Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

1 de março de 2008

POLÍTICA - As CPMI`s e as tapiocas do senhor rei


O jornal "Em Tempo" publicou neste Sábado (01.03), na sua coluna Contexto, comentário sobre minha análise frente às famosas e famigeradas CPIs. Formada por deputados e senadores, essa comissão tem a mesma competência da que é formada apenas por um dos grupos e que é conhecida como CPI.

O artigo 58 da Constituição Federal prevê a criação de comissões de inquérito pelo Senado e pela Câmara, junto ou separadamente. Confere a essas comissões poderes próprios do Judiciário, como a quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos investigados. O que move o Congresso a criar uma comissão mista são a importância do fato, sua repercussão e implicações. "Normalmente, somente em casos de grande comoção nacional é que se propõe a criação de uma comissão mista", disse em entrevista o presidente da Comissão de Direito Político Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, Everson Tobaruela.

Ele explica que, embora tenha a mesma competência de uma CPI, a CPMI reduz a possibilidade de confrontos entre as casas e por isso tem força maior do que a comissão simples. "Ao atuar numa CPI, um deputado fica mais suscetível a pressões de senadores de seu partido e do governo federal. Na CPMI, eles agem em conjunto e têm mais força política."

Contudo, o que resta ao legislativo é criar mecanismos de promoção das informações reais, isto é,dos resultados concretos destas Comissões instauradas.

De que nos adianta acompanhar por tempo limitado com "pompas" e "luzes" e depois perdemos o foco do que é discutido ou mesmo não evidenciamos soluções, respostas.

Qual a resposta que a sociedade tem para os acidentes aéreos da TAM e GOL? Como é gerenciamento do dinheiro vinculado, destinado às ONGs em nosso país? Será que um ministro tem o direito de comprar uma tapioca com um cartão de crédito que lhe é delegado para cubrir despesas e custeios no exercício da profissão? Ou mesmo num free-shop.
Nossos homens e mulheres exigem respostas. E nós,parlamentares,temos o dever de trabalhar não só pelo encontro delas, mas também trazer à sociedade o que se passa nas salas escondidas de Brasília, nas sublinhas dos relatórios intermináveis. As tapiocas do senhor reis não podem ficar na prateleira.

29 de fevereiro de 2008

POLÍTICA - Parlamentares suecos participam de debate na Câmara








Participei nesta quarta-feira (27.02) juntamente com Integrantes das comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de um debate com a delegação de deputados da Comissão de Meio Ambiente e Agricultura da Suécia. A comitiva veio a Brasília em busca de garantias de que produtos brasileiros como carne e madeira, exportados para a Suécia, não sejam responsáveis pela derrubada da floresta amazônica.

Na ocasião discutimos também questões referentes ao etanol e biodiesel brasileiros, desmatamento, energias eólica e solar, entre outros temas ambientais. Um de meus questionamentos ao grupo foi a cerca da valorização da floresta em pé, isto é, os ganhos de crédito de carbono a países como o Brasil pela manutenção de suas florestas intocadas ou mesmo sob a influência antrópica com manejo florestal. Após o encontro, a delegação reuniu-se com o presidente da Casa, Arlindo Chinaglia.

Visita anterior

Nesta terça-feira (26), os parlamentares suecos estiveram reunidos com a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Na reunião, Ola Sundell afirmou que o embargo da União Européia imposto à carne brasileira é resultado de programas sanitários. Em sua avaliação, no entanto, o assunto será resolvido nas próximas semanas. Segundo o deputado, a suspensão do embargo interessa não apenas ao Brasil, mas também aos consumidores suecos.

No encontro de ontem, os suecos também receberam informações sobre a produção de etanol.

POLÍTICA - Nhamundá-AM recebe Projeto de Telecentros de informática




Recebi em meu gabinete nesta quarta-feira (27.02) , o prefeito de Nhamundá-AM, Sr. Mario Paulaim. O Ministério das Comunicação destinou através de minha pessoa ao município um telecentro comunitário, constituído de computador-servidor,dez computadores em rede, data show (projeto multimidia),roteador wireless, impressora a laser, central de monitoramento remoto(câmera de video), onze estabilizadores de voltagem, onze mesaspara computador, mesa para impressora,mesa do assistente, armário e vinte e uma cadeiras multiuso.

Os municípios receberam os equipamentos do programa de inclusãodigital com o compromisso de disponibilizar o imóvel ondefuncionará o telecentro e de zelar pela segurança,conservação e manutenção das instalçõese dos equipamentos.

28 de fevereiro de 2008

POLÍTICA - Reforma Tributária é apresentada no Congresso. Amazonas poderá ser beneficiado.


