Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

7 de fevereiro de 2008

MEIO AMBIENTE - Grupo quer diminuir a Amazônia Legal



Da Agência Folha
Em meio à escalada do desmatamento que levou o governo federal a suspender o abate de árvores em 36 municípios e criar um esquema especial de fiscalização, a Amazônia Legal poderá ter sua área reduzida em até um quarto, caso dois projetos de lei que tramitam no Congresso sejam aprovados.

As propostas pedem a retirada de Estados da área. Os excluídos seriam Mato Grosso, principal foco do aumento da devastação medida pelo Inpe nos últimos cinco meses de 2007, Tocantins e parte do Maranhão. Em toda a Amazônia Legal, as propriedades rurais precisam manter reservas de 80%, segundo a legislação.
Produtores rurais e um dos autores dos projetos argumentam que a vegetação desses Estados não é formada em sua maioria por floresta amazônica. Também afirmam que a conseqüência das atuais regras leva produtores rurais ao prejuízo. Ambientalistas, no entanto, temem que, com uma mudança, a degradação das matas se agrave ainda mais.

O deputado federal Osvaldo Reis (PMDB-TO), autor de uma proposta de retirada do Tocantins da Amazônia Legal, diz que a permanência do Estado na região deixa a economia "tolhida". "Não temos área suficiente para produzir porque o Estado está na Amazônia Legal sem ter áreas de mata."

O outro projeto que sugere mudanças, do senador Jonas Pinheiro (DEM-MT), já foi aprovado em uma das comissões do Senado em 2007. Segundo dados do IBGE, Mato Grosso tem quase metade do território em área de bioma da Amazônia.

A Federação da Agricultura e Pecuária mato-grossense apóia a retirada do Estado da área. Para o presidente Rui Prado, a inclusão de Mato Grosso na Amazônia é "equivocada". "As pessoas que acompanham a mídia ligam Mato Grosso com Amazônia. E isso não é a realidade", diz. A aprovação, para Prado, poderia amenizar a "pressão de ONGs na atividade" agrícola. A federação do setor no Maranhão também aprova a idéia.

O biólogo americano naturalizado brasileiro Charles Clement, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas de Amazônia, ligado ao governo federal, diz que uma eventual sanção da proposta teria uma repercussão internacional muito negativa, justamente em um momento em que o Brasil já se sente pressionado na área ambiental. O desmatamento é a principal fonte brasileira de gases do efeito estufa.

Para Clement, uma mudança também teria conseqüências graves sobre o cerrado, que é o bioma líder em destruição nas últimas décadas.
O governo do Tocantins também é contrário ao plano. Marcelo Falcão, presidente interino do órgão ambiental do Estado, diz que aumentaria o "desgaste ambiental" e desorganizaria a produção agrícola local.

Desenvolvimentismo
O conceito de Amazônia Legal foi criado na década de 1950 pelo governo federal. A divisão foi feita para organizar investimentos e ações na floresta. Em 2001, uma medida provisória determinou que propriedades rurais nos Estados incluídos no conceito passassem a ter reservas naturais de 80%.

Para Angelo Mazola, da Federação da Agricultura do Tocantins, a alteração criou uma "distorção". "O conceito [de Amazônia Legal] é desenvolvimentista e não ambiental. Não temos características de floresta amazônica no Estado", diz.

6 de fevereiro de 2008

MEIO AMBIENTE - Amazônia pode "morrer" em 50 anos, diz estudo



da BBC Brasil

A floresta amazônica poderia "morrer" em 50 anos por causa de mudanças climáticas provocadas pelo homem, sugere um estudo internacional publicado na revista especializada "Proceedings of the National Academy of Sciences".

Segundo o estudo, muitos dos sistemas climáticos do mundo poderão passar por uma série de mudanças repentinas neste século, por causa de ações provocadas pela atividade humana.

Os pesquisadores argumentam que a sociedade não se deve deixar enganar por uma falsa sensação de segurança dada pela idéia de que as mudanças climáticas serão um processo lento e gradual.

"Nossas conclusões sugerem que uma variedade de elementos prestes a 'virar' poderiam chegar ao seu ponto crítico ainda neste século, por causa das mudanças climáticas induzidas pelo homem", disse o professor Tim Lenton, da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, que liderou o estudo de mais de 50 cientistas.

Segundo os cientistas, alterações mínimas de temperatura já seriam suficientes para causar mudanças dramáticas e até causar o colapso repentino de um sistema ecológico.

O estudo diz que os sistemas mais ameaçados seriam a camada de gelo do mar Ártico e da Groelândia, em um ranking preparado pelos cientistas, que inclui os nove sistemas mais ameaçados pelo aquecimento global.

A floresta amazônica ocupa a oitava e penúltima colocação no ranking.

