24 de outubro de 2008
sexta-feira, outubro 24, 2008
Crianças amazonenses no Plenário
Este ano, em sua terceira edição, o programa Câmara Mirim da Câmara dos Deputados, decidiu por abrir as portas para a participação de outros estados. O diretor da Escola Municipal Prof. Nilton Lins (Manaus), Fábio César, não perdeu tempo, inscreveu a escola, que foi uma das oito escolhidas para participar da solenidade.Quatro alunos representaram a Nilton Lins na Capital Federal e com um belo destaque – Gabriela Barcellos, 12 anos, foi sorteada para presidir a sessão ao lado do Dep. Arlindo Chinaglia. De acordo com o diretor, apesar da distância geográfica, eles puderam levar um pouco da escola para Brasília. “Acredito que todo o esforço que fizemos para estar aqui engrandeceu ainda mais o evento, que foi único e vai ficar marcado pra sempre na vida dessas crianças e na história da escola”, disse o diretor.
Enquanto a sessão corria em Brasília e cerca de 400 crianças, cumpriam o papel de deputados federais, mais de 600 pessoas, entre alunos, professores e pais, assistiam os colegas manauenses por um telão que foi instalado na escola. “Foi uma emoção. Um momento encantado e muito importante para essas crianças. Todos ficaram muito felizes com a atuação da ‘Gabi’, ali, na ‘presidência da Câmara’”, comenta Fábio.
Assessores da Deputada Rebecca Garcia a representaram no evento, receberam a comitiva de alunos e professores e distribuíram exemplares da Cartilhas do Meio Ambiente para crianças, produzidas pela Deputada. Segundo Rebecca, o evento foi um marco para o estado e para a região Norte, que foi muito bem representada pela Nilton Lins. “Eventos como esses ajudam a construir o caráter dessas crianças. E a ‘Gabi’ ter sido sorteada para presidir a Sessão foi um presente para todos nós, amazonenses. Ela conduziu tudo com muita responsabilidade, competência, serenidade. Fiquei muito emocionada em ver o carisma e a graciosidade dela. Foi um show de cidadania.”
Confira a reportagem publicada pela Agência Câmara:
Deputados mirins aprovam três projetos na Câmara
Quase 400 crianças lotaram o Plenário Ulysses Guimarães na manhã desta quinta-feira, durante a terceira edição do programa educativo Câmara Mirim. Três projetos elaborados por alunos do ensino fundamental foram aprovados pelas crianças, que fizeram o papel de deputados.
Um dos projetos obriga a Casa da Moeda a incluir nas notas de Real a inscrição em braile do valor correspondente. O projeto foi elaborado por Stephanie Ferreira, de São José dos Campos (SP), e foi "apadrinhado" pelo deputado Emanuel Fernandes (PSDB-SP). "Nós vamos pedir para a Consultoria dar uma olhada. Precisamos ter uma análise de custo, mas, de qualquer forma, já está apadrinhado", disse o deputado.
Gabriela Uchoa Barcellos, estudante de 12 anos, de Manaus, foi sorteada para presidir a sessão do Câmara Mirim. "Eu acho que o projeto mais importante é o dos deficientes visuais, porque eles não têm condições de ver o troco nem o dinheiro que eles estão dando. Mas os outros também são superimportantes", avaliou. A erradicação de verminoses em escolas e a obrigatoriedade de primeiros socorros nas empresas foram os temas dos outros projetos aprovados.
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, participou da abertura da sessão e ressaltou a importância do programa. "A nossa tentativa é estimular a iniciativa de crianças e adolescentes, para que eles reflitam sobre as questões do seu interesse e proponham soluções na forma de projetos de lei. A gente gosta de acreditar que isso também vai fazer que essas crianças e adolescentes, amanhã, tenham interferência na vida nacional, participando da política", disse.
O programa Câmara Mirim é realizado anualmente pelo site Plenarinho. É aberto a todos os alunos da quarta à oitava série do ensino fundamental.
Democracia - Chinaglia destacou para as crianças a importância do regime democrático: "Neste ano, comemoramos 20 anos da Constituição brasileira. Vocês, na escola, com a família, vão perceber que, durante um período grande, no Brasil, não se podia votar para presidente da República, não se podia votar para governador, não se podia votar para prefeito das capitais, e outras coisas que eram proibidas. Então, quando a gente fala na democracia, estes direitos, hoje nós temos. A Constituição foi escrita, votada pelos deputados e senadores constituintes, mas, ao mesmo tempo, milhões e milhões e milhões de brasileiros tiveram iniciativas".
