26 de janeiro de 2008
MEIO AMBIENTE - Crédito fácil do governo contribui com o desmatamento na Amazônia
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MEIO AMBIENTE - Pilhas são um perigo para o meio ambiente
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No controle remoto da TV, do som e do DVD. Na casa de Selmo, todos os aparelhos têm pilhas. Em média, cada brasileiro compra cem unidades por ano. “Torna tudo mais fácil”, diz Selmo.
No escritório, o biólogo José Milton Longo armazena as pilhas que já estão usadas. O cuidado para não jogá-las no meio ambiente começou oito anos atrás quando precisou se desfazer da bateria do celular. “Fui na revendedora credenciada da empresa e quando entreguei a bateria esperando a destinação mais nobre, eles jogaram no lixo”, conta.
Apesar de pequenas elas são perigosas. Uma pilha concentra grandes quantidade de metais pesados que demoram anos para se decompor. Zinco, mercúrio, chumbo que estão dentro da pilha, em contato com a nascente, podem contaminar a água que ficaria imprópria para consumo humano, animais e até mesmo para a produção agrícola. São poucos os pontos de recolhimento.
A professora Regiane Schio pesquisou os perigos dos resíduos domésticos. Na maioria das cidades brasileiras não há aterros sanitários e as indústrias não estão recolhendo as pilhas e as baterias. “Esta responsabilidade está sendo jogada para o consumidor e ele não tem a informação necessária e o apoio. Além de uma fiscalização maior e o comprometimento dos órgãos ambientais, falta um comprometimento maior da indústria que a lança no mercado, mas não se preocupa com o final”, acredita a professora.
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POLÍTICA - Bancada feminina do AM quer mais mulheres no cenário político

As parlamentares do Amazonas defendem o aumento da participação feminina no cenário político. O Estado tem 1.563.850 mulheres, sendo que em Manaus elas são 824.331, ou 51% da população, mas apenas dez participam ativamente da política, em cargos eletivos. Para tentar reverter este quadro, semelhante em todo o País, esta semana, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) lançou uma campanha nacional para estimular o crescimento do número de candidatas nas eleições. A ala feminina da política amazonense aprovou a medida. A deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB) disse que a bancada feminina na Câmara sempre discutiu o aumento da participação das mulheres na política. “Hoje, a representatividade é pouca”, diz.
Para a deputada federal Rebecca Garcia (PP), é necessário que homens e mulheres se dividam no poder. Segundo ela, é importante que se tenha visões sobre as questões sociais. Rebecca considera que a representatividade da mulher na política é mínima por falta de candidatas nas eleições. “A mulher na política é uma minoria, mas isso não quer dizer que seja por falta de opção. Na verdade é que são poucas as que se candidatam”, declarou. Segundo a deputada, no mês de março o PP vai lançar uma campanha para intensificar a participação das mulheres.
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MEIO AMBIENTE - Ministra: RO dificulta combate ao desmatamento
A atividade, que também contaria com agentes das polícias civil e militar do Estado, teria como objetivo combater o desmatamento irregular e apreender madeira extraída ilegalmente na região, além de vistorias de planos de manejo, em conjunto com o governo do Estado.
"É fato que ele retirou o contingente da PM que estava dando suporte à operação, ele que deu a ordem", destacou Marina. Cassol reconheceu ter ordenado a saída dos policiais e argumentou que os fiscais do Ibama "querem desestabilizar o Estado de Rondônia para acobertar o Pará, o Acre e outros Estados".
A assessoria de imprensa do governador afirmou que a resposta à crítica feita pela ministra está em uma nota publicada na agência de notícias do Estado. De acordo com o texto, o governador considera o Estado uma "vítima" e afirma que, em 2004, pediu veículos para fiscalização ambiental e não foi atendido nem com "uma carroça".
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25 de janeiro de 2008
SOCIEDADE - O retrato da realidade. A Violência contra a Mulher.

ONDE PROCURAR AJUDA NO AMAZONAS
Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulherligação gratuita de qualquer lugar do Brasil Para orientar as mulheres que estão em situação de risco e não sabem o que fazer para se verem livres das agressões sofridas. O serviço funciona 24 horas, todos os dias da semana, em todo Brasil. Recebe também denúncias de discriminação racial e de orientação sexual.