Uma grande conquista da Zona Franca de Manaus. A manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) entre os pontos da proposta de reforma tributária que foi encaminhada nesta quinta-feira (28.02) ao Congresso Nacional, sob a forma de Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
Entre as medidas propostas pelo governo federal para compensar os estados mais pobres por eventuais perdas de receita com a reforma tributária está a criação de um Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional, para unificar e coordenar a aplicação dos recursos da Política de Desenvolvimento Regional (PDR).

Lançada há um ano pelo presidente Luzi Inácio Lula da Silva, a PDR tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais e o principal instrumento é a concessão de financiamentos ao setor produtivo, com recursos dos fundos constitucionais de desenvolvimento regional. Para o governo federal, no entanto, algumas regiões precisam, também, de investimentos em infra-estrutura local e na qualificação de mão-de-obra.

A PDR prevê investimentos estruturantes segundo diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Integração Nacional e pelas superintendências regionais (Sudene, Sudam e Sudeco), que seriam recriadas. Os recursos do Fundo Nacional seriam transferidos aos fundos de desenvolvimento estaduais, para alocação em investimentos ou apoio ao setor produtivo. Os projetos, selecionados por critérios técnicos, seriam executados e geridos de forma descentralizada por estados, municípios, associações de municipais ou entidades locais.

A proposta prevê, ainda, a possibilidade de aplicação de no máximo 5% dos recursos do Fundo Nacional nas áreas menos desenvolvidas das regiões Sul e Sudeste, garantindo a ampliação do montante de recursos para todas as regiões. Em 2010, 99% se destinarão às Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Este percentual cairá 1% ao ano até chegar a 95% em 2016.

Com relação aos recursos do Fundo Nacional, a previsão é de ampliação dos atuais 4,1% do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados – percentual dos fundos constituicionais – para 4,8%. Na prática, a nova Política de Desenvolvimento Regional prevê R$ 9,5 bilhões em 2010 – R$ 7,6 bilhões para financiamentos e R$ 1,9 bilhões para investimentos estruturantes e repasses. Os valores sobem gradualmente até um total de R$ 14,6 bilhões em 2016, dos quais R$ 8,8 bilhões destinados a financiamentos e R$ 5,8 bilhões para investimentos estruturantes e repasses. Esta projeção considera um crescimento de 5% ao ano para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país).

POLÍTICA - Comissão de Mudanças Climáticas aprova requerimentos




Dois requerimentos de minha autoria foram aprovados nesta terça-feira (26.02) pela comissão especial mista especial de Mudanças Climáticas. O primeiro deles solicita audiência pública para a discussão de questões referentes à certificação e ao pagamento dos créditos de carbono no Brasil com o coordenador-geral de Mudanças Climáticas Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, José Miguez, e do diretor de Gestão de Meio Ambiente e Créditos de Carbono da empresa de geração de energia elétrica AES Tietê, de São Paulo, Demóstenes Barbosa da Silva.

O outro requer a realização de audiência pública para a avaliação das temáticas debatidas no Fórum Internacional de Mudanças Climáticas. O evento foi realizado entre 19 e 22 deste mês, em Brasília, com a presença dos países do G8+5 - que são as oito nações mais desenvolvidas do planeta (EUA, Japão, Canadá, Alemanha, Inglaterra, França, Itália e Rússia) mais os cinco principais países em desenvolvimento (China, Brasil, Índia, México e África do Sul).

POLÍTICA - Encontro da Bancada Feminina. Lei Maria da Penha é prioridade.






Participei nesta quarta-feira (27.02) do encontro da banca feminina da Câmara dos Deputados. Na ocasião, chegamos ao consenso de que uma das prioridades do grupo neste ano é ampliar a aplicação efetiva da Lei Maria da Penha, que pune com mais rigor a violência doméstica, para todos os estados brasileiros. Até agora a legislação é aplicada em apenas 17 estados.
Durante o evento, a colega Alice Portugal (PCdoB-BA) afirmou que dois outros pontos merecem destaque na conquista de direitos pelas mulheres nos últimos anos no Brasil: a atuação e a ampliação das delegacias especializadas no atendimento à mulher em todo o País; e as mudanças promovidas pelo novo Código Civil (Lei 10.406/02), que determina, por exemplo, que o poder familiar cabe ao marido e à mulher. Segundo Alice, a bancada teve participação efetiva nessas mudanças.Participação na política.
Tambem discutimos o trabalho da bancada neste ano para incentivar a participação feminina nas eleições de outubro. Nas eleições municipais de 2004, 75% dos municípios não registraram candidaturas feminina para cargos majoritários e para as câmaras de vereadores. Também foi ressaltado pelas presentes a conjuntura eleitoral e a necessidade de reforço da bancada às iniciativas para fortalecer a representação feminina na política.

