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Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

17 de novembro de 2007

MEIO AMBIENTE - Mudanças na Amazônia são aterrorizantes, diz ONU

Ban Ki-moon posa com Rajendra Pachauri, do IPCC, durante
conferência em Valência, na Espanha (Foto: Fernando Bustamante/AP)



Do Portal G1 :
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou neste sábado (17) que "tesouros" da Terra estão sendo ameaçados pelas mudanças climáticas, citando a Antártida, as geleiras de Torres del Paine e a Amazônia. “As mudanças nessas regiões são tão aterrorizantes quanto as de filmes de ficção científica. São ainda mais [aterrorizantes] porque são reais”, continuou.

Ban Ki-moon presidiu na cidade espanhola de Valência o encerramento da 27ª sessão plenária do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, reunido desde segunda-feira (12).

O secretário-geral defendeu o uso de meios "reais e acessíveis" para combater as mudanças climáticas e pediu que os políticos dêem resposta às evidências que os cientistas constataram. Ki-moon defendeu, por exemplo, ir "além" da luta contra a mudança climática, para buscar novos e melhores modos de produzir e de consumir, promover indústrias não-poluentes e avançar para uma "aliança mundial" a favor do crescimento baseado em uma economia verde.

Ações concretas
Ban Ki-moon disse que o relatório aprovado pelo IPCC em Valência responde a muitas das questões políticas sobre a mudança climática e afirmou que, agora, cabe aos governos traduzirem essas respostas em ações concretas. Ele destacou, por exemplo, a importância da reunião da Convenção de Mudança Climática da ONU em Bali, em dezembro, e expressou sua confiança de que, depois de os cientistas terem falado "claramente e com uma só voz" em Valência, os dirigentes políticos mundiais façam o mesmo em Bali. O secretário-geral da ONU disse ainda que uma ação política "coordenada e sustentada" poderia evitar alguns dos pontos mais catastróficos apontados pelo relatório do IPCC. Ele advertiu que a cúpula de Bali deverá estabelecer um calendário de negociações e confiou em que se chegará a um acordo para que esse processo tenha terminado em 2009.

Conseqüências
Ki-moon observou que um dos aspectos cruciais do relatório dos cientistas é que a mudança climática afetará muito especialmente os países em desenvolvimento e apontou que o degelo das geleiras provocará inundações nas zonas montanhosas e escassez de água na Ásia meridional e na América do Sul. A alta do mar pode provocar a inundação de pequenos Estados insulares em desenvolvimento, disse Ban Ki-moon, que advertiu também que a redução das chuvas agravará a insegurança na África. "A mudança do tempo e das temperaturas pode fazer os países em desenvolvimento retrocederem para o poço da pobreza e desfazer muitos dos progressos", disse o principal responsável da ONU. Ban alertou que a resposta à mudança climática não será eficaz se forem sacrificados outros objetivos, entre eles a erradicação da pobreza. O secretário-geral da ONU apelou à comunidade internacional para que volte seus esforços em buscar respostas políticas e não em procurar "culpados". Ele também disse que os efeitos da mudança climática são "tão graves e tão generalizados" que requerem uma ação "urgente e mundial". Ban Ki-moon considerou que os acordos futuros deverão incluir incentivos para os países em desenvolvimento. Entre esses esforços estão melhores condições financeiras para tecnologias energéticas pouco poluentes, ajudas financeiras para que os países mais vulneráveis se adaptem aos efeitos da mudança e transferências de tecnologias pouco poluentes. A ONU, disse, quer dar exemplo na luta mundial contra a mudança climática e faz um esforço para que suas operações no mundo todo sejam "neutras" no que diz respeito às emissões de gases que intensificam o efeito estufa.

15 de novembro de 2007

MEIO AMBIENTE - EUA e China lideram emissões de CO2 para geração de energia




Da Folha Onlineda France Presse, em Washington

"Estados Unidos e China são os maiores emissores de dióxido de carbono (CO2) para a produção de eletricidade, revela pesquisa realizada pelo instituto americano Center for Global Development e publicada no site Carbon Monitoring for Action (Carma, na sigla em inglês), uma organização americana especializada em desenvolvimento.

Os produtores americanos de eletricidade emitem todos os anos 2,8 bilhões de toneladas de CO2, seguidos de perto pelos chineses, com 2,7 bilhões de toneladas, segundo o estudo, que analisou 50 mil centrais elétricas em todo o mundo.

No prazo de cinco a dez anos, os chineses deverão superar os Estados Unidos, prevê David Wheeler, um dos autores do estudo.

De acordo com Wheeler, em dez anos, a China deverá estar emitindo mais de 4 bilhões de toneladas de CO2 para produzir sua eletricidade, contra cerca de 3 bilhões de toneladas dos EUA.

A produção de eletricidade, responsável pela emissão de 10 bilhões de toneladas a cada ano, responde por um quarto das emissões totais de dióxido de carbono, principal responsável pelo aquecimento global.


Emissão per capita
O etudo também aponta a Austrália como país com o maior volume per capita de emissão de dióxido de carbono (CO2) resultante da geração de eletricidade.

