Ameaça da China contra o PIM

Rebecca Garcia conversará com técnicos dos ministérios para impedir ameaça da China contra o PIM

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário

Rebecca sugere inserir projeto do Rodoanel Viário do Amazonas nas ações da nova estatal do governo federal

Defendesa do AM na guerra fiscal

Rebecca Garcia faz discurso na Câmara dos Deputados para defender o Amazonas na guerra fiscal contra São Paulo.

8 de Março, dia Internacional das Mulheres

Parabéns a todas nós mulheres!

Av. Das Torres

Ministro das Cidades acelerará liberação de recursos para 2º fase da Avenida das Torres.

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29 de maio de 2012

Ministro das Cidades anunciará semana que vem quais ações serão realizadas para atender demandas do Amazonas




Na próxima semana, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, anunciará quais ações serão realizadas para atender as solicitações do Amazonas, principalmente em relação às demandas que surgiram com a enchente histórica. A confirmação foi feita, hoje (29), em Brasília, na reunião que contou com a presença do governador Omar Aziz e da deputada federal Rebecca Garcia (PP/AM).
Há duas semanas que a deputada Rebecca Garcia tem promovido reuniões no Ministério das Cidades para viabilizar recursos financeiros, com o objetivo de indenizar as famílias que estão com suas casas debaixo d’água por causa da cheia. A proposta, segundo a deputada, é retirar as casas definitivamente das áreas de riscos por meio do pagamento de indenização.
Durante essas reuniões, a pedido do governador Omar Aziz, foram apresentadas outras demandas voltadas para o Estado, como propostas para resolver a destinação dos resíduos sólidos, principalmente nos municípios do interior. Além de solicitações de obras de urbanização do Igarapé da Cachoeira Grande/Franceses e de investimentos na adaptação de moradias de acordo com as necessidades de pessoas com deficiência. O ministro recebeu todas as solicitações e pediu um estudo técnico para avaliar quais as solicitações serão atendidas com prioridade.
“Nós (do Ministério das Cidades) temos o maior interesse em atender aos pedidos do Amazonas e, isso também segue uma orientação da presidenta Dilma (Rousseff). Vamos avaliar todos os pedidos para anunciar, na próxima semana, quais ações serão feitas e quais serão as prioridades”, comentou o ministro Aguinaldo Ribeiro.
O governador Omar Aziz avaliou a reunião de forma positiva e afirmou que aguardará o posicionamento do ministro em relação aos pleitos do Amazonas. “O ministro (Aguinaldo Ribeiro) foi muito solícito e essa tem sido uma prática do governo federal com o governo do Amazonas. Apresentamos várias questões e espero que semana que vem a gente possa ter boas notícias. Um dos principais pedidos foi ajudar com o pagamento de indenizações para retirar casas de áreas de riscos e de áreas alagadas. Porque, essas indenizações têm custos altíssimos”, disse Aziz.
A deputada Rebecca Garcia afirmou que continuará conversando com os técnicos do ministério para acelerar a tramitação da liberação dos pedidos relacionados ao Amazonas. “Estou acompanhando diretamente o andamento desses pedidos para garantir celeridade na liberação de recursos e no atendimento das demandas do Estado. Espero sinceramente que todos os pedidos sejam atendidos e que a gente possa viabilizar o quanto antes a retirada dessas famílias das áreas alagadas”, comentou Rebecca.

23 de maio de 2012

Em reunião no ministério das Cidades, Aguinaldo Ribeiro garante à Rebecca Garcia empenho para ajudar vítimas das enchentes






O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, garantiu nesta quarta-feira (23) à deputada federal Rebecca Garcia (PP-AM) que conversará com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e com representantes da Defesa Civil para encontrar uma solução para retirar mais de cinco mil famílias de áreas alagadas, atingidas pela enchente em Manaus, Itacoatiara e Iranduba.
A audiência da deputada Rebecca Garcia com Aguinaldo Ribeiro ocorreu na sede do ministério das Cidades e contou com a presença da secretária de Infraestrutura do Amazonas, Waldívia Alencar, que apresentou um estudo sobre os aspectos naturais do Estado e sobre as áreas mais atingidas pela enchente.
A reunião deu sequência a um encontro realizado na semana passada, quando a deputada solicitou a adoção de medidas para indenizar quem perdeu seus imóveis com a enchente. O ministro adiantou que não existe um programa do governo federal para indenizar as famílias desabrigadas e que vai conversar com o ministro Fernando Pimentel para encontrar uma alternativa para amenizar os problemas enfrentados pelos atingidos pela enchente.
“Foi uma reunião positiva. O ministro das Cidades [Aguinaldo Ribeiro] afirmou que vai conversar com o ministro [da Integração Nacional] Fernando Pimentel para encontrar uma forma de retirar mais de cinco mil famílias das áreas alagadas ou que estão vivendo em situação de risco. Serão beneficiadas famílias de Manaus, Iranduba e Itacoatiara”, comentou.
A deputada informou ainda que será realizada uma reunião terça-feira (29), no Ministério das Cidades, para tratar do assunto com o governador Omar Aziz e outros secretários estaduais. “Essa ação que estou intermediando com o ministro das Cidades também atende a um pedido do governador Omar Aziz. É um plano emergencial para atender essas famílias o mais rápido possível”, declarou.