O deputado Emanuel Fernandes afirmou que o programa Câmara Mirim é uma oportunidade para educar crianças e jovens para o exercício democrático. "As gerações mais antigas aprenderam na prática o valor da democracia. Lutaram contra a ditadura e já faz 20 anos que a gente vive num regime democrático. Essas gerações mais novas não sabem da importância do Parlamento, da importância da democracia. Eu creio que é uma forma de você mostrar às crianças, às futuras gerações, a importância da democracia."
Fonte: Agência Câmara
sexta-feira, outubro 24, 2008
Conversa com a Abraciclo
O consultor da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Rodrigo Navarro, se reuniu com a Deputada Rebecca Garcia, na terça-feira (21). Navarro solicitou atenção a diversos Projetos de Lei de interesse do setor, que é um dos que mais cresceu nos últimos anos no Pólo Industrial de Manaus.Navarro entregou à Rebecca o posicionamento da Abraciclo a respeito de vários Projetos que estão tramitando na Câmara dos Deputados, com análises aprofundadas de cada um e com as conseqüências positivas e negativas para o setor. Rebecca Garcia irá analisar o documento e verificar o que pode ser feito para ajudar a Associação.
sexta-feira, outubro 24, 2008
Novo fluxo de recursos para C&T
A Deputada Rebecca Garcia recebeu em seu gabinete, na terça-feira (21), o secretário executivo do Conselho Nacional de Secretários para assuntos de Ciência e Tecnologia (Consecti), Dr. Alberto Peverati. Ele foi pessoalmente convidar a Deputada para o Fórum Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontecerá em novembro.Além do convite, Dr. Alberto também falou sobre a possibilidade da Deputada fazer uma articulação política no Banco da Amazônia, no sentido de expandir o convênio de investimentos na Ciência e Tecnologia para todos os estados da Amazônia. “Assim como temos um acordo com o Banco do Nordeste, que contempla todos os estados da Região, queremos que o convênio que foi feito com o Banco da Amazônia também atue em todos os estados”, comenta Alberto.
O convênio permitirá mais investimentos na área de Ciência e Tecnologia, o que aumentará os créditos para desenvolvimento de tecnologias sociais, publicações, bolsas para mestrado e doutorado, apoio a eventos, entre outros. A Deputada Rebecca Garcia se comprometeu em marcar uma reunião com os dirigentes do Banco da Amazônia para negociar a ampliação do projeto.
sexta-feira, outubro 24, 2008
Crise econômica
O debate tratou de várias questões relacionadas à crise. Os convidados mostraram a situação atual e as providências que o governo está tomando para amenizar os efeitos da crise na economia brasileira.
A Deputada Rebecca Garcia levantou uma preocupação essencial para o Estado do Amazonas. “Tenho observado na mídia que os governos mundiais têm socorrido setores que estão sendo afetados pela crise. No Brasil, é possível notar movimentações em relação aos bancos, a agricultura e mais recentemente, ao setor imobiliário. Como representante da Região Norte, vim aqui dividir uma preocupação: nas últimas semanas mais de 15 mil funcionários do Pólo Industrial de Manaus (PIM) tiveram antecipação de férias e 4 mil já foram demitidos. Há um limite para que o governo comece a intervir também no PIM, que é tão importante para a economia da Região e do país. O governo vai esperar até quando? Qual é esse limite?”, indagou Rebecca. Ao término da Sessão, que durou mais de cinco horas, Henrique Meirelles e Guido Mantega não responderam ao questionamento da Deputada.
Uma reunião será marcada nos próximos dias para que a pergunta seja respondida.
Confira a reportagem publicada pela Agência Câmara:
Mantega avalia que Brasil sofrerá mais em nova fase da criseO ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o próximo período da crise financeira internacional vai ter maior impacto negativo na economia brasileira, provocado, especialmente, pela restrição de liquidez para as empresas brasileiras e pelo "secamento" das linhas de crédito para o comércio exterior.