Secretaria Municipal de Direitos Humanos – SEMDIH
Av. 24 de Maio, 399- Centro - Cep: 69010-050
Telefones: (92) 3633-5148 / 3633-2546
Fax: 3221-4288
http://www.manaus.am.gov.br/secretarias
Núcleo de Promoção dos Direitos da Mulher ¡V SEMDIH
Av. 24 de Maio, 399 – Sobre Loja
Telefones: (92) 3633-5148
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Manaus)
Rua Recife nº 3395, Conjunto Eldorado ¡V Parque Dez
Telefones: (92) 3236-7012 / 3634-3874
Instituto Médico Legal- IML
Av. Noel Nutels, nº 300 – Cidade Nova I
Telefones: (92) 3216-6040 / 3216-6041
Serviço de Atendimento ás Vítimas de Violência Sexual ¡V SAVAS
Rua Kamapuã, nº108, Hospital Francisca Mendes – Cidade Nova I
Telefone: (92) 2123-2911
Maternidade Moura Tapajós
Telefone: (92) 3671-3332
Defensoria Pública do Estado do Amazonas ¡V DPE
Rua Major Gabriel, nº 1728 – Centro
Telefone: (92) 3233-2087 / 3303-5061
www.defensoria.am.gov.br
gabinete@defensoria.am.gov.br
Horário de expediente: 7:30 às 13:30h
Conselho Municipal dos Direitos da Mulher ¡V SEMASC
Av. Darcy Vargas, nº 77 – Chapada
Telefones: (92) 3236-0474 / 3642-6277
http://www.sejus.am.gov.br/programas_01.php?cod=5855965
Programa Sentinela ¡V Atendimento à Criança, Adolescente e Família em Situação de Violência Sexual ¡V SEMASC
Av. Darcy Vargas, nº77 – Chapada
Telefones: (92) 3236-5435 / 3648-0655
http://www.saude.am.gov.br/projetos/cepav/cepav_encont_ajuda.php
Conselho Estadual dos Direitos da Mulher
Telefones: (92) 3648-0657
http://www.sejus.am.gov.br/programas_01.php?cod=5855965
TJ / AM Vara Especializada da violência doméstica e familiar contra a Mulher.
Telefones: (92) 7333-7557
http://www.tj.am.gov.br/
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24 de janeiro de 2008
MEIO AMBIENTE - Proibir é a solução?
Leia matéria abaixo do portal G1.

Lista
O governo também divulgou uma lista dos 36 municípios responsáveis por metade do desmatamento na região Amazônica. Eles estão localizados na Amazônia, no Pará, no Mato Grosso e no Amazonas. Segundo Marina Silva, está proibido o desmatamento nestes municípios até que os proprietários rurais façam o recadastramento de suas propriedades. De acordo com a ministra, o proprietário rural que não recadastrar sua propriedade não poderá adquirir empréstimos ou até mesmo vende-la. As empresas que compraram produtos agrícolas destes proprietários rurais serão considerados co-responsáveis pelo desmatamento e poderão ser punidos com sanções e multas até a suspensão de suas atividades comerciais.
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SOCIEDADE - O descaso com o Transporte público. Até quando?
http://www.blogdoholanda.com/news/detail.asp?iData=1400&iCat=623&iChannel=1&nChannel=News
A DIFERENÇA - Sistema de Transporte Coletivo Mais Diferenciado do Brasil

A partir de 1974, Curitiba passou a dispor do Sistema de Ônibus Expresso, o chamado metrô de superfície. Trata-se de uma solução inédita para ligação entre o centro e os bairros por vias exclusivas. Assim foi criado o sistema trinário de vias, que tem ao centro uma canaleta exclusiva para o Expresso, ladeada por duas vias de tráfego lento, em sentidos opostos. Paralelamente existem ainda duas ruas de tráfego rápido. A canaleta possibilita o aumento da velocidade média dos ônibus sem comprometer a segurança dos passageiros.
Atualmente são 72Km de vias exclusivas, que cruzam a cidade nos sentidos Norte, Sul, Leste, Oeste e Sudeste (Boqueirão). Os grandes eixos são complementados por 270Km de linhas alimentadoras e 185Km de linhas interbairros. Somado às linhas convencionais, o sistema de transporte urbano de Curitiba cobre toda a área do município.Implantado nos anos 70 com a preocupação de privilegiar o transporte de massa, o sistema é reconhecido por aliar baixo custo operacional e serviço de qualidade. Cerca de 1,9 milhão de passageiros são transportados diariamente.Ganhador de diversos prêmios internacionais. O mais recente, concedido pela prestigiosa instituição inglesa Building and Social Housing Foundation, é apenas um exemplo. Outro é a classificação do sistema como "exemplar", feita pelo Worldwatch Institute, um dos maiores institutos de pesquisa ambiental dos Estados Unidos.
