando Valdívia, pelo professor do Departamento de Cinema da Unicamp Marcius Freire e pelo cineasta e presidente da Associação Brasileira de Documentarias (ABD) de Rondônia, Beto Bertagna. O vencedor será premiado com o troféu Muiraquitã, em três diferentes categorias: curta, média e longa-metragem.

Os homenageados desta edição do evento serão dois projetos de vídeo. O primeiro chama-se ‘Vídeo nas Aldeias’, realizado em Pernambuco, com coordenação de Vincent Carelli e Mari Corrêa. Desde 1987, o projeto trabalha com a capacitação, introdução e intercâmbio de tecnologias com a população indígena do local. Já o segundo serão os projetos de vídeo do padre Casimiro Bekstá, que dedicou sua vida a estudar e registrar imagens de ritos e do cotidiano de povos indígenas diversos.

Outros destaques são os cursos e oficinas, que tem como temas ‘O Uso da Fotografia na Pesquisa de Campo’, que será ministrado pelo fotógrafo, cineasta e psicanalista José Inácio Parente (RJ), e ‘Antropologia Visual’, com o professor da Universidade de Pernambuco Renato Athias. Três fóruns de debates também ocorrem nesta edição do evento, no Teatro Gebes Medeiros, e abordarão as seguintes temáticas: ‘A Experiência do Projeto de Vídeo nas Aldeias’, com Vincent Carelli, Mari Corrêa e o professor da Ufam, Carlos Dias Jr; ‘Olhares Indígenas’, com os cineastas indígenas, Isaac Pinhanta, Takuma Kuikuro, André Baniwa e Zezinho Yube; e por fim ‘Imagem e Memória’, com o professor e técnico do Iphan, André Bazzanella, Beto Bertagna, presidente da ADB (RO), e Alfredo Wagner de Almeida, professor da Ufam.

Ainda será lançado, na sessão de abertura, no dia 26 de outubro, no Teatro Gebes Medeiros, o primeiro DVD da coleção ‘Cineastas Indígenas’, realizado pelo Coletivo Kuikuro de Cinema e produzido pelo projeto Vídeo nas Aldeias, e também o novo livro de Márcio Souza, intitulado ‘Silvino Santos – O Cineasta da Borracha’.

A Mostra também vai contar com as exposições ‘Três Olhares, uma Amazonia’, dos fotógrafos Jimmy Christian, Fernanda Preto e Erlan Moraes; e os desenhos de ‘O Mito Tukano da Criação Segundo Gabriel Gentil’, da curadoria da professora Graça Barreto.

2ª Mostra Amazônica de Filme Etnográfico.

Programação da Mostra Competitiva:

“A Descoberta da Amazonia pelos Turcos Encantados” (PA), de Luiz Arnaldo Campos;

“A Incrível História de Coti, o Rambo de São Jorge” (AM), de Anderson Mendes;

“A Saga do Piabeiro” (AM), José Guedes;

“Alô, alô Amazonia” (AP), Gavin Andrews;

Apapaatai” (SP), de Aristóteles Barcelos Neto;

“Cacataibo – Contacto com el Origen’ (Peru), de Marco Antônio Alvarado Garazatua;

“Deus é Ele” (SP), de Eduardo Duwe;

“From the Inside Out” (Colômbia/Holanda), de Jan Willem Meurkens;

“Marankiari – Tierra de Culebras” (Peru), Salomón Senepo;

“Nas Terras do Bem-Virá” (SP), de Alexandre Rampazzo;

Nômades Urbanos” (AM), de Aristeu Santos, Adson Queiroz e Viviane Tavares;

Panela Macuxi” (RR), de Andrezza Mariot e Luiza Maura;

“Pirinop – Meu Primeiro Contato” (PE), de Mari Corrêa e Karané Ikpeng;

“Roça Crua – As Roças Orgânicas das Quebradeiras de Coco do Maranhão” (RJ), de May Waddington;

Sete Palmos de Terra e Um Caixão” (AM), de Ízis Negreiros e Carlos Garcia.

Local: Teatro Gebes Medeiros (Centro Cultural Ideal Clube), Av. Eduardo Ribeiro, 937, Centro (mostra competitiva, palestras, fóruns, homenagens e exposições).

Data: de 26 de outubro a 1° de novembro.

Outras informações: http://www.mostraetnografica.ufam.edu.br/

Entrada gratuita.

