Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

16 de julho de 2009

Congresso aprova a LDO de 2010 com reforço para o PAC

Petrobras não terá de cumprir meta de superávit das estatais. Governo fez concessões para permitir que a LDO fosse aprovada sem atrasos.

O Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2010. Entre as principais novidades do substitutivo votado, está a redução de até R$ 22,5 bilhões do dinheiro a ser economizado com o superávit primário, para destiná-los a obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no próximo ano. A matéria depende agora de sanção presidencial.

A esse montante, o Executivo poderá acrescentar o dinheiro de um eventual excesso de superávit primário em 2009 e os chamados restos a pagar, que são as dívidas do governo de orçamentos de anos anteriores. Os recursos do PAC não poderão ser contingenciados.

Outra novidade é a exclusão da Petrobras da obrigação de cumprir a meta de superávit das estatais (0,2% do PIB). Isso permitirá mais flexibilidade à empresa na execução de projetos, inclusive do PAC.

Investimentos - O projeto foi relatado em Plenário pelo deputado João Leão (PP-BA), que substituiu o deputado Wellington Roberto (PR-PB), ausente devido a problemas de saúde. Leão participou das negociações desta semana, que resultaram principalmente na exclusão de alguns pontos do relatório aprovado na Comissão Mista de Orçamento.

Em virtude do acordo, João Leão aceitou retirar do texto a possibilidade de o Executivo liberar 1/12 ao mês do orçamento de investimentos para as estatais se o Orçamento de 2010 não houvesse sido aprovado até 31 de dezembro de 2009.

A permanência dessa regra foi defendida pelo governo até o último momento das negociações, mas ela foi excluída da LDO para viabilizar a votação do texto ainda hoje. Ao relatar a matéria, João Leão disse que, apesar da derrota do governo nesse item, a oposição deverá colaborar para aprovar a Lei Orçamentária dentro do prazo.

Custo global - Ainda como parte do acordo feito no início da noite, o custo global de obras e serviços contratados pelo governo federal continuará a ser obtido a partir de preços menores ou iguais à média dos custos de insumos e serviços individualizados, constantes de listas oficiais de preços. Essa regra é a mesma da LDO de 2009.

Segundo o texto de Wellington Roberto aprovado na comissão, o governo não precisaria usar preços menores ou iguais aos apurados pelo Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) e, no caso de obras e serviços rodoviários, pelo Sistema de Custos de Obras Rodoviárias (Sicro).

Entretanto, regras adicionais foram incluídas a pedido do governo. Os órgãos de controle deverão definir a metodologia de seleção dos itens mais relevantes que correspondam a até 80% do custo global e quem vencer a licitação não será obrigado a adotar custos unitários menores ofertados por quem perdeu.

No caso de uma obra, por exemplo, a empresa vencedora pelo custo global não poderá ser cobrada, pela administração pública, a usar preços menores de itens isolados constantes da proposta de quem perdeu a licitação.

Convênios - Em novo texto apresentado por João Leão e aprovado pelos parlamentares, ficou permitida a retenção, pelo governo federal, de recursos de convênios com estados e municípios quando irregularidades ou pendências constatadas se referirem apenas a esses mesmos convênios.

O texto do substitutivo permitia a continuidade da liberação das parcelas de todos os convênios, independentemente de qual deles apresentasse irregularidades.

Metas sociais - O Executivo deverá enviar em agosto, junto com a proposta orçamentária, um demonstrativo das principais metas sociais de cada ação. Terão de ser identificados os montantes financeiros e as metas de cada programa social, os valores dos anos anteriores e os programados para este ano e 2010.

Fonte: Agência Câmara / Foto: Elton Bomfim

13 de julho de 2009

Parque do Idoso

Quando a Prefeitura retirou a cobertura da pista de caminhada do Parque do Idoso, no início da atual administração – a trepadeira não cresceu, instalou-se uma praga de sapinhos e a madeira apodreceu –, houve preocupação quanto à proteção dos que praticam caminhada no local.

