Quarta-feira (11), durante café da manhã com o Grupo Parlamentar Brasil-União Européia, tratamos das mudanças climáticas e das posições e das posições que o Brasil e os países europeus vão levar para a Conferência das Partes (COP-15), em Copenhaguen, na Dinamarca. Tenho cumprido uma agenda rotineira de encontros como esse para, reunindo tudo o que posso de conhecimento sobre a região, disseminar a posição amazônica em relação à Redução das Emissões para o Desmatamento e Degradação (REDD), ou seja, a possibilidade de remuneração pela manutenção da floresta em pé.
O embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado reafirmou o compromisso do Governo Federal em apresentar uma meta de redução das emissões voluntária. Disse que "O Brasil tem um nível de ambição muito alto na luta contra as emissões de gás carbônico. Vamos para Copenhaguen no sentido de contribuir com esse debate para conter a crise do clima. O país não se esconderá atrás de ninguém e nem deixará ninguém se esconder atrás dele".
Arnold Jacques, segundo secretário da seção de Programas Ambientais da Comissão Européia no Brasil, afirmou que a União Européia também está muito empenhada na mitigação e adaptação das mudanças climáticas. Segundo o secretário, o bloco econômico que representa defende a criação de mecanismos de REDD, mas acredita que todos os países tem que assumir compromissos e responsabilidades.
Estamos muito perto da COP-15. É claro que, em uma reunião dessas dimensões, com todos os países do mundo envolvidos e as representações diplomáticas do chamado Primeiro Mundo jogando pesado para defender suas posições, o resultado pode ser frustrante. Na hora 'H', certamente, pouquíssimo de novo será apresentado. São reuniões como essas, nas quais as posições de cada país ou bloco vão sendo aclaradas, que determinarão os rumos das discussões.
O que está muito claro para nós, do Amazonas e da Amazônia, é que o mundo não pode continuar cobrando preservação e renúncia, impondo regras e patrulhando nossas ações, sem oferecer absolutamente nada em troca. Queremos receber pela floresta em pé, que é o maior patrimônio nosso e da humanidade.
O embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado reafirmou o compromisso do Governo Federal em apresentar uma meta de redução das emissões voluntária. Disse que "O Brasil tem um nível de ambição muito alto na luta contra as emissões de gás carbônico. Vamos para Copenhaguen no sentido de contribuir com esse debate para conter a crise do clima. O país não se esconderá atrás de ninguém e nem deixará ninguém se esconder atrás dele".
Arnold Jacques, segundo secretário da seção de Programas Ambientais da Comissão Européia no Brasil, afirmou que a União Européia também está muito empenhada na mitigação e adaptação das mudanças climáticas. Segundo o secretário, o bloco econômico que representa defende a criação de mecanismos de REDD, mas acredita que todos os países tem que assumir compromissos e responsabilidades.
Estamos muito perto da COP-15. É claro que, em uma reunião dessas dimensões, com todos os países do mundo envolvidos e as representações diplomáticas do chamado Primeiro Mundo jogando pesado para defender suas posições, o resultado pode ser frustrante. Na hora 'H', certamente, pouquíssimo de novo será apresentado. São reuniões como essas, nas quais as posições de cada país ou bloco vão sendo aclaradas, que determinarão os rumos das discussões.
O que está muito claro para nós, do Amazonas e da Amazônia, é que o mundo não pode continuar cobrando preservação e renúncia, impondo regras e patrulhando nossas ações, sem oferecer absolutamente nada em troca. Queremos receber pela floresta em pé, que é o maior patrimônio nosso e da humanidade.
Rebecca Garcia
Artigo publicado no jornal Diário do Amazonas