MEIO AMBIENTE - Câmara destina verba de madeira ilegal ao combate à fome






A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na última quarta-feira (24) o Projeto de Lei 274/03, do deputado Sarney Filho (PV-MA), que destina ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Programa Fome Zero) a verba obtida com a venda de madeira ilegal apreendida. A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que não define um destino para a madeira cortada ilegalmente. Aprovado em caráter conclusivo, o projeto segue agora para a análise do Senado.

O relator da proposta na CCJ, deputado Nelson Trad (PMDB-MS), recomendou sua aprovação na forma do substitutivo da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O projeto original previa a utilização da madeira por órgãos do poder público ou entidades beneficentes, mas o substitutivo optou por sua venda e destinação dos recursos ao combate à fome.

90% do total
Sarney Filho, relator da CPI que investigou o Tráfico de Animais Silvestres e o Comércio Ilegal de Plantas no País, explicou que, em muitos casos, a madeira apreendida pelo Ibama ou doada acaba repassada para as madeireiras responsáveis pelo corte ilegal. "A proposta tem como objetivo coibir a lavagem de madeira ilegal, situação que foi constatada pela CPI", afirmou o autor. De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, cerca de 90% da madeira cortada na Amazônia são de origem ilegal.

MEIO AMBIENTE - Crianças são mais afetadas pelo aquecimento global, diz pesquisa




Da France Presse, em Washington

As crianças são especialmente vulneráveis aos efeitos adversos do aquecimento global sobre a saúde, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira (29).

"As conseqüências diretas antecipadas da mudança climática sobre a saúde incluem danos e morte, produtos do clima extremo e dos desastres naturais, aumento das doenças infecciosas e das doenças vinculadas à poluição do ar e ao calor, potencialmente fatais", afirma o estudo, apresentado no congresso anual da Academia de Pediatria dos Estados Unidos.

"Em todas essas categorias, as crianças são as mais vulneráveis em relação a outros grupos", indicou.

Entre os perigos de saúde associados à mudança climática que afetariam as crianças está o aumento de doenças como a malária, asma e problemas respiratórios.

Os autores do estudo pediram aos pediatras, especialmente nos Estados Unidos, país em que ocorre a maior quantidade de emissões de gases de efeito estufa per capita, que promovam práticas que não danifiquem o ambiente.

O informe também advertiu sobre a escassez de comida devido ao aquecimento global e uma menor disponibilidade de água em regiões como a costa oeste dos Estados Unidos.

29 de outubro de 2007

TV Câmara - Comissão da Amazônia discute medidas para combater a biopirataria (Câmara Hoje)



TV Câmara - Comissão da Amazônia discute medidas para combater a biopirataria (Câmara Hoje). Deputada Rebecca Garcia comenta sobre a audiência realizada na Comissão da Amazônia.

Foto do Dia


Rio de Janeiro - Presidente Lula e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, durante apresentação do projeto de pesquisa em bioetanol, biocombustível produzido a partir de resíduos agroindustriais Foto: Ricardo Stuckert/PR

28 de outubro de 2007

DICA DE SITE - Eu cuido do planeta


http://www.eucuidodoplaneta.com.br/

O HSBC Bank Brasil lança uma iniciativa inédita no segmento de seguros no país. Trata-se da neutralização de carbono referente aos seus segurados. O cliente que adquirir ou renovar a apólice de seguro de carro ou residência na HSBC Seguros receberá um certificado de neutralização de carbono e será um protetor de florestas nativas.

A iniciativa, que conta com investimento de R$3,5 milhões mais R$ 7 milhões em mídia, foi desenvolvida em parceria com a ONG SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental - por meio do Instituto HSBC Solidariedade. Inicialmente a ação será focada no desmatamento evitado, que tem como missão trabalhar na proteção de áreas naturais remanescentes de florestas originais, o que implica em todo ecossistema existente da região.

MEIO AMBIENTE - Países não resolveram problemas climáticos, diz relatório da ONU






Da Efe, em Nova York :

"O PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) afirmou nesta quarta-feira (25) que os países continuam sem resolver desafios globais como o impacto da mudança climática, a extinção de espécies e a fome.

Em seu relatório "Perspectivas do Meio Ambiente Mundial", o órgão da ONU (Organização das Nações Unidas)ressalta que esses e outros desafios são problemas "ainda não solucionados" e que "põem a humanidade em perigo".

As advertências do PNUMA unidas nesse documento formam o primeiro relatório sobre o meio ambiente realizado pelo organismo em 20 anos, quando a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento publicou o estudo "Nosso Futuro Comum", também conhecido como Relatório Brundtland.