Esta semana, por conta disso, reuni com os professores da Ufam Almir Liberato e Gilmar Couto (Educação Física) e Francisco Malheiros (Ortopedista) para saber mais sobre o tema. A presidente da Fundação Doutor Thomas, responsável pelo Parque, Marta Moutinho, que se tem revelado de dedicação extremada, participou.

O resultado mostra o quanto é prudente ouvir especialistas. Eles afirmam que o melhor exercício para terceira idade é hidroginástica. Caminhada afeta os membros inferiores e a coluna, pontos fracos do ser humano nessa altura da vida.

Outra importante informação dos professores é quanto à cobertura. O melhor horário para caminhar é entre 6h e 8h e a partir das 16h. O sol emite, nessas horas, menos raios ultravioletas, que podem causar câncer de pele, e torna-se, especialmente pela manhã, fonte de vitamina D, fortalecendo ossos, combatendo a osteoporose.

A favor da cobertura há o argumento de que ela é fundamental para os muitos que caminham em horários alternativos. Ocorre que a possibilidade de se fazer duas pistas esbarra no orçamento curto. E não é melhor forçar todo mundo a apertar um pouquinho a agenda e caminhar num horário com adendo vitamínico?


Estudamos a questão do piso. O professor Liberato afirma que o cimento não é bom para quem tem pernas frágeis. Teremos novidade sobre isso, em breve.

Inicio, de posse dessas informações, gestões para ajudar a Fundação Doutor Thomas no Parque do Idoso. Vamos trabalhar em Brasília por recursos para piscina de hidroginástica, aquecida, na parte de cima do terreno, para internos, que precisam muito de atividade física, e externos, que já têm outra na parte baixa.

PS: Avançamos na questão do diploma para a profissão de jornalista. A Frente Parlamentar ganhou mais adeptos. O presidente da Câmara Federal, Michel Temer, visitado por nós, comprometeu-se a ajudar. Vamos vencer.

Rebecca Garcia
Artigo publicado no jornal Diário do Amazonas

Pelo jornalismo brasileiro

Unindo esforços em defesa do jornalismo brasileiro, a deputada Rebecca Garcia (PP-AM) se reuniu, nesta quarta-feira (08), com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Michel Temer (PMDB-SP), para pedir apoio à Frente Parlamentar em defesa da exigência do diploma em Comunicação Social / Jornalismo para o registro profissional de jornalista. Participaram também do encontro os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Emiliano José (PT-BA), Fernando Nascimento (PT-PE) e representantes da Federação Nacional de Jornalismo (Fenaj).

Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o diploma de jornalismo não é obrigatório para o exercício da profissão, parlamentares uniram esforços para reverter a decisão. A deputada Rebecca Garcia está coordenando a instalação da Frente Parlamentar, o deputado Paulo Pimenta protocolou a Proposta de Emenda à Constituição 386 (PEC) e o deputado Emiliano José solicitou à presidência a instalação de uma comissão especial para analisar a questão.

De acordo com a deputada Rebecca Garcia, é essencial valorizar os jornalistas de batente, que se dedicam à profissão há anos sem terem a graduação, mas não se pode tirar a importância da especialização. “A tendência do mercado de trabalho é buscar cada vez mais conhecimento e aperfeiçoamento. A falta do diploma é um retrocesso. O pilar do jornalismo é a ética e ela também se aprende no banco da faculdade. A Frente pretende debater para criar uma situação melhor para todo mundo, com regras de transição, adaptação e definição de critérios”, afirma Rebecca.

De acordo com o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade, presente à reunião, a decisão do STF foi muito preocupante. “Além de ter eliminado a exigência do diploma, o tribunal não definiu nenhum critério. Tem até analfabeto querendo o registro de jornalista no Ministério do Trabalho. Agora a nossa profissão depende do Congresso Nacional”, diz Andrade.O presidente Michel Temer se mostrou muito simpático à causa e afirmou que irá encaminhar a demanda em regime de urgência para que a PEC seja votada rapidamente. “É possível garantir a liberdade de expressão sem conflitar com o exercício do jornalismo profissional”, comenta Temer.