Apesar da previsão, ele considera que a "fase mais aguda" da crise foi superada depois das medidas anunciadas pelos governos dos Estados Unidos e de países europeus, que investiram 595 bilhões de dólares para a recapitalização de bancos. "Nunca houve tanta parafernália para combater uma crise", declarou Mantega durante comissão geral sobre o assunto, realizada nesta terça-feira no plenário da Câmara.
Em função da escassez de liquidez e de crédito no mercado internacional, o ministro declarou que o Brasil terá de alterar as expectativas de crescimento para 2009. "Para 2008, podemos manter as mesmas projeções, já que a economia melhorou bastante no primeiro semestre e devemos fechar o ano com crescimento em torno de 5%." Já para 2009, admitiu, será mais difícil atingir o objetivo de crescer 5%, e a meta terá de ser revista para um patamar entre 4% e 4,5%.
Fases - Mantega divide a crise em duas fases. A primeira, segundo o ministro, durou 12 meses e terminou em meados de setembro, quando o banco americano de investimentos Lehman Brothers quebrou. Essa fase, disse, não provocou impactos graves na economia brasileira, mas o cenário mudou bastante depois disso. "Passamos de uma crise séria para uma crise muito mais séria, para uma crise grave. O crédito secou completamente e se tornou difícil para as empresas renegociarem os títulos vincendos", disse. Além da retração ao crédito, a queda dos preços das commodities e a valorização do dólar também preocupam o governo.
Apesar do quadro, Mantega considera que a crise atingirá com menos intensidade as economias emergentes dinâmicas, como ele classifica a brasileira. O ministro listou uma série de "vantagens" para ilustrar essa "boa condição", entre elas o fato de o compulsório nacional ser bastante alto, permitindo ao governo liberar recursos neste momento de escassez.
Ele também destacou a menor abertura da economia brasileira, que é considerada uma vantagem neste caso, porque o Brasil é menos dependente das suas exportações. Mantega citou o exemplo da China, que deverá sofrer maiores impactos que o Brasil, porque as exportações brasileiras representam cerca de 13% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto que, naquele país, elas representam 33% do PIB.
Outra vantagem comparativa destacada por Mantega é a diversificação do mercado exportador. Antes a pauta brasileira de exportação era 25% para os EUA e 25% para a União Européia. Hoje esse percentual para os dois grupos somados caiu para 30%, pois o Brasil está exportando mais para outros mercados, como África, países árabes e outros países emergentes, dependendo menos das exportações para os países onde está o epicentro da crise. O ministro disse ainda que o Brasil tem grande potencial de crescimento do mercado interno, reservas elevadas, reservas de petróleo e gás, e forte regulamentação financeira.
Fonte: Agência Câmara
23 de outubro de 2008
quinta-feira, outubro 23, 2008
Asas que protegem o país
A sessão, que teve início ao som do Hino Nacional e terminou com o Hino da Força Aérea, orquestrado pela Banda Militar da Aeronáutica, foi repleta de homenagens, emoções e enalteceu o fundamental e essencial papel que é desenvolvido pela FAB.
Destacou também a importância da FAB para a projeção da aviação brasileira no mundo. “Uma instituição que verdadeiramente respeito e admiro pelo seu passado e pelo trabalho atual”. E lembrou o valor das mulheres aviadoras militares, que hoje vem se destacando pilotando caças, helicópteros e fazendo parte desta estrutura com muito orgulho. “O 23 de outubro será lembrado eternamente. Reflete uma lição do quanto o homem pode ir mais longe, mais rápido e mais alto”, finaliza Rebecca.
Confira o discurso da Deputada Rebecca Garcia na íntegra:
Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Senadores e Deputados,
É com grande orgulho e satisfação que solicitei e participo desta merecida Sessão Solene em homenagem ao Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira, comemorado no dia 23 de outubro.
Há mais de 100 anos, no dia 23 de outubro de 1906, Alberto Santos Dumont alçou vôo em seu 14 BIS, com a presença da imprensa e dos órgãos oficiais de transporte da época. O brasileiro ousava enfrentar o ar. E a aviação permitia ao homem voar.
Nesta oportunidade, Senhoras e Senhores, gostaria de convidá-los a tentar entender um pouco mais do gênio criativo de Santos Dumont, o grande patrono da aviação brasileira e – por que não? – da aviação mundial.