Segundo o estudo, os australianos emitem 10 toneladas métricas de CO2 per capita por ano na geração de eletricidade, cerca de cinco vezes mais do que a China.

A América Latina não aparece com destaque no ranking, porque a geração de energia na região é basicamente hidrelétrica, disse à BBC Liliana Hisas, integrante do Carma.

"As reservas de carbono existentes no planeta são uma maneira fácil de entender por que, por exemplo, os Estados Unidos são os maiores emissores de dióxido de carbono. É porque têm as reservas mais importantes e as utilizam", disse Hisas.

O estudo revela, no entanto, que apesar de as usinas americanas serem as maiores emissoras, as australianas são menos eficientes, com o maior volume per capita. "

13 de novembro de 2007

Amazonas film festival



Nesta semana estou sendo jurada no Amazonas Film Festival na área de documentários, um festival internacional que destaca filmes de aventura em todas as suas manifestações; enfatizando temas de ecologia, relações humanas, etnologia e vida selvagem.O evento acontece entre 9 e 15 de Novembro

MEIO AMBIENTE - IPCC exige atuação multilateral em relação à mudança climática

da Efe, em Valência

"O IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) da ONU exigiu na segunda-feira (12) que as autoridades mundiais realizem o mais rápido possível ações multilaterais para enfrentar o problema das mudanças climáticas, já que a situação tem base científica e seus efeitos em todo o planeta foram comprovados.

A 27ª sessão do IPCC foi aberta na segunda-feira no Museu das Ciências de Valência, na Espanha, pelo presidente do organismo, Rajendra Pachauri, que encorajou os 450 especialistas participantes do encontro a elaborarem o melhor relatório possível, diante da cúpula mundial do organismo a ser realizada em Bali (Indonésia), no mês de dezembro.

Durante essa reunião, a ONU negociará a nova estratégia multilateral a ser seguida nos próximos anos em relação à mudança climática. O acordo irá substituir o Protocolo de Kyoto, vigente até 2012.

O secretário-executivo da Convenção da ONU para a Mudança Climática, Yvo de Boer, destacou em seu discurso a necessidade de empreender ações "multilaterais" para enfrentar os efeitos do problema climático o mais rápido possível, já que não fazê-lo seria "uma irresponsabilidade criminosa".

De Boer ressaltou a evidência científica deste fenômeno, cujos efeitos serão sentidos em todos os países em maior ou menor medida, e em alguns casos representarão "uma ameaça para a sobrevivência".

Pachauri disse que esta reunião, que acaba no próximo sábado (17), será um ponto de partida sobre o que o IPCC deve fazer no futuro, e expressou seu desejo de que a reunião termine com "enorme sucesso" e de que seus debates sejam produtivos.

Os participantes do evento se reuniram em sessões técnicas, todas elas a portas fechadas, e que terão seus resultados apresentados no sábado, em uma entrevista coletiva que terá a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Protesto
Antes da abertura do encontro do IPCC, nove membros do Greenpeace escalaram uma construção e instalaram três cartazes de protesto, cada um com cerca de 400 metros quadrados, em frente ao Museu das Ciências, que foram retirados logo em seguida pelas autoridades.

O lema escrito nos cartazes era: "Perigo: Salvemos o Clima já", e mostravam também uma imagem do planeta pegando fogo emoldurado por um sinal de perigo.

A responsável do Greenpeace pela campanha sobre a mudança climática, Raquel Montón, explicou que o objetivo do protesto é "apoiar os especialistas da ONU".

"Queremos transmitir ao mundo inteiro, por meio de uma foto, que os presentes em Valência nesta semana são os que mais sabem sobre a mudança climática. Quantos mais governos os escutarem, melhor", disse.

Montón ressaltou a importância de os países mais industrializados do mundo reduzirem em mais de 85% suas emissões de CO2 (dióxido de carbono), para evitar que a temperatura média global suba mais de 2ºC, a "linha vermelha" que, segundo ela, implicaria em "danos irrecuperáveis" para a humanidade. "

MEIO AMBIENTE - Câmara aprova redução de 4% na emissão de gases até 2012



A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou em caráter conclusivo, substitutivo ao Projeto de Lei 19/07, do deputado Sarney Filho (PV-MA), determinando a redução em 4%, até o ano de 2012, do total de emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa em relação ao percentual emitido em 1990.Os gases estufa causam o aquecimento global, segundo cientistas. As metas para a diminuição desse efeito nocivo ao planeta constam do Protocolo de Quioto, discutido e negociado no Japão em 1997 e ratificado em 1999. Ele entrou em vigor em fevereiro de 2005. Pelo protocolo, somente países industrializados têm metas de redução. O projeto inova ao determinar que o Brasil, um país emergente, tenha suas próprias metas.O projeto original estipulava redução de 5,2% na emissão de gases, mas o percentual foi reduzido por emenda da Comissão de Meio Ambiente de Desenvolvimento Sustentável. A votação na CCJ seguiu o parecer do relator, deputado Geraldo Pudim (PMDB-RJ). A reunião foi encerrada em seguida.

Convite - Dia Internacional de Não Violência Contra a Mulher