21 de maio de 2012

ARTIGO - Enchente recorde

O rio Negro atingiu 29m78, na quarta-feira (16), marcando o novo recorde de enchente na Amazônia. É um desastre natural de enormes proporções. Há risco de a “cota 30″, que marca os 30 metros acima do nível do mar, paradigma de segurança nas construções próximas aos rios, ser superada nos próximos trinta dias. Aí o problema será ainda maior.

O cenário é inimaginável. As ruas do Centro histórico de Manaus inundadas, interditadas para o tráfego e recebendo carradas de cal, para evitar o odor provocado pelos esgotos inundados e as pragas urbanas. Perto de 50 dos 62 Municípios amazonenses foram seriamente atingidos, estão em estado de emergência, e dois, Barreirinha e Anamã, chegaram ao estado de calamidade pública. O governo do estado providencia hospitais flutuantes para tentar atender à demanda provocada pelo surgimento de doenças de veiculação hídrica, enquanto famílias desabrigadas ocupam escolas e outros prédios públicos.

Fui ao ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, na véspera, em busca de indenização para as famílias cujas casas foram por água abaixo. Ele se mostrou sensível. Há disposição do governo da presidenta Dilma Rousseff em ajudar. Volto lá, na semana que vem, levando comigo a secretária de Infraestrutura do estado do Amazonas, Waldívia Alencar, para tentar iniciar um programa de alocação dessas pessoas em locais seguros. Minha ação está sendo combinada com o governador Omar Aziz.

A histórica grande cheia na Amazônia havia ocorrido em 1953, quando o rio atingiu 29m69. Depois, em 2009, esse recorde foi superado com 29m77. Transcorreram 56 anos. Agora, passados apenas três anos, a marca é superada em muito.

O ribeirinho é um homem solitário. Vive na Zona Rural. Planta aproveitando o húmus fertilizante da várzea e para que sua produção não fique distante do rio, única via de escoamento. Quando enche além do previsto – e nunca havia enchido como agora –, tudo se perde. Para completar, o peixe ganha um mar de água doce para se esconder e lá se vai a principal fonte de proteína dessa gente.

Empurrado para as sedes municipais, o caboclo leva consigo novas demandas às prefeituras, num estado onde eles rondam a insolvência toda vez que há o reajuste do salário mínimo e não conseguem pagar aos professores o novo, embora ainda minguado, salário base da educação.

Essa bola de neve vem rolando desde os altos rios, em municípios como Boca do Acre, Santa Isabel do Rio Negro, Benjamin Constant, Tabatinga, São Paulo de Olivença e outros, até atingir os médios e baixos rios, com as cidades mais populosas do interior, como Manacapuru, Itacoatiara e Parintins.

O normal é que o pior passe numa ponta, antes de chegar à outra. Este ano, porém, das duas cidades em estado de calamidade pública, um estágio mais grave que o estado de emergência, Anamã fica no Médio Solimões, enquanto Barreirinha fica na região do Baixo Amazonas, no paraná do Ramos, afluente do rio Amazonas. Ou seja, o problema está alastrado no território amazonense como raramente acontece.

Nosso povo sofre as agruras de representar a nação no maior reservatório de água doce do planeta. O Amazonas precisa de ajuda do Brasil. Urgente!

# artigo publicado no site Congresso em Foco

Link: http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/enchente-recorde/

16 de maio de 2012

Rebecca Garcia solicita do ministro das Cidades verba para indenizar famílias que perderam suas casas na enchente





A deputada federal Rebecca Garcia (PP/AM) foi recebida em audiência, hoje (15), no fim da tarde, pelo ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro que garantiu que se esforçará ao máximo para viabilizar recursos, com o objetivo de indenizar as famílias que perderam suas moradias, vítimas da enchente no Amazonas.

Rebecca Garcia afirmou que os recursos serão utilizados para retirar as famílias das áreas de riscos, a construção de novas moradias e obras emergenciais.

A deputada marcou uma nova reunião para a próxima quarta-feira (23/05) com o ministro, a secretária de Infraestrutura do Amazonas, Waldívia Alencar, e a coordenadora de Relações Institucionais do Amazonas em Brasília, Nafice Valoz, para definir as próximas ações em relação a esse assunto.

“Conversei com o ministro (das Cidades Aguinaldo Ribeiro) para conseguir recursos que ajudarão a população após a cheia dos rios. Muitas famílias perderam suas casas nessa enchente e temos que buscar alguma solução para amenizar o sofrimento e as perdas. O ministro garantiu que vai se esforçar ao máximo para viabilizar verba para atender essa reivindicação. Estamos nos mobilizando nesse sentido e já temos uma nova reunião agendada para tratar esse assunto”. A parlamentar informou ainda que essa articulação é construída com o apoio do governador Omar Aziz.