Santos Dumont, que nasceu em 1873, era descendente de imigrantes, neto de franceses por parte de pai e de portugueses por parte de mãe, mas sempre creditava ao Brasil as suas grandes conquistas. Esse brasileiro genial viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, em São Paulo, em 1888. Em 30 de agosto de 1892, com a morte do pai, mudou-se para Paris, na França, para correr atrás dos seus sonhos. E, em março de 1898, conseguiu a primeira ascensão aérea.
Nas primeiras tentativas com o balão, uma curiosidade: Santos Dumont adaptou um motor e fez com que o artefato voasse pela primeira vez com propulsão própria, mas queria decolar contra o vento e foi convencido a decolar a favor do vento. Bateu numa árvore. Teve que refazer tudo e, dois dias depois, decolou contra o vento, obtendo sucesso e espantando os presentes.
O êxito da experiência fez com que ele fosse aperfeiçoando o invento. Surgiram os dirigíveis 2, 3, 4 e até 14, numa espécie de laboratório para o 14 BIS, que viria a seguir, sucedido pelo 16 BIS, que usava um motor.
O espírito inventivo de Dumont era patrocinado pelo próprio bolso. Por volta de 1901, encher um balão de 620 metros cúbicos com hidrogênio custava aproximadamente 500 dólares.
Infatigável e irrequieto, ele fez uma versão biplana e o avião número 18 tinha um deslizador aquático, tendo sido experimentado no rio Sena.
Santos Dumont, mais que um inventor, era um visionário. Queria transformar a aviação num veículo de transporte rápido de passageiros, correspondências e cargas. Ele tinha uma grande militância na imprensa, em defesa de suas idéias.
Em sua infatigável trajetória criou os libélulas, feitos de bambu e seda japonesa, o que, incluindo o motor, pesava não mais que 110 quilos. Em 1909, resvalando pelas cercas e copas de árvores, no segundo Libélula, Santos Dumont alcançou 95 quilômetros por horas, um recorde absoluto para a época, num percurso de oito quilômetros. Este seria seu último triunfo.
O jovem mineiro, que havia deixado a fazenda Cabangu nas terras alterosas, mostrou ao mundo que um sonho carregado de obstinação pode tornar-se realidade.
Entretanto, os Irmãos Wright, nos Estados Unidos, reclamaram para si esse feito. Diferentemente de Santos Dumont, que fez seu vôo em um circuito pré-estabelecido, sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense, os Irmãos Wright realizaram seu suposto vôo sem nenhuma testemunha.
Tenho convicção de que os Irmãos Wright vislumbraram um ambicioso interesse comercial na aviação. Enquanto isso, Santos Dumont demonstrava traços de um homem idealista. Faleceu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá. O coração dele se encontra, ainda hoje, no salão nobre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, São Paulo, num artefato artístico de ouro. Repousa como um símbolo, para que todos os jovens oficiais vejam o quanto se doou para tornar a aviação uma realidade.
Senhoras e Senhores, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, há uma casa construída por Santos Dumont. Chama-se A Encantada. A rua onde está localizada é a Rua do Encanto. É hoje um dos locais mais visitados por turistas que vão àquela bela cidade serrana fluminense.
A casa é uma lição. Tem chuveiro de água quente, com aquecimento a álcool. A escada externa permite começar a subida somente com a perna direita e a escada interna só permite subir com a perna esquerda. A casa possui três andares e o telhado tem um observatório espacial.
A grande lição de vida do Pai da Aviação está ali. Trata-se de uma casa pequena, sem grandes confortos, onde tudo está voltado para o local de trabalho. Ele pagou caro pela construção, encomendada de um grande especialista. Mandou vir diversos artefatos da Europa. Detalhou cada peça da casa. Em nenhum momento, porém, investiu no próprio conforto. A lição que fica daquela casa, A Encantada, é a de uma vida de dedicação.
De Santos Dumont aos dias atuais, o avanço brasileiro no setor cresceu vertiginosamente, e, hoje, as aeronaves produzidas por brasileiros são internacionalmente reconhecidas e neste momento estão cruzando os céus de todo o planeta.