O grande diferencial do transporte curitibano é dispor de tarifa integrada, permitindo deslocamentos para toda a cidade pagando apenas uma passagem. Cada pessoa pode compor seu próprio percurso, já que o sistema é integrado por meio de terminais e estações-tubo. Os terminais são pontos de integração localizados nos extremos dos eixos estruturais. Os usuários que moram nas regiões vizinhas chegam até um dos 21 terminais existentes por meio de "linhas alimentadoras". De lá podem escolher qualquer percurso pagando apenas uma tarifa. Os ônibus da Linha Expresso complementam o trajeto até o centro da cidade. Qualquer outro ponto de Curitiba pode ser alcançado com os ônibus da Linha Interbairros e Ligeirinho.Já as estações-tubo, são 351 plataformas de embarque e desembarque, no mesmo nível da porta de acesso dos ônibus da Linha Direta, apelidados de "Ligeirinhos".
A tarifa é paga antecipadamente, na própria estação, dispensando-se a presença do cobrador no interior do coletivo. Os veículos percorrem os trajetos em menor tempo, dispondo de estações-tubo a cada 800 metros, em média.A cobrança antecipada da tarifa provoca economia de tempo para o usuário de até uma hora por dia. E, em relação ao sistema convencional, economiza até 18% do custo operacional. Ao todo, 195 estações-tubo são dotadas de elevadores para deficientes físicos. A Rede Integrada de Transporte está voltada também para os deficientes físicos. Eles têm elevadores ou rampas de acesso aos terminais de ônibus e estações-tubo. Há, ainda, quatro linhas especiais, equipadas para facilitar a vida dos portadores de deficiências físicas. Em caráter complementar, o transporte de alunos do ensino especial é feito por linhas exclusivas, que buscam o estudante em sua residência.
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SOCIEDADE - O descaso com o Transporte público. Até quando?
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MEIO AMBIENTE - Quanto você está disposto a pagar?Plano para clima custará €3 por semana a europeus.
UE diz que medida vai onerar seu setor produtivo e promete "proteger" empresas se acordo global contra efeito estufa não vingar
Christophe Karaba/Efe
Torres de resfriamento de usina nuclear em Cattenom, França; tecnologia não emite carbono
DA REDAÇÃO
Os cidadãos da UE (União Européia) terão de desembolsar 3 cada um por semana para ajudar a bancar o plano do bloco de países contra o aquecimento global. O valor estimado do projeto, que prevê um corte de 20% na emissão de gases de efeito estufa até 2020 (em relação aos níveis de 1990), foi anunciado ontem.
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MEIO AMBIENTE - Desmate cresce e põe Planalto em alerta
Medições feitas pelo Inpe indicam aceleração em meses de chuva, o que é anormal; preocupado, Lula reúne ministros hojeReaquecimento dos preços de gado e soja impulsiona corte da Amazônia, que pode ter batido 7.000 km2 entre agosto e dezembro
O Deter, sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrou a derrubada de 3.235 km2 de floresta na Amazônia nos últimos cinco meses de 2007. Mas a área real devastada entre agosto e dezembro pode ter alcançado o dobro disso: até 7.000 km2, segundo o Ministério do Meio Ambiente.
Marina Silva apontou como prováveis causas do aumento do desmatamento a pressão por aumento da produção de soja e carne, commodities cujos preços subiram. Os satélites indicam que o desmatamento se concentrou em regiões produtoras de soja -o Nordeste mato-grossense, onde o governador do Estado, Blairo Maggi, tem uma fazenda- e de gado -o Sudeste do Pará."A pecuária e a soja são atividades típicas desses Estados; a realidade econômica indica que essas atividades pressionam o desmatamento", observou a ministra.
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23 de janeiro de 2008
MEIO AMBIENTE - Objetivos do plano europeu
BRUXELAS, 23 Jan 2008 (AFP) - A Comissão Européia apresentou nesta quarta-feira, em Bruxelas, seu plano de ação energético 20-20-20 de luta contra as mudanças climáticas, que tem como principal medida exigir da indústria o pagamento de cotas para poluir o meio ambiente.
Seguem os eixos da proposta de Bruxelas:
- OBJETIVOS OBRIGATÓRIOS COLETIVOS "20-20-20":
As emissões de gases de efeito estufa deverão ser reduzidas em 20% até 2020 em relação aos níveis de 1990. Este objetivo poderá ser elevado a 30% no caso de um acordo mundial sobre mudança climática.
