Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

29 de dezembro de 2007

MEIO AMBIENTE - Nova York quer reduzir emissões de carbono em 30% até 2030

Da BBC Brasil

A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, deu início a um projeto de reduzir em 30% até 2030 suas emissões de gases que causam o efeito estufa.

A primeira mudança simbólica já se nota nas luzes da famosa árvore de Natal do edifício Rockefeller Center, que ganhou lâmpadas que economizam energia.

As lâmpadas da ponte Brooklin também serão substituídas no ano que vem, a um custo de US$ 500 mil (cerca de R$ 900 mil).

Como este tipo de iluminação dura três vezes mais que as lâmpadas tradicionais, espera-se que a cidade economize dinheiro no longo prazo.

Nova York está se tornando "verde" --esta é a manchete que o bilionário e prefeito Michael Bloomberg quer ver no Ano Novo, no momento em que ele tenta reduzir os custos de energia de uma cidade que responde por cerca de 1% das emissões americanas de carbono.

Veículos
Novos veículos híbridos de polícia e bombeiros também serão introduzidos, junto com caminhões de lixo, por um período de testes. A cidade planeja ainda adotar iluminação econômica em escolas e prédios municipais.

Estes projetos de curto prazo têm o objetivo de atingir uma redução de 34 mil toneladas por ano na emissão de gases que causam o efeito estufa --um volume relativamente modesto, considerando que estas emissões alcançam atualmente quase 60 milhões de toneladas por ano.

A maioria das emissões de Nova York se deve ao consumo de energia dos seus famosos arranha-céus. Estima-se que os edifícios urbanos respondem por 80% do total do carbono lançado na atmosfera pela cidade.

28 de dezembro de 2007

POLÍTICA - Dep.Conceição Sampaio lança BLOG

A deputada estadual Conceição Sampaio (PP-AM) lançou recentemente um BLOG na internet, onde publicará suas ações e projetos. Parlamentar atuante, mulher de fibra, sempre presente nas grandes discussões da Assembléia Legislativa, Conceição enriquecerá a leitura de seus inúmeros eleitores-leitores.


Acesse e veja mais







SOCIEDADE - Educação. O caminho da revolução.

O jornal "A Crítica" publica matéria hoje sobre uma escola da comunidade do Careiro Castanho em Manaus em que os alunos e os pais fizeram a diferença. Arregaçaram as mangas e colocaram em prática aquilo que o Estado deixou de fazer, operar.

Leia abaixo:


Informe.08 - Retrospectiva 2007


SAÚDE - Discussão sobre a descriminalização do aborto

POLÍTICA - Relatoria de Projeto

COMISSÃO de meio ambiente e desenvolvimento sustentável
PROJETO DE LEI Nº 2.308, DE 2007

Acrescenta artigo à Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003, que “institui a Política Nacional do Livro”.

Autor: Deputado ELIENE LIMA

Relatora: Deputada REBECCA GARCIA

I - RELATÓRIO

O Projeto de Lei nº 2.308, de 2007, de autoria do ilustre Deputado Eliene Lima, acrescenta o art. 6º-A à Lei da Política Nacional do Livro, prevendo que o editor empregue papel reciclado em pelo menos 30% de suas publicações. Para os fins da proposição, é considerado papel reciclado aquele proveniente do reaproveitamento de aparas produzidas pelo fabricante, antes do consumo, ou a partir da coleta pós-consumo.

Na Justificação, o Autor alega que é necessário evitar o desperdício de papel, material precioso. Segundo S. Exa., cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 eucaliptos adultos, 2,5 barris de petróleo e 30 m3 de água, em relação ao processo normal de fabricação de papel, bem como o volume correspondente a 3 m3 nos lixões e aterros. Assim, o projeto de lei por ele apresentado reveste-se de grande importância para o meio ambiente e o controle da poluição urbana.

Proposição sujeita à apreciação conclusiva pelas comissões, nos termos do art. 24, II, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados – RICD, cabe a esta Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CMADS analisar-lhe o mérito ambiental.

Aberto o prazo de cinco sessões para o oferecimento de emendas, a partir de 19/11/07, transcorreu ele in albis.

É o relatório.

II - VOTO DA RELATORA

De fato, há fundamento nas alegações do ilustre Autor. Nas últimas décadas, muito embora os índices de reciclagem de produtos, tais como embalagens de alumínio, papel, vidro, plástico e outros, venham crescendo significativamente, tem-se agravado no País a questão da destinação da maioria dos resíduos sólidos. A raiz do problema está na mudança dos hábitos de consumo da população, principalmente no que diz respeito ao ainda incontido aumento dos produtos descartáveis.

Mesmo com alguns desses itens já tendo alcançado índices de reciclagem expressivos, isso, todavia, ainda é muito pouco frente ao tamanho do desafio com que nos defrontamos. Em verdade, o País se ressente, nitidamente, de uma Política Nacional de Resíduos Sólidos que objetive, antes de tudo, segundo a cartilha dos três Rs, a redução da geração de resíduos, sua reutilização e, só então, sua reciclagem.

Quanto a este último aspecto, segundo dados do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem), foram reciclados no Brasil, em 2005, 75% do papel ondulado, 50% do papel de escritório, 20% dos plásticos rígidos e filme, 47% das embalagens PET, 23% das embalagens cartonadas longa vida, 96% das latas de alumínio (um recorde mundial!), 29% das latas de aço, 46% das embalagens de vidro, 58% dos pneus, 26% do óleo lubrificante usado e 95% das baterias de chumbo.