Hoje, o Brasil e o mundo vivem a crise econômica mundial. A bolha imobiliária norte-americana estourou e continua fazendo vítimas pelo mundo inteiro. Breve, muito breve, a aviação deve sentir o maior impacto, como já vem acontecendo com outros setores da economia.
Não tenho qualquer dúvida, no entanto, de que o setor possui pessoal qualificado para escapar de mais essa turbulência. Formados no espírito de Santos Dumont, dispostos à renúncia para manter no ar o sonho de voar, homens e mulheres, brasileiros ou não, estarão oferecendo seu tempo e suas vidas para que o mundo ande mais rápido e com mais conforto.
A projeção da aviação brasileira no mundo deve-se ao idealismo de Santos Dumont, entretanto, cabe frisar que o altruísmo daquele homem se fez presente em uma instituição que verdadeiramente respeito e admiro pelo seu passado e pelo seu trabalho atual. Refiro-me a Força Aérea Brasileira, que de forma sábia e estratégica, colaborou para o atual desenvolvimento do transporte aéreo do Brasil. Por isso gostaria de parabenizar a Força Aérea Brasileira e todo o seu pelotão de servidores civis.
Neste dia tão importante, não poderia deixar de homenagear também as mulheres aviadoras militares, que hoje vem se destacando pilotando caças, helicópteros e fazendo parte desta estrutura com muito orgulho. Parabéns por terem conquistado este espaço.
Não posso esquecer também das esposas, companheiras, mães e filhas de aviadores da Força Aérea Brasileira. Árdua é a tarefa de defender o Brasil, porém o aviador tem essa missão como dever e suas companheiras, essas mulheres que os acompanham durante a vida, encaram essa missão com serenidade e estão sempre prontas para reiniciar a vida nos lugares mais distantes do Brasil. A todas essas mulheres guerreiras, o meu sincero parabéns.
Por fim, aproveito a oportunidade para fazer um agradecimento a Assessoria Parlamentar da Aeronáutica, que de forma profissional e atenciosa, está sempre presente nos diálogos e debates desta Casa Legislativa, representando os verdadeiros interesses do comando da aeronáutica no Congresso Nacional.
O 23 de outubro será lembrado eternamente. Reflete uma lição do quanto o homem pode ir mais longe, mais rápido e mais alto. A todos, um muito obrigada e mais uma vez parabéns!
22 de outubro de 2008
quarta-feira, outubro 22, 2008
Investindo no futuro
O gestor da Escola Agrotécnica Federal de Manaus Prof. José Maurício do Rêgo Feitosa visitou o gabinete da Deputada Rebecca Garcia, na segunda-feira (20), para firmar parcerias, colocar a estrutura da escola à disposição e solicitar emenda no Orçamento Geral da União 2009 (OGU) para a construção de um Laboratório de Geoprocessamento.
“Estamos investindo em um Plano de Extensão na Escola que vai do ensino básico ao pós-doutorado. A idéia é construir um futuro cenário da biodiversidade, desenvolvimento sustentável e questão indígena da Amazônia”, comenta o Professor.
Rebecca afirmou que irá analisar a proposta de emenda para checar se é possível ajudar a Escola já no próximo ano, tanto em Manaus, quanto nas unidades do interior. “Além desse investimento, vou me empenhar especialmente para ativar a unidade de Itacoatiara. Um município tão importante e com tanto potencial de crescimento e desenvolvimento merece ser contemplado com mais um opção de ensino para seus habitantes”, afirma Rebecca.
Agrotécnica – A Escola é voltada para o ensino tecnológico, contribuindo para a formação integral do indivíduo preparando-o, enquanto agente de transformação, para o desenvolvimento da sociedade. O grande compromisso da Escola é contribuir com atitudes socialmente transformadoras, atendendo as demandas técnico-científicas da produção com amplo domínio tecnológico, sem deixar de considerar seus valores sócio-culturais.
Para mais informações: http://www.eafmanaus.gov.br/
“Estamos investindo em um Plano de Extensão na Escola que vai do ensino básico ao pós-doutorado. A idéia é construir um futuro cenário da biodiversidade, desenvolvimento sustentável e questão indígena da Amazônia”, comenta o Professor.