As energias renováveis (eólica, solar, biomassa) deverão representar 20% do consumo energético total da União Européia em 2020.
A UE estabeleceu, além disso, um objetivo específico para os biocombustíveis, que deverão representar pelo menos 10% do consumo total do combustível e fuel no transporte.
Quanto à eficácia energética, o compromisso é economizar 20% do consumo total de energia para 2020 graças a uma melhor utilização da energia nas casas, indústria e transportes.
- EMISSOES GLOBAIS:
Cada país tem "seu" objetivo nacional obrigatório, estabelecido em relação aos níveis de emissão de 2005.
Os países da Europa Central, ainda em fase de recuperação econômica, podem aumentar suas emissões, mas com certos limites. Os países ricos da UE deverão, em compensação, reduzir suas emissões.
Nenhuma país deve reduzir suas emissões em mais de 20% e nenhum pode aumentá-la em mais de 25%.
- BOLSA EUROPÉIA DE CO2:
Este sistema permite às empresas intercambiar trocas de emissões de CO2 (também conhecidas como 'permissão para poluir'), que, a partir de 2013, serã pagas para incentivar as empresas a se adequarem às normas meio ambientais da UE.
O primeiro setor a pagar de forma completa por essas cotas será o da eletricidade, seguido de forma progressiva pela aviação, os produtores de alumínio e amoníaco e as as petroquímicas, entre outros.
- ENERGIAS RENOVÁVEIS:
Cada Estado tem um objetivo obrigatório de consumo para 2020 com relação a 2005 e deverá apresentar um plano nacional.
Os países com pouco potencial de desenvolvimento nesta área poderão comprar cotas no exterior para cumprir seu objetivo.
A UE estabeleceu, além disso, um objetivo específico para os bicombustíveis, que deverão representar ao menos 10% do consumo total de combustível nos transportes para 2020.
Apenas certos biocombustíveis denominados "duráveis" poderão ser contabilizados no objetivo de 2020. Não deverão ser produzidos com matérias-primas procedentes de florestas e selvas virgens ou zonas naturais protegidas.
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SOCIEDADE - Humanidade mais carnívora: risco para a saúde e o meio ambiente
O aumento do consumo de carne em escala planetária ocorre sobretudo nas economias emergentes, tendo China e Índia como principais consumidores, e se traduz pelo comércio cada vez maior de produtos animais.
"Há riscos sanitários complementares, porque os produtos circularão mais rapidamente que o tempo de incubação das doenças", constata Jean-Luc Angot, diretor-geral adjunto da OIE.
Entre os fatores de surgimento ou ressurgimento de novas patologias, há também o aquecimento global, a modificação dos ecossistemas ou a mudança de hábitos alimentares.
"A febre catarral ovina (ou doença da língua azul) surgida em regiões onde não era conhecida anteriormente, como no norte da Europa, era considerada até então tropical", lembra Angot.
A destruição dos ecossistemas expõe o homem e os animais ao surgimento de novos agentes patogênicos. No final dos anos 90, o desmatamento na Malásia fez sair das florestas os morcegos frugívoros que contaminaram os porcos, levando à erradicação de muitas varas de porcos e provocando 300 mortes humanas.
As febres hemorrágicas como o Ebola também estão ligadas aos contatos entre o macaco e o homem devido ao desmatamento na África.
Em relação aos hábitos alimentares, o vírus da Aids poderia ter contaminado o homem ao cruzar a barreira da espécie por causa do consumo de carne de macaco, segundo uma hipótese que ainda não foi cientificamente provada.
O aumento do número de aves aumenta o risco de um vírus da gripe aviária passar por mutações para ser transmitido eficazmente de homem para homem, o que não parece felizmente ser o caso da cepa H5N1.
De maneira geral, "o desenvolvimento de criações industriais no Sudeste Asiático, na China e na Índia, nas portas das cidades cria problemas de hiperconcentração, de não-gestão de dejetos, de riscos sanitários", constata André Pfimlin, diretor de pesquisa e desenvolvimento do Instituto de Criações em Paris.
No final de 2006 a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) calculou em um relatório que os bovinos produzem mais gases causadores do efeito estufa que os carros. O metano que expelem e o protóxido de nitrogênio de seus dejetos são muito mais nocivos para o meio ambiente que o CO2.