Pelo menos no que tange ao papel, é bem provável que, em poucos anos, caso aprovado o projeto ora em discussão, o índice de reciclagem de papel de escritório, hoje por volta de 50%, subisse rapidamente para percentuais próximos aos de latas de alumínio, com inúmeros efeitos positivos (alguns dos quais citados na Justificação), tanto para a saúde pública quanto para o meio ambiente.

Ante o exposto, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 2.308, de 2007.

Deputada REBECCA GARCIA
Relatora

2007_19194_Rebecca Garcia_225

O Custo da Vida e o futuro do País


Segue abaixo importante texto escrito pelo Dr. Petrúcio Magalhães, Diretor da Unimed Norte-Nordeste. Com palavras limpas e transparentes, denota de forma suscinta a questão da saúde em nosso país. Palavras de quem conhece a área como quem tateia a palma das mãos. Uma boa oportunidade para refletirmos sobre a CPMF e o custo da vida de cada um.

"Não é sem motivo que Saúde e Educação são apontadas, em qualquer pesquisa realizada, como os dois maiores problemas a serem enfrentados no país. Apesar desta constatação, é incrível como segmentos do poder executivo, legislativo e até mesmo do judiciário estão sempre impondo aos referidos segmentos condições de instabilidade e insegurança.

Cerca de 150 milhões de brasileiros utilizam os serviços de assistência à saúde proporcionada pelo SUS, e o que vemos e assistimos diariamente pela mídia? Pacientes em macas nos corredores dos hospitais, filas homéricas, falta de leitos nas UTIs, assistência de péssima qualidade, enfermos e familiares sofrendo pelo descaso.

O que deveria ser motivo de imediatas providências leva meses em discussões burocráticas de como solucionar o problema, dando sempre como desculpa a escassez de recursos financeiros, demora na liberação das verbas ou outra qualquer frase de efeito que minimize a situação.

A famosa CPMF criada para amenizar a situação foi totalmente desvirtuada em sua finalidade principal e quando, agora poderia ser redirecionada, o que vemos é ser moeda de chantagem do governo com o legislativo, visando a sua perpetuação sem um destino definido.

Para fugir a esse caos, os 40 milhões restantes da população com maior capacidade de renda busca nos Planos de Saúde uma saída que possa permitir atendimento rápido, mais humano e de melhor qualidade.

Empresários da área, amparados pela livre iniciativa privada que a constituição federal oferece, investem para atender a este segmento de forma mais eficiente e eficaz. E o que se vê? É o executivo ao arrepio da constituição regulamentando tributos, aumentando o rol de obrigatoriedade de atendimentos com elevação dos custos que não podem ser repassados aos beneficiários e até mesmo “modus vivend” operacional das empresas, exercendo constante modificações que oneram os custos administrativos.

Não bastassem tantas interferências, o poder judiciário agora se manifesta. Em recente decisão, o STJ, alegando nova denominação do direito à vida, determina a eliminação das carências nos casos de risco de vida, quebrando, na prática, cláusulas contratuais existentes acordadas entre as partes.

É evidente que ninguém em sã consciência é contra a Vida. Entretanto, é também evidente que se torna impossível estabelecer, a luz da ciência médica, quais os casos de alegação do risco de vida são verdadeiros ou mera suposição para benefício do atendimento, burlando as cláusulas contratuais existentes.

É verdade que VIDA NÃO TEM PREÇO, MAS, TEM CUSTO.

Empresarialmente, é impossível as Operadoras de Plano de Saúde - OPS absorverem os custos que advirão do uso indiscriminado desta determinação do judiciário. Na prática, para que uma pessoa manter o pagamento mensal de um Plano de Saúde se, tomando conhecimento de que é portador de uma doença grave, pode6 assinar um contrato e imediatamente depois ser atendido tornando-se inadimplente tão logo consiga o intento desejado? Quem irá cobrir os custos dos procedimentos realizados, se não é possível, por resoluções da ANS, o repasse aos prêmios aos demais participantes?

Urge uma revisão da decisão do STJ antes que ocorram dificuldades financeiras que inviabilizem o setor de forma irreversível. Exemplos proporcionados pela VARIG devem servir para que não se cometam os mesmos erros e a sociedade venha a sofrer as conseqüências de difícil reparação.

Fica evidente que, a médio e longo prazo, o setor irá sofrer as conseqüências financeiras da sangria estabelecida, e serão os médicos – parte mais fraca do sistema assistencial – que, a exemplo do que ocorre no SUS, terão seus honorários reduzidos aos aviltantes valores atualmente pagos.

As conseqüências serão observadas gradativamente com a diminuição da qualidade da assistência, inviabilidade econômica, liquidação de empresas deficitárias e a migração de parte dos beneficiários para o SUS, aumentando ainda mais o atual estado de caos existente.

O problema está a merecer por parte da sociedade representada nesta casa legislativa, uma ampla discussão sobre caminhos e soluções, com a participação da: Agência Nacional de Saúde Suplementar- ANS, Operadoras de Planos de Saúde - OPS, beneficiários, médicos, hospitais, enfim, todos os atores envolvidos. Só mediante regras claras e bem definidas poderá ocorrer o fortalecimento do setor, a melhoria da qualidade da assistência e distribuição mais justa entre os partes envolvidas."

Dr.Petrúcio Magalhães