Rebecca afirmou que irá analisar a proposta de emenda para checar se é possível ajudar a Escola já no próximo ano, tanto em Manaus, quanto nas unidades do interior. “Além desse investimento, vou me empenhar especialmente para ativar a unidade de Itacoatiara. Um município tão importante e com tanto potencial de crescimento e desenvolvimento merece ser contemplado com mais um opção de ensino para seus habitantes”, afirma Rebecca.
Agrotécnica – A Escola é voltada para o ensino tecnológico, contribuindo para a formação integral do indivíduo preparando-o, enquanto agente de transformação, para o desenvolvimento da sociedade. O grande compromisso da Escola é contribuir com atitudes socialmente transformadoras, atendendo as demandas técnico-científicas da produção com amplo domínio tecnológico, sem deixar de considerar seus valores sócio-culturais.
Para mais informações: http://www.eafmanaus.gov.br/
20 de outubro de 2008
segunda-feira, outubro 20, 2008
Semana da Asa
A Deputada Rebecca Garcia, promoverá na terça-feira (21), às 11:00 hrs, uma Sessão Solene Conjunta do Congresso Nacional, no Plenário do Senado, para comemorar o Dia Nacional da Força Aérea Brasileira (23 de outubro). A solenidade foi solicitada pela Deputada, por meio do Requerimento nº 2219/08, como forma de valorizar a importância da corporação, o sentimento de cidadania e a consciência de nacionalidade que norteiam a vida militar.Rebecca Garcia ressalta que os grandes momentos da história denotam-se pela amplitude de seus efeitos e pela audácia que inspiram. Em 23 de outubro de 1906, o campo de Bagatelle foi à arena da luta entre o desistir e o ousar, sagrando um imortal brasileiro como o legítimo inventor do avião e o criador de um novo tempo. Alberto Santos-Dumont fez do 14-Bis a referência para aqueles que escolheram os céus como oficina de trabalho. Ser aviador é olhar para o alto; é entender que o vôo bem sucedido também cruza as tempestades e ler na geometria das nuvens os rumos mais favoráveis.
Participe dessa grande homenagem!

segunda-feira, outubro 20, 2008
Cooperativas brasileiras investem em novos mercados
Vinte e duas organizações do Sistema OCB expõem produtos em feira internacional, em Lisboa, Portugal
Em busca de novas oportunidades de negócio e de ampliação de mercados, 22 cooperativas do Sistema OCB participam da primeira feira mundial do cooperativismo, a ICA Expo 2008, entre os dias 23 e 25 de outubro, em Lisboa, Portugal. O evento, promovido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), reunirá organizações e líderes cooperativistas de mais de 25 países na capital portuguesa, entre eles, Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB. O presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB/AM), Dr. José Merched Chaar e o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Amazonas (Sescoop/AM), Petrúcio Magalhães, estão no evento representando o Amazonas.
Além das lideranças brasileiras presentes no evento, o setor será representado por cooperativas de cinco estados da federação. São eles São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Elas apresentarão produtos diversificados e, como característica do trabalho desenvolvido pelo setor, de qualidade comprovada. Vários ramos da economia onde atua o cooperativismo brasileiro estarão representados nos três estandes ocupados pelas cooperativas brasileiras.
Na vitrine da ICA Expo 2008, as cooperativas do Sistema irão expor produtos como café, milho, soja, amendoim, carnes congeladas, sucos e polpas de frutas também congelados, produtos lácteos, frutas desidratadas, mel, peças artesanais, prestação de serviços variados, como controle de qualidade e consultoria de informática, entre outros.
A expectativa, segundo a organização do evento, é gerar mais de “um bilhão de dólares em negócios”, além de promover alianças estratégicas a partir da prática da intercooperação, a formação de redes de relacionamento, e mostrar para o mercado globalizado os valores e diferenciais do cooperativismo. A estimativa é de que 15 mil profissionais de diferentes setores, como turismo, traders especializados em alimentos e bebidas, importadores e exportadores e entidades governamentais, provenientes de mais de 60 países, visitem a feira.
A ICA Expo 2008 acontecerá na FIL, no Parque das Nações, na capital de Portugal. Além do Brasil, participarão países como Angola, Bulgária, China, Coréia, Espanha, França, Geórgia, Índia, Indonésia, Itália, Irão, Malásia, Nigéria, Palestina, Polônia, Romênia, Rússia, entre outros.