Este relatório também colocou em evidência que grande parte dessas emissões provinham de criações pastoris, praticadas por populações muito pobres do Sahel ou da Ásia Central que dependem do gado para sobreviver.
A margem de manobra é pequena para que se possa reduzir as emissões de metano, mas "se todos os sistemas de criação otimizarem seus dejetos, seus adubos, ganharão em dinheiro e reduzirão o risco de poluição para a água e para o ar", segundo Pfimlin.
Nas zonas tropicais, a produção de carne reduz também os "poços de carbono" (que reúnem CO2 na vegetação). "Quando queimamos a floresta, no Brasil, na América Central, e também na Indonésia, o fazemos muito freqüentemente para criações de gado e também para plantações de soja" que servem para alimentar os porcos e as aves, explica este especialista.
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22 de janeiro de 2008
POLÍTICA - Municípios amazonenses recebem verba do Ministério das Cidades
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SOCIEDADE - O Orkut e a participação popular
Abaixo seguem alguns scraps que tenho recebido ao longo destes meses que estou "online". Abraços a todos amigos orkutianos!

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SOCIEDADE - Lula proibe venda de bebida alcoólica nas estradas
Quem desrespeitar a proibição da venda de bebida pagará multa de R$ 1,5 mil. Reincidentes receberão o dobro da multa e o acesso ao estabelecimento pela rodovia suspenso por dois anos.
Estabelecimentos comerciais às margens das rodovias deverão fixar avisos a respeito da proibição. Caso contrário, estarão sujeitos a multas de R$ 300,00..
Para que a nova lei seja cumprida, a Polícia Rodoviária Federal vai reforçar a fiscalização nas estradas com a Operação Carnaval - programa do Ministério da Justiça com lançamento previsto para 31 de janeiro."
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MEIO AMBIENTE - Pequim tem mais de mil novos carros por dia
Mais de 400 mil automóveis entraram em 2006 na frota que circula nas ruas de Pequim, o que gera uma média de mais de mil novos veículos por dia, segundo estatísticas divulgadas nesta segunda-feira pelas autoridades municipais.
Circulam hoje em Pequim mais de três milhões de automóveis, no entanto, as autoridades não têm a intenção de colocar limites no crescimento da frota, mesmo com o tráfego em continuo crescimento e a aproximação dos Jogos Olímpicos em agosto.
Para os próximos anos está previsto que o número de veículos irá continuar a um ritmo de 10% ao ano.
Olimpíadas
Autoridades chinesas descartam no final de 2007 a possibilidade de limitar o número de carros particulares nas ruas de Pequim durante a Olimpíada de 2008. Pequim não seguirá o que foi adotado em Xangai, que restringe a circulação de veículos particulares.
A cidade de 17 milhões de habitantes inaugurou no segundo semestre do ano passado sua principal linha de metrô e reduziu o preço das passagens para encorajar que mais pessoas utilizem o meio de transporte. Uma nova linha também irá ligar o centro de Pequim ao aeroporto da cidade antes de agosto deste ano, quando acontece a Olimpíada.
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MEIO AMBIENTE - Florestas podem não estar sumindo, diz inglês
Da Folha de S.Paulo
As florestas tropicais podem não estar desaparecendo em ritmo acelerado como se imagina. Ao contrário, podem estar se regenerando. Simplesmente não é possível determinar qual é a tendência global de longo prazo com base nas informações disponíveis hoje.
A afirmação aparentemente contra-intuitiva foi feita pelo geógrafo britânico Alan Grainger, da Universidade de Leeds, em um estudo publicado na edição desta terça-feira da revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
Mas ela não significa que os cidadãos preocupados com o ambiente possam dormir tranqüilos. "Você deveria ir para a cama igualmente preocupado com o fato de que não existem no mundo instituições capazes de monitorar as florestas", disse o pesquisador à Folha.
A crítica de Grainger tem endereço certo: os relatórios globais sobre florestas da FAO, órgão das Nações Unidas para a agricultura. Esses relatórios, publicados regularmente desde a década de 1980, são o único dado oficial disponível para estimar a quantidade global de florestas tropicais. Eles serviram de base para centenas de estudos, inclusive os modelos do IPCC (o painel do clima das Nações Unidas) que estimam a emissão de gás carbônico por desmatamento tropical.