POLÍTICA - Barcelos-AM ganha novas escolas e praças populares


O Prefeito de Barcelos-AM, Sr.Valdeci Raposo e Silva, esteve em meu gabinete na quarta-feira (27.02) para conversarmos sobre o desenvolvimento econômico da região e, principalmente, comemorar a verba empenhada no município para a construção de praças e escolas na zona rural através do Programa Calha Norte e do Ministério das Cidades.

26 de fevereiro de 2008

POLÍTICA - Plenarinho também divulga PL


Discurso - A urgência na aprovação do Estatuto do Índio.




Pronunciamento feito pela Deputada Federal, Rebecca Garcia, do Partido Progressista (PP) do Amazonas, no Plenário da Câmara dos Deputados, dia 26 de Fevereiro de 2008, sobre a urgência na aprovação do Estatuto do Índio.

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados,

Os critérios para definição de prioridades no Congresso Nacional precisam ser reavaliados, pois inúmeras matérias de grande interesse nacional estão relegadas a um segundo plano, de forma injustificável. A questão indígena é a mais emblemática no momento, pois está em vigor a Lei 6.001, de 19 de dezembro de 1973, quando o presidente da República era o General Emílio Garrastazu Médici. Um Estatuto do Índio ultrapassado, conflitante com o Código Civil Brasileiro e até mesmo com a Constituição Federal de 1988, que jogou a “pá de cal” na Lei, deixando a questão indígena entregue à sua própria sorte.
§ A Lei 6.001, ainda que tenha sido promulgada com o propósito de preservar a cultura dos índios e integrá-los, progressiva e harmonicamente, à comunhão nacional, seguiu os princípios estabelecidos pelo velho Código Civil, de 1916, segundo o qual, os índios, sendo relativamente capazes, deveriam ser tutelados por um órgão indigenista. Há, portanto erros históricos e jurídicos no Estatuto, que precisam ser corrigidos urgentemente, pois a Constituição de 88, ao aprovar o capítulo para os índios, estabeleceu o fim da política de transformar índios em brancos. É inconstitucional a tentativa de integração dos índios à comunhão nacional, como prevê o tal Estatuto.
§ Senhor Presidente, o Estatuto do Índio está velho e ultrapassado, obrigando uma nova lei, que garanta a sobrevivência dos índios como sociedades diferenciadas, cabendo ao Estado tão somente os serviços básicos de educação e saúde, além de apoiar os projetos culturais, econômicos e ambientais dos índios. Uma atuação de fomento, não de tutor.
§ Sim, porque os índios são considerados incapazes e precisam ser tutelados, de acordo com o Estatuto em vigor. Uma tutela vergonhosa, que fere os direitos dos índios e injustificável nos tempos atuais. E nós, parlamentares, somos os responsáveis por manter o atual Estatuto, talvez por falta de vontade política, ou, quem sabe, porque os índios representam uma minoria sem representatividade política. A Constituição está completando 20 anos, a Funai vai comemorar 40 anos de criação e o Estatuto do Índio está completando 35 anos. Estamos bastante atrasados e nossos atos ainda são extremamente tímidos, diante da urgência que o caso requer.
§ Senhoras e Senhores Deputados. Nos últimos 40 anos o mundo experimentou uma autêntica revolução tecnológica, sofrendo modificações profundas em sua organização social e política. Os avanços de conscientização do ser humano também foram expressivos e precisam ser considerados como instrumentos que nos obriga a uma tomada de atitude urgente sobre a questão indígena. Veja bem: Há 35 anos, a palavra de ordem do regime militar na Amazônia era “Integração Nacional”. Hoje, a palavra de ordem é “preservar o meio ambiente”. É, portanto, imensa a distância de conscientização sobre o que acreditávamos em 1973 e sobre o que acreditamos hoje.
§ A questão da tutela não cabe mais no mundo em que vivemos. A tutela atrapalha a livre expressão política aos índios, impede a administração de seus territórios, não lhes dá o direito de acesso aos serviços públicos, ao mercado de trabalho e nem mesmo às linhas oficiais de crédito. Reduz – vergonhosamente – a capacidade civil de nossos índios, que não são incapazes. São apenas diferenciados e como tal devem ser tratados legalmente. Nos últimos 40 anos o mundo evoluiu bastante e a evolução chegou também nas aldeias indígenas. Eles evoluíram e querem ser olhados com o devido respeito e consideração.
§ Senhor Presidente, existem duas propostas que visam modificar e criar um novo Estatuto do Índio. O Projeto de Lei 2.057, de 1991, é a primeira. A segunda é uma proposta alternativa apresentada pelo governo, que está mais para sugestão do que para legislação propriamente dita. Mas, extremamente válida, pois ouviu representantes da comunidade indígena, envolvendo todos os segmentos em uma ampla discussão do tema. Elas têm vários pontos em comum, como a garantia do direito autoral e a proteção ao conhecimento tradicional. Também asseguram o direito do índio participar de discussões sobre questões indígenas e protege os recursos naturais. O fortalecimento da Funai é outro ponto importante, garantindo à Fundação a função fiscalizadora, permitindo que ela proteja realmente as terras indígenas, com uma ação mais abrangente, podendo multar os invasores.
§ O que vemos atualmente, no entanto, são discussões tímidas e isoladas para tratar do assunto. Alguns querem discutir apenas a questão dos garimpos e das mineradoras. São questões que não podem ser analisadas isoladamente, sob pena de incorrermos ainda mais em nossa omissão. As discussões isoladas enfraquecem o movimento por uma lei ampla e definitiva sobre a questão indígena. Precisamos buscar uma solução e não podemos fatiar o Estatuto, pois ele está totalmente ultrapassado e precisa de um texto moderno e amplo, que espelhe a realidade atual.
§ As estimativas atuais – Senhor Presidente – indicam que 85% das terras indígenas sofrem algum tipo de intrusão de terceiros e a Funai não tem dispositivos legais para defender os índios. O Estatuto teve importância e relevância há 35 anos, hoje não tem mais, pois a temática indígena ascende nos fóruns nacionais e internacionais. O Estado não tem como tutelar 215 etnias que habitam o território nacional. Precisamos de um novo Estatuto que regule as relações entre Estado e índios de forma definitiva. Um Estatuto que defina o papel do Estado apenas como agente de fomento, viabilizando serviços básicos essenciais. O índio não precisa ser tutelado, pois ele tem maturidade para discutir as políticas de igual para igual.
§ É um absurdo imaginarmos que nós, brasileiros, nos orgulhamos de vivermos em um País livre, democrático e que respeita a cidadania e um índio brasileiro só poder sair do País com autorização do órgão tutor. O estatuto mancha até o sentimento de liberdade que tanto nos orgulha. O Estatuto fere também o Código Civil, para quem só menor de 18 anos, viciado, pródigo ou excepcional podem ser considerados incapaz. O mesmo Código que reconhece como civilmente emancipados os maiores, igual a 18 anos é contestado pelo Estatuto, para quem só com 21 anos o índio poderá entrar, através da Funai, com o pedido de reconhecimento de capacidade civil plena.
§ Senhoras e Senhores Deputados, não dá mais para continuarmos fazendo vistas grossas ao que está acontecendo. Não podemos comemorar os 20 anos da Constituição se pecamos e negligenciamos com ela. É necessário e urgente reformulamos e atualizarmos o Estatuto do Índio, para que ele fique em completa harmonia com a Constituição Federal e com o Código Civil. Acima de tudo, precisamos resolver a questão, até mesmo para ajudarmos a reparar os erros históricos que foram cometidos contra a comunidade indígena brasileira. O ultrapassado Estatuto do Índio, por si só, exige de nós, parlamentares, uma posição firme e prioritária, para que possamos, ainda no primeiro semestre, darmos a merecida cidadania à comunidade indígena, sem a qual a Constituição não será plenamente cidadã.