Seminário de bioenergia – Paralelamente à feira, será realizado o seminário “As bioenergias como substituto dos derivados de petróleo”, com a apresentação de soluções cooperativas de energias para o desenvolvimento da sustentabilidade e um debate sobre as mudanças climáticas.
O Sistema OCB – O Sistema Cooperativista Brasileiro é formado por aproximadamente 7,7 mil cooperativas, de 13 ramos de atividade econômica, reunindo cerca de 7,7 milhões de associados e 250 mil empregados. O setor cooperativista responde hoje por 6% do PIB brasileiro e tem registro de US$ 3,3 bilhões de vendas ao exterior.
Fonte: Informativo OCB
19 de outubro de 2008
domingo, outubro 19, 2008
Sudam investirá R$ 1 bi na Amazônia em 2009
Ministro Mangabeira Unger, da SAE, vai a Belém discutir investimentos para áreas já devastadas da Amazônia.
Mais de R$ 1 bilhão. Esse é o valor que a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) vai dispor, em 2009, para investir em projetos industriais na região. Os projetos aprovados em 2008 somaram mais de R$ 800 milhões. Em 2007, o valor aplicado foi de R$ 500 milhões.
A aplicação dos recursos será discutida nesta sexta-feira, 17, em Belém (PA), numa reunião do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, com o superintendente da Sudam, Djalma Mello, e os dirigentes regionais do Ministério da Integração Nacional, Banco da Amazônia, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil. A idéia de Mangabeira é destinar parte desse valor a projetos em áreas de florestas já degradadas e de floresta densa.
A concessão dos regimes atuais do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo Constitucional do Norte (FNO), assim como os incentivos fiscais concedidos pela Sudam, também será debatida no encontro. Os incentivos permitem redução de até 70% de redução no IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) para projetos industriais na Amazônia.
Com concessão desses incentivos, o governo pretende não só estimular a instalação de indústrias, mas também despertar os empresários para um melhor aproveitamento do bioma regional e, assim, garantir um desenvolvimento com sustentabilidade ambiental. Assim, explica o superintende da Sudam, Djalma Mello, “a gente segue os eixos estratégicos do Plano Amazônia Sustentável (PAS), que incentiva projetos voltados para a dimensão sócio-econônico, infra-estrutural e ambiental”.
Segundo Mello, a reunião dessa sexta-feira foi pedida por Mangabeira Unger. O ministro quer uma atuação mais forte da Sudam no que se refere à criação e fortalecimento dos pólos industriais e no desenvolvimento da ciência e tecnologia, com foco na formação de mestre e doutores em assuntos ambientais.
Ferramenta de desenvolvimento regional - O Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e a Lei de Incentivos Fiscais são administrados pela Sudam e operacionalizados pelo Banco da Amazônia, e se constituem e ferramentas concretas utilizadas pelo Governo Federal, para promover o desenvolvimento social e econômico da Amazônia Legal.
Promulgado recentemente em substituição ao antigo Finam, o FDA foi inicialmente administrado pela Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA) e, mais recentemente, passou para a órbita da nova Sudam. Atualmente, o fundo acompanha a implantação de 11 projetos econômicos — aprovados no regime anterior pela diretoria colegiada da ADA e, posteriormente, ratificados e aprovados pelo Conselho Deliberativo da Sudam — que totalizam investimento de R$ 1,4 bilhão.
Os atuais empreendimentos financiados estão direcionados, principalmente, para a geração de energia, aproveitando de fontes tradicionais e alternativas, e de aproveitamento de matéria prima regional. A extração de minério das minas de Carajás é um dos projetos contemplados.
Hoje, a carteira de projetos da Sudam analisa mais de uma dezena de novas cartas-consulta. Após aprovadas, essas cartas resultarão em novos projetos empresariais, cuja apreciação deve ocorrer na reunião de novembro do Conselho Deliberativo da Sudam, em Manaus (AM). Se aprovados, eles injetarão mais de R$ 1,8 bilhão na economia da Amazônia nos próximos dois anos.