Acontece que os dados da FAO têm falhas sérias --e isso não é segredo para ninguém. "Eles são uma confusão", resume Dalton Valeriano, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). "São baseados em relatórios fornecidos pelos governos, e cada país faz do seu jeito. No Brasil, por exemplo, o relatório é feito pelo IBGE com base no censo. O proprietário da terra informa o quanto de sua propriedade tem de floresta."
Segundo Valeriano, até a definição de floresta varia de país para país. "O que no Sudão é floresta para a Nigéria é uma formação aberta", afirma.
A FAO tem ciência disso e, desde a Eco-92, tem tentado estabelecer um padrão para os inventários florestais. Mas o máximo que a agência consegue é fazer recomendações aos governos --não obrigá-los a segui-las.
O resultado disso foi relatado por Grainger após passar três anos revirando as estatísticas. Em 2000, a FAO mostrou que a área de florestas tropicais havia caído de 1,926 bilhão de hectares em 1990 para 1,756 bilhão em 2000 em 90 países.
Acontece que, dez anos antes, a agência dissera que a área de florestas nesses mesmos 90 países caíra de 1,910 bilhão de hectares em 1980 para 1,756 bilhão em 1990. Ou seja, cifras diferentes para o mesmo ano.
"Os erros das estimativas podem ser da mesma ordem que a floresta alegadamente perdida de um ano a outro", disse Grainger. "E os cientistas simplesmente pegam esses dados e põem nos modelos deles."
Após uma varredura nos dados da FAO, o britânico tentou fazer uma "média" com estimativas de várias fontes para saber se, afinal, as florestas estão sumindo. Concluiu que não existe tendência clara à diminuição. "Você poderia sugerir que elas estão crescendo, mas não há evidência convincente de que estejam declinando."
Elogio ao Brasil
A resposta pode estar no fato de que as estatísticas tendem a ignorar a regeneração que acontece quase sempre que uma área desmatada é abandonada. "Há muita regeneração que não vemos", disse. "Muitos países monitoram suas florestas só de dez em dez anos. Se todo mundo copiasse o Brasil [que tem um programa sistemático de monitoramento], o mundo seria um lugar melhor."
Mas até na Amazônia, que diz ter visitado uma vez, o britânico afirma que a regeneração pode estar compensando boa parte do desmatamento. "É um exagero", retruca Valeriano, do Inpe.
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MEIO AMBIENTE - "Déficit ambiental" de país rico supera dívida de pobre
Da Folha de S.Paulo
O consumo e a destruição de recursos da natureza por parte dos ricos entre as décadas de 1960 e 1990 deverá impor ao longo do século 21 uma perda de US$ 7,4 trilhões da economia de países de renda per capita baixa e média. A dívida externa dos países pobres na mesma época atingiu US$ 1,7 trilhão.
Os autores do estudo, liderados pelo economista Richard Norgaard, da Universidade da Califórnia em Berkeley, trazem também um novo número do prejuízo que o dano ambiental no período estudado causará à humanidade como um todo: US$ 47 trilhões.
Em estudo na revista "PNAS", os autores afirmam ter feito "estimativas conservadoras" para os custos ambientais de atividades humanas ligadas a mudança climática, destruição da camada de ozônio, expansão da agricultura, desmatamento, pesca predatória e danos a mangues.
"Ajustando os valores dos impactos para os diferentes padrões de vida ao longo desses grupos [ricos e pobres], como é de costume, encontramos desequilíbrios notáveis", escrevem Norgaard e colegas. "Apenas por meio da emissão proporcional de gases de efeito estufa, o grupo rico pode ter imposto danos climáticos aos pobres maiores do que a dívida externa destes."
Apesar de o estudo ter lidado com diversos tipos de dano ambiental, o aquecimento global e o problema com o ozônio são de longe os fenômenos mais impactantes, representando mais de 97% das perdas.
Segundo o economista Peter May, da ONG Amigos da Terra, não é a primeira vez que se faz uma estimativa da chamada "pegada ecológica" global, mas Norgaard realizou um estudo "mais bem trabalhado e aprimorado". "Esse é o primeiro trabalho que faz isso mostrando em forma de matriz, revelando de onde vem o custo e para onde vai", afirmou May.
O economista afirma, porém, que quantificar os danos globais em termos de dólares ainda é uma ciência muito "inexata". Um problema com o que os economistas se deparam com freqüência nesse tipo de estudo, por exemplo, é o de tentar prever como a economia global vai se comportar no futuro.
Como é preciso escolher um pouco arbitrariamente, por exemplo, um valor para as taxas de juros futuras, o valor final acaba tendo uma grande margem de erro.