Muito obrigada.

Rebecca Garcia

POLÍTICA - Diário do Amazonas publica comentário sobre PL



O Jornal "Em Tempo" publica nesta terça-feira (26.02) comentário na coluna Contexto, apoio ao meu Projeto de Lei (2373/07) que tramita na Câmara dos Deputados e que estabelece medidas para reduzir os resíduos gerados por embalagens.

25 de fevereiro de 2008

POLÍTICA/MEIO AMBIENTE - Ecoagência divulga Projeto de Lei

POLÍTICA - Entrevista à TV Câmara sobre PL


Concedi entrevista à TV Câmara na última quinta-feira (21.02). O assunto versado foi o Projeto de Lei (2373/07) que tramita na Câmara dos Deputados e que estabelece medidas para reduzir os resíduos gerados por embalagens. É considerada embalagem todo produto usado para conter, proteger, movimentar, entregar ou apresentar mercadorias, desde matérias-primas até produtos transformados, incluídos os copos, pratos e talheres descartáveis. Minha proposta define metas de redução da produção de lixo, a serem alcançadas pelo poder público. O PL estabelece que, em cinco anos, os órgãos públicos responsáveis deverão coletar no mínimo 50% das embalagens comercializadas e reciclar ou reutilizar no mínimo 70% do total coletado. Em dez anos, deverão ser coletados no mínimo 90%, com a obrigatoriedade de reciclar ou reutilizar no mínimo 70% do total coletado. A percentagem será calculada com base no peso das embalagens comercializadas.