O relatório mais recente também é chamado de GEO-4 (Global Environment Outlook, na sigla em inglês) e foi elaborado por 390 especialistas de todo o mundo. Foram avaliados os estados atuais da atmosfera, da terra, da água e da biodiversidade em nível global.

O GEO-4 também descreve as mudanças ocorridas desde 1987 e identifica uma série de ações prioritárias.


Desafios
Dentro do panorama pessimista, o PNUMA destacou alguns progressos conseguidos no combate a problemas relativamente simples, mas afirmou que "os mais difíceis ainda permanecem".
"Em muitas ocasiões esta resposta foi lenta e esteve marcada por um ritmo e um grau de atuação que não responde ou que não reconhece a magnitude dos desafios enfrentados pelas populações e pelo meio ambiente", disse o subsecretário-geral da ONU e diretor-executivo do PNUMA, o alemão nascido no Brasil Achim Steiner.

Entre os exemplos positivos, o subsecretário destacou o corte mundial de 95% na produção de substâncias químicas que danificam a camada de ozônio durante os últimos 20 anos e o tratado de redução das emissões de gases do efeito estufa.


Problemas
Mas entre os problemas que os especialistas consideram ainda existentes estão situações que vão desde o rápido aumento de "zonas mortas" (carentes de oxigênio) nos oceanos, até a reaparição de doenças conhecidas e desconhecidas relacionadas em parte com a degradação da natureza.

Em relação à mudança climática, o relatório diz que agora a ameaça é tão urgente que é preciso cortar fortemente as emissões de gases poluentes até meados do século.

Os especialistas sustentam que a mudança climática é uma "prioridade mundial" que exige vontade política e liderança, mas destacam que há uma "assombrosa falta de sentimento de urgência" e uma resposta mundial "infelizmente inadequada" diante de tal prioridade.

Desigualdade
Outro problema citado pelos especialistas do PNUMA se refere às pessoas que vivem "muito acima" de suas possibilidades.

"Hoje em dia, a população humana é tão grande que a quantidade de recursos necessários para sustentá-la supera a disponibilidade deles", alerta o documento.

A demanda da humanidade sobre o meio ambiente é de 21,9 hectares por pessoa, enquanto a capacidade biológica média da Terra é de apenas 15,7 hectares por pessoa.

O relatório diz que o bem-estar de bilhões de pessoas no mundo em desenvolvimento está em perigo, pelo fato de os problemas simples que foram combatidos com sucesso em outros lugares ainda não terem sido resolvidos.


Alertas
Outros aspectos que pedem ação rápida, segundo o GEO-4, são a diminuição das populações de peixes, a perda de terra fértil por degradação e a pressão insustentável nos recursos.

O estudo alerta, além disso, para a queda da quantidade de água doce disponível para o ser humano e outros seres vivos, e para o risco de que os danos ao meio ambiente possam chegar a tais níveis em que não tenham mais chances de recuperação.

As negociações sobre um tratado que irá substituir o Protocolo de Kyoto, o acordo internacional que obriga os países a controlar as emissões, começam no mês de dezembro em Bali (Indonésia)."

MEIO AMBIENTE- Kyoto não será totalmente cumprido, diz vice do IPCC





Da Folha de S.Paulo, no Rio :

"O vice-presidente do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), Mohan Munasinghe, afirmou ontem no Rio que está confiante na adoção de metas mais rígidas de redução das emissões de carbono numa segunda versão do Protocolo de Kyoto, acordo internacional que estabeleceu metas até 2012 para redução dos gases de efeito estufa.
Segundo ele, apesar de os EUA não terem participado do primeiro acordo e de algumas metas dificilmente serem atingidas, há mais consenso hoje para adotar regras mais rígidas a partir de 2012.

"Sabemos que, infelizmente, algumas metas do Protocolo de Kyoto não serão atingidas, mas esperamos que o pós-Kyoto tenha regras ainda mais rígidas. Hoje, há mais pressão por parte da sociedade sobre os políticos."

Ontem, numa reunião na Indonésia, representantes de governos do mundo todo concordaram em fixar 2009 como data-limite para produzir o acordo substituto de Kyoto. As negociações começam em dezembro, em Bali.


Questionado sobre a viabilidade de um novo acordo mesmo sem os EUA, Munasinghe respondeu que "talvez haja mudanças no governo americano". Ele afirmou também que o cenário é favorável a um comportamento mais responsável por parte das empresas.

O economista cingalês participa no Rio de um encontro organizado pelo governo do Estado e pela Companhia Vale do Rio Doce para a aplicação no Estado das sugestões feitas pelo IPCC para atacar o aquecimento global.
"