"No caso, eles usaram um valor baixo, que não se encontra muito na literatura [de economia]", diz May. Com um valor mais tradicional, argumenta o economista, a cifra final da "pegada ecológica" global estimada poderia ser menor. "O fator pode ser de mais de 50% de redução, por isso há tanta incerteza", diz.
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21 de janeiro de 2008
MEIO AMBIENTE - Relatório britânico rejeita biocombustíveis e destaca seus danos
O Reino Unido e a União Européia deveriam renunciar à promoção indiscriminada dos biocombustíveis porque causam mais danos que benefícios para o ambiente e prejudicam os países mais pobres, segundo um relatório parlamentar britânico publicado nesta segunda-feira.
O comitê de auditoria ambiental acusa em seu relatório Londres de apoiar os biocombustíveis sem se assegurar que sua produção não prejudicará a floresta tropical, não causará escassez de alimentos nos países em desenvolvimento nem contaminará fontes de água.
Os deputados britânicos criticam o fato de o governo britânico não levar em conta as advertências de importantes cientistas de que alguns métodos de produção de biocombustíveis têm um impacto mais prejudicial sobre o ambiente que os combustíveis fósseis tradicionais.
Entre os impactos negativos que identificam em seu relatório estão a energia usada no cultivo, a coleta, o transporte e o processamento das colheitas, a destruição de habitat naturais e das florestas tropicais, e o uso crescente de pesticidas e adubos.
A publicação do relatório coincide com a revisão realizada pela União Européia de sua estratégia sobre a mudança climática, que inclui um conjunto de regras destinadas a reduzir os danos causados pelos biocombustíveis.
A UE reconhece que é improvável que se alcance a meta de que 5,75% do combustível utilizado pelos automóveis que circulam pelas estradas européias sejam de origem biológica até 2010, chegando a 10% até 2020.
Os deputados britânicos reivindicam tanto a seu governo quanto à UE que se alterem os padrões de produção de biocombustíveis de modo que se apóiem apenas os que representem uma vantagem não só por emitir menos gases do efeito estufa, mas também pelos efeitos sobre a sustentabilidade do planeta.
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POLÍTICA - Boas novas para o Amazonas II
O prazo para recebimento das propostas terminou nesta sexta-feira e agora o Basa vai analisar os projetos que poderão ser financiados. O gerente de Desenvolvimento Regional do Banco da Amazônia, Oduval Lobato, diz que se aplica pouco em turismo na região, mas o banco pretende apoiar quem quiser investir no setor.
"A Amazônia tem tanto potencial, mas a gente precisa transformar esse potencial em coisa efetiva, que possa gerar todos os benefícios que a sociedade deseja. Tudo que a gente está fazendo é parte da diretriz do Plano Nacional de Turismo. O banco busca parceiros, induz e apóia para eles transformarem essa idéia em coisas reais, em coisas práticas na região".
O diretor de Financiamento e Promoção de Investimentos do Ministério do Turismo, Alfredo Morais, está otimista. Ele diz que as comunidades tradicionais vão participar da iniciativa, porque o turista também vai procurá-las.
"Uma pessoa que visita outra cidade, outro país, não quer entrar em um shopping center. Vai querer um contato mais próximo da realidade, uma experiência cultural mais rica com as demais localidades da região".
De acordo com a Secretaria de Turismo do Pará (Paratur), o estado tem cinco ramos principais de turismo: rural, cultural, ecológico, de pesca e de negócios e eventos. O gerente de Negócios da Paratur, Daniel Alves, explica como o estado pretende dinamizar o setor.
"Aqui na Paratur, somos geralmente procurados por empresários que já atuam no setor turístico, ou por pessoas que desejam se tornar empresários dentro do turismo. A idéia é que essas pessoas possam receber orientação da Paratur sobre como podem elaborar seu projeto e, a partir daí, sim, pleitear um financiamento junto ao Banco da Amazônia.
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POLÍTICA - Boas novas para o Amazonas I
Elas receberão ações de 18 órgãos federais, visando a melhora do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lançará no próximo dia 28, o Programa Territórios da Cidadania. Concebido e coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o programa prevê 100 ações de 10 Ministérios nas áreas de apoio às atividades produtivas, acesso a direitos e ações de infra-estrutura, totalizando R$ 7 bilhões no ano de 2008. O Estado do Amazonas será um dos contemplados com esses investimentos, segundo informações da assessoria do MDA. O Territórios da Cidadania é um programa de desenvolvimento regional e garantia de direitos sociais voltado às regiões mais pobres do Brasil. Trabalha com base na integração das ações do Governo Federal e dos governos estaduais e municipais, em um plano desenvolvido em cada território com a participação da sociedade. Em cada território um Conselho Territorial composto pelas três esferas governamentais e pela sociedade determinará um plano de desenvolvimento territorial e uma agenda pactuada de ações.