Chuva

Segundo o estudo, boa parte da chuva que cai sobre a bacia amazônica é reciclada. Simulações de desmatamento na região sugerem uma diminuição de 20% a 30% das chuvas, o aumento da estação seca e também o aumento das temperaturas durante o verão.

Combinados, esses elementos tornariam mais difícil o restabelecimento da floresta. Caso as temperaturas subam entre 3ºC e 4ºC, deve ocorrer a morte gradual das árvores da floresta amazônica, por conta das secas.

A freqüência de queimadas e a fragmentação da floresta, causada por atividade humana, também poderiam contribuir para este desequilíbrio. Segundo o estudo, só as mudanças na exploração da Terra já poderiam, potencialmente, levar a floresta amazônica a um ponto crítico.

A maioria dos cientistas que estudam mudanças climáticas afirma que o aquecimento global provocado pelas atividades humanas já começou a afetar alguns aspectos de nosso clima.

3 de fevereiro de 2008

Informe.09 - Fevereiro

CARNAVAL - Qual sua atitude?



COMENTÁRIO

Qual sua atitude?Carnaval, sinônimo de alegria, festa, diversão. Tudo pode parecer um conto de fadas e os problemas da vida cotidiana são jogados para o canto do esquecimento.

Um item não pode ser deixado de lado, independente de onde o folião ou a foliã esteja. A palavra "prevenção. Traduzida em outros lugares como "Cuidado". E se pensarmos que este evento, o Carnaval, é uma festa que envolve a maioria dos jovens de nosso país, sempre é bom ter às mãos um preservativo. A principal ferramenta da necessária prevenção.

A Aids ainda não é uma doença que possui cura, apenas tratamento. Não se esqueçam disso. Ela é silenciosa...

www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS9C6A000BPTBRIE.htm

http://www.qualsuaatitude.com.br/

Neste momento de reflexão, é bom recordar de uma matéria que fora veiculada na mídia nacional no ano de 2007.

Aids cresce mais entre heterossexuais que homossexuais, diz ministério

Em 1996, 25,6% dos casos de Aids nos homens foram registrados em heterossexuais.
Em 2006, subiu para 42,6%, contra 27,6% em homens homossexuais ou bissexuais.
O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (21) o Boletim Epidemiológico 2007 com um levantamento que revela que, no Brasil, em homens com mais de 13 anos, houve aumento dos casos de Aids em heterossexuais, estabilização entre homossexuais e bissexuais e redução entre usuários de drogas injetáveis. Em homo ou bissexuais jovens, no entanto, a tendência é de crescimento.

Segundo o boletim, em 1996, 29,4% dos casos de Aids registrados na população masculina foram em homens homo ou bissexuais, 25,6% em heterossexuais e 23,6% em usuários de drogas injetáveis. Em 2006, também considerando a população masculina, 27,6% dos casos de Aids registrados foram em homens homo ou bissexuais, 42,6% em heterossexuais e 9,3% em usuários de drogas.

A maior parte dos casos, tanto em homens quanto em mulheres, ocorre na faixa etária entre 25 e 49 anos. Nos últimos anos, observa-se, em ambos os sexos, o aumento porcentual de casos na população acima dos 50 anos.

Mulheres
Considerando as mulheres com idade acima de 13 anos, os casos notificados em heterossexuais passaram de 86,1% para 95,7%, entre 1996 e 2006. No caso das usuárias de drogas injetáveis, o índice caiu de 12,6% para 3,5%, no mesmo intervalo.

O levantamento revela que a razão entre homens e mulheres infectados pelo HIV está em queda no Brasil. Em 1985, havia 15 casos da doença em homens para 1 em mulher; hoje, a proporção é de 1,5 para 1.

"O fato de a Aids ter iniciado fortemente entre os homossexuais fez com que houvesse nesse grupo uma maior consciência sobre os riscos da doença. Ainda existe no imaginário coletivo a idéia de que a mulher não faz parte do grupo de risco, quando, na verdade, não há grupo de risco", comentou a diretora do Programa Nacional de DST e Aids, Mariângela Simão. "Toda pessoa, homem ou mulher, com vida sexual ativa, deve se prevenir".

Regiões
Segundo o Boletim Epidemiológico 2007, foram notificados 474.273 casos de Aids no Brasil, de 1980 a junho de 2007. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, a incidência de Aids tende à estabilização, enquanto que a tendência é de crescimento no Norte e Nordeste.

Cinco anos após o diagnóstico
Pela primeira vez, o Boletim Epidemiológico divulgou informações sobre a proporção de pessoas que continuam vivendo com Aids, cinco anos após ser feito o diagnóstico. Os dados revelam que, entre as pessoas diagnosticadas com Aids cinco anos atrás, 90% estavam vivas, no Sudeste. Nas outras regiões, os porcentuais foram de 78% (Norte), 80% (Centro-Oeste), 81% (Nordeste) e 82% (Sul). De 1980 a 2006, o Brasil registrou 192.709 óbitos por Aids.