Fonte: Agência Amazônia de Notícias
domingo, outubro 19, 2008
Ministro discute extrativismo na Amazônia
O ministro Mangabeira Unger reuniu-se ontem (17), em Belém, no Museu Emílio Goeldi, com lideranças extrativistas, entidades da sociedade civil, órgãos de governo e pesquisadores, para discutir uma proposta de soerguimento do extrativismo na Amazônia. Reafirmou que considera a Amazônia um lugar privilegiado para repensar o Brasil, e que o extrativismo acumula experiências e história para alavancar um ciclo de desenvolvimento sustentável na região.
Para o ministro, o extrativismo tradicional convive com subsídios de um lado e sanções de outro, sendo necessário superar o atual nível artesanal da atividade, a partir de três componentes: Ciência e Tecnologia (C&T), economia de escala e desenho institucional - este a ser implementado entre o poder público (governos), o setor empresarial e as populações tradicionais.
Como processo, avalia que é necessário aprofundar o ideário na abordagem do soerguimento que propõe, construir iniciativas práticas exemplares e viabilizar uma dinâmica produtiva do extrativismo, com ênfase em duas vertentes: conexão da pulverização do extrativismo desenvolvido pelas populações tradicionais, com a economia de escala, e estímulo a iniciativas de grande escala, apoiadas pelo Estado, a exemplo da fábrica de preservativos de borracha natural, do Acre.
O ponto de partida dessa estratégia, segundo o ministro, exige uma inversão da lógica até agora adotada pelos que vêm enfrentando esse desafio, fundamentada no encontro das práticas tradicionais com C&T: 1. Organização do mercado, 2. Beneficiamento (agregação de valor) e 3. Financiamento.
Apoio - Mangabeira recebeu apoio de todas as entidades presentes, à sua proposta, e ouviu de lideranças, como Júlio Barbosa e Atanagildo de Deus (o "Gatão"), e assessores como Mary Allegretti e a professora Bertha Becker, que há territórios (27% da região) e recursos naturais para implementação da proposta de soerguimento, como resultado de um ideário da sociedade civil organizada (movimento social dos seringueiros), transformado em política pública.
No que concerne a iniciativas práticas exemplares, para alavancagem do processo de revitalização proposto, o ministro foi informado da experiência que Amigos da Terra-Amazônia Brasileira tem acumulada na área de apoio a negócios sustentáveis na região, e de que a entidade dispõe de um banco de dados organizado sobre mais de 400 pequenos empreendimentos florestais, disponível para subsidiar a iniciativa em discussão.
Para o ministro, o extrativismo tradicional convive com subsídios de um lado e sanções de outro, sendo necessário superar o atual nível artesanal da atividade, a partir de três componentes: Ciência e Tecnologia (C&T), economia de escala e desenho institucional - este a ser implementado entre o poder público (governos), o setor empresarial e as populações tradicionais.
Como processo, avalia que é necessário aprofundar o ideário na abordagem do soerguimento que propõe, construir iniciativas práticas exemplares e viabilizar uma dinâmica produtiva do extrativismo, com ênfase em duas vertentes: conexão da pulverização do extrativismo desenvolvido pelas populações tradicionais, com a economia de escala, e estímulo a iniciativas de grande escala, apoiadas pelo Estado, a exemplo da fábrica de preservativos de borracha natural, do Acre.
O ponto de partida dessa estratégia, segundo o ministro, exige uma inversão da lógica até agora adotada pelos que vêm enfrentando esse desafio, fundamentada no encontro das práticas tradicionais com C&T: 1. Organização do mercado, 2. Beneficiamento (agregação de valor) e 3. Financiamento.
Apoio - Mangabeira recebeu apoio de todas as entidades presentes, à sua proposta, e ouviu de lideranças, como Júlio Barbosa e Atanagildo de Deus (o "Gatão"), e assessores como Mary Allegretti e a professora Bertha Becker, que há territórios (27% da região) e recursos naturais para implementação da proposta de soerguimento, como resultado de um ideário da sociedade civil organizada (movimento social dos seringueiros), transformado em política pública.
No que concerne a iniciativas práticas exemplares, para alavancagem do processo de revitalização proposto, o ministro foi informado da experiência que Amigos da Terra-Amazônia Brasileira tem acumulada na área de apoio a negócios sustentáveis na região, e de que a entidade dispõe de um banco de dados organizado sobre mais de 400 pequenos empreendimentos florestais, disponível para subsidiar a iniciativa em discussão.
Fonte: Portal Amazônia