Para este ano, foram selecionados 60 territórios de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). No Amazonas, o Governo Federal escolhidas 23 cidades, incluindo Manaus, para receber essa espécie de ação conjunta. Em 2009, serão 120 territórios alcançados pelo programa. A partir do dia 28, haverá lançamentos públicos em cada um dos 60 territórios, marcando o início da implantação do programa, que se caracteriza pela participação de estados, municípios e sociedade no processo de deliberação das ações, estimadas em mais de 6 mil obras e serviços em todo o território nacional.Menor IDHO Governo Federal já definiu e orçou as ações que irão compor o programa.
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Artigos - O longo prazo a curto prazo / O Ideoduto de Mangabeira
Leia abaixo dois artigos publicados na Folha de São Paulo. O primeiro, escrito pelo professor titular da Faculdade de Direito da Universidade Harvard (licenciado), atualmente ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos e ex-colunista da Folha . Já o segundo, uma espécie de "crítica" ao primeiro, produzido pelo jornalista e colunista da área científica do mesmo jornal,Marcelo Leite.
O longo prazo a curto prazo

MODELO DE desenvolvimento baseado em ampliação de oportunidades econômicas e educativas, para dar braços e asas ao dinamismo frustrado dos brasileiros -é isso o que mais quer a nação. Para construir esse modelo, é preciso formular plano de longo prazo e traduzi-lo em iniciativas tangíveis e prontas: primeiras prestações de outro futuro. É preciso tratar do longo prazo a curto prazo.
Outra iniciativa se destina a refazer nosso modelo institucional de relações entre o trabalho e o capital. O Brasil está ameaçado de ficar espremido no mundo entre economias de trabalho barato e economias de produtividade alta. Precisamos escapar dessa prensa pelo lado alto, o da valorização do trabalho e da escalada de produtividade.
O CONTRAPONTO....
O Ideoduto de Mangabeira

MARCELO LEITE é autor de "Promessas do Genoma" (Editora da Unesp, 2007) e de "Clones Demais" e "O Resgate das Cobaias", da série de ficção infanto-juvenil Ciência em Dia (Editora Ática, 2007).
Blog: Ciência em Dia (www.cienciaemdia.zip.net). E-mail: cienciaemdia@uol.com.br
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Artigo - Convite oficial à velocidade
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20 de janeiro de 2008
SOCIEDADE - Contradições à vista e a prazo.
LEIA AS MATÉRIAS ABAIXO
São Paulo, Santa Catarina e Paraná têm o maior número de cidades no ranking.Já oito estados não têm nenhuma cidade entre as que mais criarem empregos.

Quase metade dos municípios amazonenses (45,2%) não apresentaram crescimento, ou tiveram redução na quantidade de empregos formais em 2007. De acordo a Superintendência Regional do Trabalho do Amazonas (SRT/AM), sete municípios (11,3%), não registraram admissão ou demissão de nenhum trabalhador com carteira assinada durante todo o ano passado. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, Manaus concentra 94,4% do saldo de empregos gerados no Estado.
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SOCIEDADE - A moda e a preocupação mundial
Do G1
Cavalera desfila no Tietê
Logo na entrada do barco, o pintor Edu das Águas, cujos quadros são inspirados no rio, mostra suas telas que retratam, segundo ele, o Tietê do futuro.
Nas margens, com o concreto das pontes ao fundo, o desfile começou ao som de uma sirene de alerta. Apostando na reciclagem de materiais, a coleção foi aberta por um modelo masculino descendo a escadaria com uma echarpe da bandeira do Brasil.
Vestidões de cintura baixa, longos tomara-que-caia xadrez, roupas de combate para encarar o ritmo da vida urbana e casacos em forma de casulos surgiram marcados pela influência militar.
A apresentação atingiu seu objetivo: alertar para o desastre e constatar que 35% da poluição acumulada na Bacia do Tietê vêm do lixo jogado nas ruas e 76% das indústrias de São Paulo.
O desfile teve direção criativa de Marcelo Sommer, direção cênica de Alberto Renault, styling de David Pollak e beleza de Robert Setevão.
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